Denúncia

Supermercado Mateus segue colocando a vida de clientes e funcionários em risco, tudo em nome de dinheiro

Três meses após o grande e gravíssimo acidente que aconteceu no Supermercado Mateus, localizado na Curva do 90, que vitimou uma jovem e fez dezenas de feridos, na queda de 5 prateleiras, ao que parece, o grupo que administra o maior supermercado da região não se deu por satisfeito na dimensão do trauma que causou em muitas famílias e o transtorno psicológico que imprime, diariamente, em centenas de funcionários.

Sendo assim, em nome de “produção” e de fazer cada vez mais dinheiro, a norma da empresa não foi alterada no que diz respeito a, em horário comercial de expediente, clientes serem obrigados a dividir o espaço de fazer suas compras com máquinas gigantescas e pesadas que ficam suprindo produtos nas gôndolas.

Hoje, quinta-feira, 07, ao precisar ir a um dos supermercado Mateus tive que, com muito medo, dividir o mesmo espaço com essas máquinas enormes que ficam nos corredores, entre uma prateleira e outra.

O medo dos clientes era real e, infelizmente, é muito notório que o que menos interessa para a empresa milionária é a vida de quem dá a vida, todos os dias, se colocando em perigo nesse trabalho, ou seja, os funcionários.

De novo, uma manobra errada em alguma dessas empilhadeiras, seria o fim. Mais uma tragédia que pode ser evitada antes que ela vitime mais vidas.

Geral

Lei Boate Kiss: Prefeitura de São Luís é obrigada a promover fiscalização e cadastro de estabelecimentos de diversão e casas de shows

Quem não lembra do incêndio na Boate Kiss, em 2013, na cidade de Santa Maria, Rio Grande do Sul, onde matou mais de 240 pessoas, deixando outras 680 feridas? Tudo em decorrência das más condições de segurança e fiscalização no local.

O dia 27 de janeiro de 2013 ficou marcado na memória de todos os brasileiros

Logo, em consequência dos acidentes, especialistas passaram a pressionar o governo para que fosse criada uma legislação única para prevenir e combater incêndios e desastres semelhantes.

Então, no dia 31 de março de 2017 foi publicada a Lei nº 13.425/2017, que estabelece diretrizes gerais acerca de medidas de prevenção e combate a incêndios em estabelecimentos comerciais, edificações e áreas de reunião de público. Essa lei complementar gerou alterações no Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90) e na Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/92).

Por isso, como medida de prevenção e precaução, o Ministério Público do Maranhão, também, pediu, nesse mesmo ano de 2017, que a Justiça notificasse a Prefeitura de São luís e a obrigasse a promover fiscalização e cadastro de estabelecimentos de diversão e casas de shows, para que cumpram regras de combate à incêndios, regularidade de uso e ocupação do solo e direito de construir, além de dar publicidade e acesso ao público do resultado dessas normas.

Juiz Douglas Cunha

Eu conversei com o Juiz da Vara de Interesses Difusos e Coletivos, Douglas Martins e a indagação dele enquanto a essa decisão sentenciada pelo Judiciário foi, “tem vários lugares aqui que tem umas casas de shows. Tem alvará de funcionamento ou não tem? Tem um projeto de combate à incêndio ou não tem? Esses locais têm uma rota de fuga em combate à possíveis incêndios? No isolamento acústico tem algum produto tóxico ou não?”

O Juiz ainda foi além ao dizer que essas informações que deveriam ser claramente publicizadas ao público, “ninguém sabe”.

A ação movida pelo MP foi sentenciada pelo Judiciário na Vara de Interesses Difusos e Coletivos, que segundo o Juiz titular, o município de São Luís foi condenado e obrigado a cumprir as normas ajuizadas no prazo de, até, 180 dias.

 

Geral

Sem feriado de carnaval no Maranhão!

Bom, um título que já diz tudo e que é absolutamente compreensível pelo dado momento em que o Brasil e o mundo passa há quase 1 ano – a pandemia do novo Coronavírus.

No post passado, coloquei o número de óbitos que já temos no Brasil devido a essa pandemia, a falta de vacinação e, principalmente, a nossa falta de consciência que faz com que a doença se alastre cada vez mais. Quase 198 mil mortos somente aqui no país e em 24h, um registro de mais de mil novas mortes causadas pela covid-19.

