Maioria de deputados federais do Maranhão votou a favor da Reforma Trabalhista de Michel Temer

A proposta de Reforma Trabalhista proposta pelo Governo Federal foi aprovada na madrugada desta quinta-feira, 27. Entre os deputados federais maranhenses que muito nos interessam saber, a maioria decidiu votar a favor da “reforma de Temer”.

Dos 18 membros maranhenses, 12 decidiram pelo sim ao projeto que modifica pontos da lei trabalhista. São sempre aqueles mesmos que preferem ficar ao lado do governo, garantindo-lhes mais direitos, mais benefícios, mais privilégios e mais emendas/dinheiro, a ficar ao lado das reais necessidades de quem um dia, iludidamente, lhes confiou o voto.

É de grande necessidade que a população tome consciência do valor que tem em mãos ao colocar como representantes além de pessoas, seres humanos com reais interesses de ajudar um estado extremamente pobre, deficiente de politicas públicas e sociais que contemplem a população e, ainda mais, os mais necessitados.

Quatro dos 12 deputados que são sempre contra as necessidades dos maranhenses

Em época de campanha, é de praxe a prostituição eleitoral. Não se sabe quem é pior, o político ou o povo. O político porque age de má fé, é certeiro, naquele momento, no que a pessoa, família, comunidade, está carecendo. O povo, na taca por 4 anos anteriores, vê naquele momento um tipo de “vingança, se dar bem”. Coitados! Mal sabendo que o preço a se pagar vai perdurar por mais 4 anos e cada ano um pior do que o outro.

Votação

Votaram a favor os deputados:

Waldir Maranhão (PP)

José Reinaldo Tavares (PSB)

Júnior Marreca (PEN)

Victor Mendes (PSD)

Juscelino Filho (DEM)

Cléber Verde (PRB)

Pedro Fernandes (PTB)

André Fufuca (PP)

Aluísio Mendes (PTN)

João Marcelo (PMDB)

Alberto Filho (PMDB)

Hildo Rocha (PMDB).

Contrário se posicionaram os parlamentares Weverton Rocha (PDT), Deoclides Macedo (PDT), Luana Costa (PSB), Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Zé Carlos (PT) e Eliziane Gama (PPS)

A proposta do governo de Michel Temer foi aprovada por 296 votos a favor e 177 contrários. O texto segue agora para o Senado e, se aprovado, segue para a sanção do presidente da República.

 

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