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Auxílio emergencial volta a ser pago a partir da próxima semana; 6 de abril

Serão quatro parcelas de R$ 250 pagas pela conta digital do Caixa TEM; pessoas que moram sozinhas receberão R$ 150 e mães chefes de família, R$ 375

O ministro da Cidadania, João Roma, anunciou hoje, 31, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, que o auxílio emergencial voltará a ser pago a partir do próximo dia 6 de abril. Ao todo, serão quatro parcelas de 250 reais. Há, entretanto, duas exceções: famílias unitárias, ou seja, em que há apenas uma pessoa recebem 150 reais e mães chefes de família 375 reais.

A nova rodada do auxílio emergencial será paga novamente pela Caixa Econômica Federal pelo aplicativo Caixa
TEM. Segundo Pedro Guimarães, presidente da Caixa, a operacionalização será igual a do ano passado: o dinheiro será disponibilizado via conta digital, onde pode ser movimentado. O saque, entretanto, poderá ser feito apenas após algumas semanas, como medida para evitar filas.

O calendário com as datas, de forma mais específica, ainda não foi divulgado, mas os beneficiários do Bolsa Família recebem de acordo com o calendário do programa, que nesse caso, começa sempre a partir do 16º dia do mês, para quem tem o Número de Identificação Social (NIS).

A novidade neste “novo auxílio” para os beneficiários do Bolsa Família, traz a alteração de que o Governo Federal vai verificar se o trabalhador cumpre as regras para receber o benefício e, também, se o valor do Bolsa Família é menor do que o Auxílio Emergencial. Se for menor, a família receberá o valor a que tem direito do auxílio.

PEC Emergencial

O auxílio emergencial 2021, agora, é limitado somente a 1 pessoa por família. A estimativa é que 46 milhões de brasileiros recebam a nova rodada. O benefício foi autorizado pelo Congresso junto da PEC Emergencial e teve a Medida Provisória liberando o crédito de 44 bilhões de reais e as regras do programa na quinta-feira passada, 25.

Em tempo

No fim de 2020, o ministro da Economia, Paulo Guedes havia dito que o programa seria reeditado caso houvesse uma nova onda de pandemia. Com o aumento dos casos de coronavírus e medidas restritivas mais duras em estados e municípios, a pressão por uma nova rodada do auxílio cresceu. A meta para a reedição do benefício visa atingir menos pessoas – foram 68 milhões de beneficiários o ano passado – e seja mais focalizada em pessoas de baixíssima renda.

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