Com isso, o governo do estado vem adotando medidas de restrição desde o início da pandemia no estado, mesmo o próprio governador não cumprindo algumas.

Do isolamento, ao fechamento do comércio e serviços não essenciais, até lockdown, de tudo já vivemos aqui, tudo a fim de tentar conter o número de infectados pelo vírus.
Mas aí chegou a período político e tudo, absolutamente tudo, foi esquecido. Multidão e aglomerações das mais diversas foram vistas e vividas em todo canto do estado; mas, tá, isso é assunto para outro post.

O que quero contar aqui é que, o mesmo Flávio Dino que durante o 2º turno das eleições 2020, temeroso em perder a influência e o poder no Palácio La Ravardiere, “caiu pra dentro” em apoio ao seu candidato – derrotado – Duarte Júnior. Nessa hora ele até esqueceu que coronavírus existia.

Quem não lembra do Dino aglomerado no 2º turno das eleições 2020?! Sem sucesso, claro!
Sem feriado no carnaval

Mas aí, ano novo se inicia e os trabalhos continuam e o governo do Maranhão decidiu retirar o carnaval do calendário oficial de feriados do estado. É o que mostra o Decreto 36.417, publicado no ultimo dia 21 de dezembro do Diário Oficial do Estado. Errado não está!

Segundo o decreto, elaborado ano dia 18 de dezembro, os feriados de carnaval não constarão como feriado e ponto facultativo reconhecidos pelo governo, tornando-se um dia comum para administração pública.

No começo do ano, o governo só reconhece as datas de 1º de janeiro, como confraternização universal e 1º de abril com sexta-feira santa. As datas 15 e 16 de fevereiro, que serão os dias de carnaval não foram incluídas no decreto.

Veja os dias a serem considerados feriados ou terão pontos facultativos no Maranhão

– 1º de janeiro, sexta-feira, Confraternização Universal,
feriado nacional;
– 1º de abril, quinta-feira Santa, ponto facultativo;
– 02 de abril, sexta-feira da Paixão, feriado nacional;
– 21 de abril, quarta-feira, Tiradentes, feriado nacional;
– 1º de maio, sábado, Dia do Trabalho, feriado nacional;
– 03 de junho, quinta-feira, Corpus Christi, ponto facultativo;
– 28 de julho, quarta-feira, Dia da Adesão do Maranhão
à Independência do Brasil, Feriado Estadual;
– 6 de setembro, segunda-feira, ponto facultativo;
– 7 de setembro, terça-feira, Independência do Brasil,
feriado nacional;
– 12 de outubro, segunda-feira, Nossa Senhora Aparecida,
feriado nacional;
– 28 de outubro, domingo, Comemoração alusiva ao Dia
do Servidor Público;
–  2 de novembro, terça-feira, Finados, feriado nacional;
– 15 de novembro, segunda-feira, Proclamação da República, feriado nacional;
– 25 de dezembro, sábado, Natal, feriado nacional.

Saúde

O Corona Vírus e as classes sociais

Mas existe classe social para essa doença invisível?

Eu fiz esse texto no mês de Junho do ano passado, pico da doença no Brasil e no mundo.
Pior período de isolamento, quarentena e saíamos do lockdown aqui no estado, Maranhão.

Quis reproduzir esse texto aqui no blog porque eu acredito que valha a pena compartilhar com vocês desse pensamento.

 

Ao longo dos séculos, dos anos e a cada geração que se apresenta, herda-se o conceito de que o Brasil, é de nascimento, um país corrupto. De governos corruptos. De gente corrupta!

Os anos continuaram a se passar e cada pessoa seguia a sua vida de acúmulos capitalista, onde o melhor lugar que deveria ser “dentro de um abraço”, como, romanticamente, parafraseia uma música, aqui, no meio de nossa gente, o melhor lugar, é dentro de suas casas, de seus umbigos e de suas contas bancárias.

Sem ninguém esperar, chega ao mundo um vírus invisível à olho nu, que em fração de segundos, faz refém do rico ao pobre. Do branco ao preto. Do público ao anônimo. Do estrangeiro ao brasileiro. Era a COVID19, popularmente conhecida, como Corona Vírus.

O mundo ligado pela doença. Pelo contágio. Pela dor e pela morte.
Pronto! Chegou, finalmente, a hora de todos se unirem em favor da vida. Até porque, a essa altura. é ela que mais importa em meio a uma pandemia devastadora.

