Uma tarde/noite para ficar registrada nos anais da história do Maranhão. Diante de uma multidão de mais de 15 mil pessoas, prefeitos de 132 cidades maranhenses, lideranças locais e nacional, deputados, vereadores, o secretário estadual de ações municipalistas, Orleans Brandão, foi eleito presidência estadual do grande partido político MDB/MA, nesta sexta-feira, 28. O evento aconteceu na área externa do Ceprama, localizado no bairro Madre Deus.

Ainda extasiado com a grandeza da noite, Orleans deixou registrado em sua rede social o dia como “histórico”. “Dia histórico. Assumir a presidência estadual do MDB é uma honra e uma missão que recebo com coragem e vontade de trabalhar ainda mais pelo Maranhão. Ver tanta gente cheia de energia e esperança nos dá a certeza de que estamos prontos para seguir avançando juntos. A boa política nasce da união e do compromisso com o nosso povo. Agradeço cada voto, a confiança do presidente Baleia Rossi e a presença do líder do MDB na Câmara, deputado Isnaldo Bulhões, além de todo o nosso grupo político. Cada gesto de apoio fortalece ainda mais essa caminhada. Vamos seguir com força, fé e muito compromisso, construindo um Maranhão que cresce e cria oportunidades para todo”, escreveu.

A presença de 132 prefeitos, 115 vice-prefeitos, 729 vereadores e diversas outras lideranças de 182 municípios evidenciou a força política da Convenção Estadual do MDB. Reconhecido nacionalmente, o partido no Maranhão ganhou ainda mais destaque nas últimas eleições sob a liderança de Marcus Brandão, que fez questão de demonstrar confiança em seu sucessor.

“Nosso partido saltou de sete para 37 prefeitos eleitos em 2024, além de dezenas de vice-prefeitos e vereadores. Orleans já comprovou sua capacidade de gestão e, depois do governador, é hoje quem mais conhece o Maranhão. Ele está preparado para essa missão”, afirmou.

Assim como o ex-presidente José Sarney e a deputada federal Roseana Sarney, o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, igualmente fez chegar sua mensagem de deferência e apoio a Orleans Brandão. Em suas palavras, destacou: “O MDB do Maranhão atravessa um novo e promissor ciclo, marcado pelo fortalecimento presente e pela esperança de um futuro grandioso. O jovem Orleans revela, com clareza, que estamos diante de uma trajetória notável: a consolidação da maior bancada de deputados estaduais e federais e a eleição do próximo governador do Maranhão”.

A Convenção contou, igualmente, com a presença dos deputados federais Isnaldo Bulhões, líder da bancada do MDB na Câmara dos Deputados, e Yuri do Paredão, que, em ato de representação institucional, estiveram presentes em nome da direção nacional do partido.

A Prefeitura de Tuntum inaugurou, no último sábado (2), a Indústria do Conhecimento; um espaço voltado ao acesso à informação, inclusão digital e incentivo à aprendizagem. O projeto é resultado de uma parceria entre o município e o Serviço Social da Indústria (SESI), por meio do presidente da Federação das Indústrias do Maranhão (FIEMA), Edilson Baldez.

A solenidade que contou com a presença do prefeito Fernando Pessoa, teve, também, a presença da secretária municipal de Educação, Ana Izabel, além de autoridades do município e adjacências, estudantes e moradores. A nova unidade pretende fortalecer a educação local e ampliar oportunidades para toda a comunidade.

Durante o evento, o prefeito Fernando Pessoa destacou a importância da iniciativa conjunta.
“Essa conquista só foi possível graças à parceria entre o SESI e a Prefeitura de Tuntum, unindo esforços para promover desenvolvimento, inclusão digital e incentivo à aprendizagem. Que este seja apenas o ponto de partida para muitos avanços em nossa história”, destacou.

Chega a ser constrangedora a figura do prefeito Ademar Magalhães, mais conhecido como Fogoió, frente a prefeitura do município de Vitorino Freire. Deselegante, sem estrutura, desenvoltura e, acima de tudo, sem um pingo de habilidade de gestão. Fogoió faz jus àquele ditado que diz, “estava no lugar certo, na hora certa”. Quando a família não confia na própria parentela, “sobra” para quem? Para o motorista!

De tanto rodar este Maranhão, justamente em trabalhos políticos, já vi essa ‘novela’ em outros municípios também.

O cara foi “jogado” para assumir um município sem saber nem falar. Não tem um pingo de comunicação eficaz. Todos sabem e veem isso, inclusive os próprios que o colocaram ali apenas para assinar. Triste a política nesse estado.

Muito próximo, de primeira hora, da família Rezende, conheci pessoalmente Fogoió desde a época em que todos viviam juntos e misturados (Stênio, Andréa Rezende, entre outros), quando começou a rodar o Maranhão, como motorista do, hoje, deputado federal, Juscelino Filho; a época, candidato ao cargo em Brasília.

O grupo Luanna/Juscelino Filho ter conseguido eleger o atual chefe do município foi de uma afronta à própria população. Para mim é subestimar o próprio povo. É realmente ter a certeza de que as pessoas que ali residem, infelizmente, são cabresto. Me desculpem, mas o município funciona como um curral eleitoral. Virou coronelismo de graça. Sim, até porque as pessoas ali são completamente devotas ao grupo. É algo impressionante o que o grupo conseguiu fazer na cabeça de quase 90% dos vitorienses.

