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Donos de bares e restaurantes desistem de paralisação “nos deliveries”, para esta terça-feira, 23

Estava marcado para acontecer amanhã, 23 de março, um protesto de paralisação nas entregas deliveries de alimentos e bebidas, por donos de bares e restaurantes de São Luís, em repúdio à prorrogação das medidas restritivas determinada pelo governador do Estado, Flávio Dino (PCdoB), para fechamento desses estabelecimentos, até o próximo domingo, 28.

Mas, em Nota divulgada na manhã desta segunda-feira, 22, o Sindicato Empresarial de Bares e Restaurantes e Associação Brasileira de Bares e Restaurantes afirmaram que o diálogo com o Governo foi restabelecido com a categoria.

Os empresários estiveram reunidos com o secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo e, segundo, a Nota, “a reunião foi extremamente produtiva e propositiva”. Sendo assim, a desistência pela paralisação do serviço de entrega, foi abortado.

“Diante das perspectivas de algum resultado, resolvemos dar um voto de confiança e suspender a paralisação marcada para o dia 23 de março”, disse a Nota.

Em tempo

Também tinha sido, por meio de Nota, divulgada no sábado 20, que o SindiBares e Abrasel, decidiram pelo protesto – suspensão no serviço de delivery -, por desacordo com a prorrogação das medidas restritivas, no fechamento, pela segunda semana seguida, dos bares e restaurantes.

Os órgãos afirmaram que o governo tomou decisão unilateral na prorrogação dos estabelecimentos por mais uma
semana, sem manter, sequer, nenhum tipo de diálogo com os empresários.

“Mais uma vez, sem nenhum diálogo com a categoria, o excelentíssimo governador Flávio Dino nos discriminou fechando nossos estabelecimentos por mais uma semana. Apenas com as modalidades de entrega não conseguimos viabilizar nem 10% do faturamento de nossas empresas. Como vamos fazer para pagar nossa folha de pagamento, nossa energia elétrica, o aluguel de todas as outras despesas? Certamente não será com o auxílio único de 1 mil reais concedido pelo Governo do Estado. (….) Temos que sustentar nossas famílias. Somos o setor que mais emprega no Brasil e, caso a suspensão do atendimento presencial continuar, estimamos mil demissões nas próximas semanas”, disse a Nota.

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