O mundo inteiro começou a falar 1 só língua, COVID 19 e a clamar por uma solução, a vacina.

O vírus é contagiosamente rápido, rouba o ar e sai destruindo as plaquetas e glóbulos humanos.
E agora, como manter de pé gente que produz? Que faz o capital girar? A economia? E as arrecadações, como se darão? Para quem pedir, se todos os lugares onde existe vida humana está sendo bombardeado, também, sem defesa?

Empresários, políticos, governos, empregados e, até, desempregados, na luta pela sobrevivência de vida; sobrevivência financeira, há quase 1 ano e a pergunta é a mesma: – o mundo conseguirá continuar de pé nesse momento de ebulição no vulcão.
Até porque, lembra do que foi dito no início do texto? – o Brasil mantém no seio de seu sistema a corrupção, impregnada como uma doença sem cura.

Não, mas espera aí, não é possível que num momento tão vulnerável, tão inédito, tão epidêmico alguém pense em corrupção, em dinheiro, em roubo, em tirar proveito de si próprio.  “As pessoas estão morrendo,” todo dia milhares de pessoas gritam essa frase.

Não é possível, né? Mas, É! Olha os casos de corrupção em vários estados brasileiros só nesse período pandêmico. O tanto de governo, prefeituras e secretarias se aproveitando de mortes a fim de faturar $.

Governos que são denunciados por roubarem verba para a compra de materiais que podem ajudar a salvar vidas.
Governos que usam a morte como sensacionalismo para arrecadar fundos para o seu estado.
Empresários que estão preocupados com a sua queda financeira.
Abre o mercado do país? Fecham as portas os mercados dos país?

E as vidas, importam para quem?

Janeiro de 2021

Pela primeira vez em 2021, o Brasil registrou mais de mil novas mortes causadas pela covid-19 em um intervalo de 24 horas. Foram 1.186 novos óbitos confirmados de ontem para hoje.

Casos
7.810.400
Recuperados
6.994.845
Mortes
197.732
Política

Três novos / velhos nomes de volta à Assembleia Legislativa nesta segunda-feira

Com o fim das eleições municipais 2020, posse dos novos prefeitos no último dia 1º, três cadeiras ficaram disponíveis para os suplentes na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Apenas a ex suplente e agora deputada, Betel Gomes, chega como novata na Casa

É que os ex deputados estaduais, Rigo Teles (PL) – eleito prefeito na cidade balneária de Barra do Corda, Felipe dos Pneus (Republicanos) – eleito prefeito na cidade de Santa Inês e Fernando Pessoa (Solidariedade) – eleito prefeito na cidade de Tuntum, ao assumirem a nova empreitada municipal, abriram vagas para os suplentes, Socorro Waquim (MDB) – no lugar do 1º, Betel Gomes (PRTB), no lugar do 2º e Fábio Braga (Solidariedade), no lugar do 3º.

Cerimônia de posse 

A cerimônia de posse dos 3 novos deputados, que, inclusive, dois deles já passaram pela Casa, foi conduzida pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) hoje, segunda-feira (4), às 11h, no Plenário Nagib Haickel.

Socorro Waquim e Fábio Braga são veteranos no Plenário da Assembleia Legislativa. Ambos exerceram mandatos em legislaturas anteriores e, recentemente, na condição de suplentes, estiveram interinamente no exercício de mandato por conta do pedido de licença dos respectivos titulares.

Já a suplente do PRTB, Betel Gomes, assume o mandato pela primeira vez, aumentando, assim, o número de mulheres a compor a bancada feminina no Plenário da AL, ao lado das deputadas Ana do Gás (PCdoB); Andreia Rezende (DEM); Cleide Coutinho (PDT); Daniella Tema (DEM); Detinha (PR); Drª Thaiza (PP); Helena Duailibe (Solidariedade); e Mical Damasceno (PTB) e a, também, agora, Socorro Waquim.

Política

Barão de Grajaú: A vitória de Claudimê representa a força das mulheres na liderança feminina


Uma mulher no comando, à frente na administração da prefeitura de Barão de Grajaú.
Algo inédito e grandioso para os baronenses!

Claudimê foi a grande vitoriosa nas eleições municipais de 2020, mas a força mesmo é da MULHER e de todas as outras que essa vitória representa.

