Política

Deputado Wellington do Curso pede que Flávio Dino reduza ICMS da gasolina para diminuir o preço na bomba

A ideia do deputado é que o Governo reduza os efeitos do impacto do reajuste de ICMS, que incide no preço da gasolina

O deputado estadual Wellington do Curso encaminhou indicação ao governador do Maranhão, Flávio Dino, solicitando a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS, como forma de diminuir o alto valor da gasolina no estado e no preço da energia elétrica, assim como já o fez em outras oportunidades. Atualmente, o percentual de ICMS que incide no preço da gasolina é de 30,5%, sendo a 4ª maior alíquota do Brasil.

Para justificar a indicação, Wellington citou dados do Ato Cotepe 02/2021, em que se comprova a elevada carga tributária que incide no preço dos combustíveis no Maranhão, razão pela qual fez o deputado solicitar a redução do ICMS.

“De acordo com dados coletados junto a Fecombustíveis, a alíquota no ICMS do Maranhão que incide no preço da gasolina é de 30,5%, sendo o 4º estado com a maior alíquota em ranking nacional. Isso afeta, diretamente, o bolso dos maranhenses, que sofrem com a elevada carga tributária. Em anos anteriores, Flávio Dino reduziu o ICMS para ajudar aliados políticos. Por que não fazer o mesmo agora, para ajudar a população”? indagou parlamentar.

Ainda, durante a sua defesa, o deputado relembrou que Flávio Dino já reajustou o ICMS sucessivas vezes e, com isso, prejudicou, diretamente, a população.

“Sempre votei contra essa proposta que aumentou o ICMS. Antes dessa lei de Flávio Dino, o imposto que incidia sobre o preço da gasolina era de 26% acrescido de 2% do Fumacop. Atualmente, a alíquota do ICMS é 30.5%. Sabemos sim do aumento lá nas refinarias, mas o governador Flávio Dino poderia adotar medidas que atenuassem o impacto disso tudo”, afirmou Wellington do Curso.

Como deputado estadual, Wellington já votou 03 vezes contra o Projeto do comunista Flávio Dino, que reajustou o ICMS e, consequentemente, aumentou o preço dos combustíveis em anos anteriores.

E aí, Flávio Dino, que tal acatar a indicação do deputado e aliviar um pouco o bolso do trabalhador?

Deixe uma resposta