Quem ali se atreve a declarar oposição é reduzido a pó. Rechaçado e envergonhado. Vejam só o resultado das últimas eleições, quando, por, a prefeita Luanna e a família (pai e irmão) não confiar em terceiros, coloca para a sucessão aquele que é domável e que, quiçá, jamais terá a coragem de trai-los. Coisa que, talvez, eles não tivessem certeza se lançassem o tio, por exemplo.

Por fim, o que tem acontecido ali na cidade de Vitorino Freire é uma extensão do gabinete do deputado Federal Juscelino Filho, do Haras Luanna e do próprio quintal da família Rezende.

A falta de experiência em administração pública do prefeito Fogoió, independentemente de sua profissão anterior, é o que tem levado a dificuldades na gestão municipal e ao mesmo tempo ser chamado apenas de “menino de recado”. Um gestor sem um pingo de conhecimento técnico, habilidade e respeito por parte de um povo que deveria vê-lo como um êxito em pessoa.

Enquanto isso, as pessoas ali são vistas apenas como “coisas” e um objeto andante que tem a capacidade de ir votar em dia de eleição, a fim de continuar perpetuando um projeto pessoal e familiar de poder.

É realmente questionável a manipulação para a prisão (preventiva) do ex-presidente Jair Bolsonaro, ocorrida na manhã deste sábado, 22.

A prisão foi decretada porque, segundo Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), ele viu risco de fuga do ex-presidente e, ainda, segundo ele, violação da tornozeleira eletrônica. Além disso e mais perplexo: PASMEM, a determinação da preventiva foi ainda mais motivada após seu filho senador Flávio Bolsonaro convocar uma vigília de oração.

Vigiado pela Polícia Federal (PF), 24h por dia, 7 dias por semana, o ex-presidente já cumpria um tipo de prisão domiciliar, com medidas cautelares – de tornozeleira eletrônica há 100 dias, já que o algoz e aquele se acha dono do país, “proprietário” de Bolsonaro não o permite dar um passo fora da curva sem a sua permissão. Tudo o que diga à respeito ao ex-presidente ter que fazer, externo, precisa ser solicitado ao ministro, como uma criança de 5 anos tem que fazer ao pai.

O ministro Alexandre de Moraes que me perdoe, mas, ao que parece, ele mesmo coloca em xeque o trabalho, a responsabilidade, a atuação da PF. Pois se para ele bastaria uma aglomeração na porta de Bolsonaro para assim fazê-lo fugir, então é porque a vigilância armada em cima da casa do ex-presidente é muito fraca. O ministro dessa forma inviabiliza e minimiza o trabalho da corporação. 

Querendo ou não, o Brasil sabe o que significa essa mordaça, essa prisão, esse “cala a boca”. Mas, isso, é assunto para um pessoalmente (sic).

Em tempo

A decisão da prisão preventiva não marca o início do cumprimento da pena de reclusão. Segundo a PF, a prisão de Bolsonaro é preventiva e não tem relação direta com a condenação de 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado, por motivo de o STF “entender” que o ex-presidente liderava uma organização criminosa em uma tentativa de golpe de Estado para se perpetuar no governo.

Embora não sejam banidos do uso individual, esses termos foram legalmente vetados para uso em comunicações oficiais do governo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei federal que proíbe o uso de linguagem neutra na administração pública.

A proibição vale para todos os níveis do poder público: União, Estados e Municípios.

Órgãos públicos passam a ser obrigados a usar a norma culta da língua portuguesa, impedindo o uso de formas como “todes”, “elu” ou outras expressões neutras.

A decisão foi publicada no DOU nesta segunda-feira, 17 de novembro de 2025.

A lei determina que todos os órgãos e entidades da administração pública devem usar uma comunicação clara, direta e acessível.
Entre as orientações, está a proibição do uso de formas como “todes”, “todxs” ou “tod@s” em textos oficiais.

O que os textos oficiais devem seguir

A lei exige que a redação de documentos e comunicações públicas observe as seguintes práticas:

  • usar frases curtas e em ordem direta;

  • evitar jargões e palavras difíceis;

  • apresentar primeiro as informações mais importantes;

  • utilizar linguagem acessível a pessoas com deficiência;

  • explicar siglas e termos técnicos quando aparecerem;

  • evitar estrangeirismos que não sejam necessários;

  • manter o uso das regras gramaticais consolidadas.

“O “TODES” não é uma pauta genuinamente de esquerda. Trata-se de uma causa defendida somente por PEQUENOS GRUPOS MILITANTES EXTREMADOS. Nem a esquerda acredita nisso”, defendeu Cíntia Chagas – educadora e escritora brasileira.

Observação importante

Todas essas regras são obrigatórias para órgãos e entidades da administração pública.

Carregando, aguarde!
  • Mônica

    Mônica Alves

    O blog Mônica Alves é um veículo de comunicação virtual, que vai informar, sugerir e analisar assuntos políticos, bastidores e comportamentos variados do estado do Maranhão e do Brasil.

    Ao criar essa página, quero contribuir e levantar questionamentos subjetivos dos mais simples aos que ganham grandes espaços de notoriedade, além de dar espaço à boas histórias, com personagens e lugares que serão (re) descobertos por meio de relatos em viagens, festividades culturais e visitas etnográficas, mas que nem sempre têm a oportunidade do destaque merecido.