Muito se fala sobre liderança feminina nas organizações, nas disputas, mas, na prática, é um discurso que ainda assusta muita gente, inclusive, as próprias mulheres que, muitas vezes, têm preconceito com elas mesmas e com a gestão feminina.

Eu tive a oportunidade de conhecer pessoalmente e fazer um trabalho com a, na época, pré-candidata à Prefeitura de Barão de Grajaú, Claudimê.
Na ocasião, pudemos conversar um pouco sobre a dificuldade que ela estava tendo apenas por ser mulher e ser pretensa candidata. As acusações, os insultos e a resistência de forma vexatória era muito violenta, vindo, principalmente, em sua maioria, de comentários maldosos de homens da cidade. A falta de respeito e de humanidade assustava. Uma grande demonstração de preconceito, mesmo ela já tendo sido vice-prefeita do município.

Mas qual era o “medo” dessas pessoas? Por que o grande trabalho em desqualificar as mulheres, mesmo quando estas têm uma bagagem profissional e humanitária, às vezes, muito maior do que a de muitos homens?
É realmente apenas uma questão de gênero que pesa?

O grande problema que nós, mulheres, enfrentamos é exatamente apenas por sermos mulheres e isso é um impasse desde o início de tudo, mas que, infelizmente, não soube ser resolvido com o passar dos anos, sendo transformado num problema cultural.

Um grande exemplo de superação e modelo que se torna representatividade aconteceu no resultado das eleições do município, pois arregaçando as mangas, não parando para se justificar em cada palavra má dita, em cada ofensa, em cada ironia, Claudimê seguiu firme no que estava propondo, na força que falava no seu coração. E venceu! Eleita prefeita!

Venceu porque acreditou em si e no sonho que Deus colocou em seu coração. Venceu porque não parou para olhar apenas para quem a aplaudia ou ria de si. Venceu porque estava focada. Venceu porque tinha e tem o objetivo de fazer em Barão de Grajaú uma cidade de mais oportunidades para as mulheres, para os jovens, para os micro e grandes empresários do local, ou seja, um trabalho com o povo da cidade para o povo da cidade.

Empossada no último dia 1º, sabe os desafios que tem pela frente, mas, também, acerta quando diz que “as pessoas sempre puderam contar comigo e eu, como prefeita, vão continuar sempre contando. Eu sempre tentei resgatar a mulher baronsense; tentei abraçar a causa da mulher. Na minha gestão, a mulher poderá ter vez e voz”, foi o trecho da hoje, prefeita, Claudimê, em uma live realizada no mês de Agosto de 2019, com o tema Mulher.

Acredite em você, mulher
Já no seu 1º discurso como prefeita de Barão de Grajáu, Claudimê inaugura um novo tempo para a cidade

Aqui vai um conselho, uma dica, talvez, da, também, mulher, responsável por esse blog:

“As líderes mulheres nem sempre percebem como estão preparadas para o sucesso e o nosso potencial e habilidades são inegáveis. Contudo, há fatores que dificultam a nossa chegada ao topo de qualquer que seja o nosso alvo e a falta de autoconfiança, infelizmente, é uma delas.

Portanto, precisamos ter coragem para seguir adiante, porque, assim, vamos ser representatividade para a percepção de outras mulheres.
Mesmo que ainda soframos opressão, vamos continuar buscando formas de mudar esse realidade machista e deixar claro que o nosso lugar é onde nós quisermos”.

Por isso, o trabalho começou!

Geral

Vídeo: Minha experiência, como repórter, no antigo lixão da Ribeira

Como repórter na Tv Guará, por alguns dias, tive a fantástica experiência de fazer uma reportagem no antigo lixão da Ribeira, no último dia 15 de Dezembro e quero compartilhar aqui a transformação que aconteceu naquele lugar.

“O local foi completamente transformado e entregue à população pelo ex-prefeito Edivaldo Holanda Júnior, já nos últimos dias de seu mandato.
Fica aqui registrado a admiração e a minha salva de palmas pelo trabalho naquele lugar”.

Uso logo esse termo – Lixão da Ribeira -, o qual nem é mais o nome atual, porque, assim, as pessoas tendem a identificar e lembrar logo do que eu estou falando.

Quem não lembra do lixão à céu aberto no aterro da Ribeira? Lugar de muito lixo, mau cheiro e muita sujeira.
A imagem do caos!

Essa foi a realidade daquele lugar por mais de 20 anos e que durante esse tempo foi um dos maiores problemas para a população, principalmente, a que mora no entorno do local.

Até ser entregue com outra estrutura e outra proposta, ele estava desativado desde 2015 para ações de recuperação, sendo transformado em uma área de beneficiamento de resíduos sólidos, educação ambiental e incentivo à sustentabilidade

O que era apenas um lugar para recebimento de resíduos e dejetos dos mais variados e sem nenhum tipo de tratamento, hoje, além do processo de recuperação ambiental, até o nome mudou, Centro Ambiental Ribeira, que conta com uma ampla estrutura para reutilização de materiais descartados, destinação correta de resíduos, triagem de materiais reciclados e o Centro de Aprendizagem Ambiental.

Usina de Britagem

Foi inaugurada, também, uma Usina de Britagem, que é onde vão ser recebidos os resíduos da construção civil.
O sistema mecanizado vai transformar o entulho em brita e areia dos mais diferentes tamanhos.

Centro de Triagem

Já no Centro de Triagem, todos os resíduos coletados nos Eco Pontos e Pontos de coleta seletiva porta porta, passam pela triagem, afim de serem devidamente separados e, a partir daí, repassados às industrias para reciclagem.

Pátio de compostagens

Para os rejeitos das feiras e mercados públicos, no pátio de compostagem eles ganham importância.
Vão virar adubo orgânico que será distribuído para produtores rurais.

Centro de Educação Ambiental

Para que o centro seja também uma área de incentivo à reciclagem e sustentabilidade foi construído um O Centro de Educação Ambiental foi construído para que seja uma área de incentivo à reciclagem e sustentabilidade, de acordo com a antiga gestão; voltado para que estudantes de escolas públicas da rede municipal ou estadual e da rede privada e população, em geral, passem por atividades que incentivem uma mudança de hábito em relação à geração de resíduos. O local também permite que gestores públicos de qualquer parte do país possam entender todo o processo e, a partir daí, pensar em novas políticas de limpeza urbana.

Geral

Para mudar as estatísticas que apontam homens como maioria na comunicação, eu VOLTEI!

O fenômeno da blogosfera surgiu em 1997, abrindo caminho às novas possibilidades de intervenção no espaço público.

Para lembrar o ditado popular, “o bom filho a casa torna” (…)
Sim, gente, ditado popular, mesmo que muitos associem à parábola do filho pródigo (risos).

Mas, brincadeiras à parte, jamais seria a minha volta se não tivesse um “rodeio”, ou, um começo engraçado. É a minha marca; a minha diferença.

Pois bem, após 1 ano que fiquei afastada da blogosfera, voltei. I’m back!
Confesso que em 1 ano aconteceram taaaaaantas coisas que cheguei a acreditar que já eram três anos sem noticiar por meio desse veículo de comunicação em que eu me descobri como blogueira, além de jornalista, lá em 2015.

A fim de mudar estatísticas que apontam homens como maioria na comunicação e sujeitos das notícias, em 85%, eu VOLTEI!
Foi o que apontou uma pesquisa de 2010 do Conselho Superior de Esportes da Espanha.

Eu, como mulher, formadora de opinião, sugiro que todas as outras, assim como eu, possa fazer evolução na forma de comunicar, de noticiar, de levar o mais longe que puder uma informação de forma clara, limpa, sem ruídos.

Em um ano afastada daqui, muita água passou debaixo da ponte e foi super importante e necessário para que algumas atitudes minhas, na minha própria profissão, fossem repensadas e melhoradas.

Mas a proposta aqui continua a mesma “ao criar essa página, quero poder contribuir e levantar questionamentos subjetivos dos mais simples aos que ganham grandes espaços de notoriedade, além de dar espaço à boas histórias, com personagens e lugares que serão (re) descobertos por meio de relatos em viagens, festividades culturais e visitas etnográficas, mas que nem sempre têm a oportunidade do destaque merecido”.

A palavra, como instrumento de poder e de troca foi negada durante séculos a nós mulheres e muitas outras ainda continuam a não ter acesso ao discurso de quem, assim como eu, tem a oportunidade de emitir, falar e escrever.

Que tal seguirmos dando continuidade a essa mudança?
Sigamos no nosso exercício da cidadania.

Mulheres na Blogosfera: contribuindo para o protagonismo da presença feminina na “rede”

Enjoy!