Depois de Ribamar Alves, agora é Ricardo Murad que denuncia abandono do Governo do Estado às obras do Hospital de Santa Inês

Logo após o prefeito da cidade de Santa Inês, Ribamar Alves denunciar, em coletiva com a imprensa, realizada na tarde da última terça-feira (7), o total abandono nas obras do Hospital Macrorregional do município, desta vez, quem faz a mesma denúncia é o ex-secretário de saúde do estado, Ricardo Murad.

FOTO: Rede Social - Ricardo Murad
FOTO: Rede Social – Ricardo Murad

Em sua página de rede social, o ex-secretário afirma que o que Flávio Dino vem fazendo à população de Santa Inês e região do Vale do Pindaré “é perseguição”.

Ribamar Alves anunciou que está cobrando na justiça a conclusão do Hospital, que segundo o próprio gestor, está faltando menos de 10% para a conclusão e entrega da obra que vai beneficiar a cidade e adjacências. O mandado  de segurança contra o governo do estado e a secretaria de saúde, foi protocolado no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ) pelo o abandono e paralisação das obras.

O ex-secretário Ricardo Murad – que, ao contrário de Flávio Dino não é nem aliado histórico do prefeito de Santa Inês -, confirma a informação, ao dizer que “deixamos o hospital 95% concluído, faltando apenas detalhes de acabamento, com todos os utensílios necessários ao seu funcionamento, comprados e pagos até com o tomógrafo dentro da Unidade”.

Ribamar garante que tem se considerado um pedinte de 10° categoria, ao ter que ficar correndo atrás de marcar conversas ou audiências com o comunista e chefe maior do estado, a quem trabalhou, com afinco, para ajudar a eleger.

“Não sei o porquê do abandono de Flávio Dino à mim e à Santa Inês. Ao ter essa atitude, quem padece é a população. Desde quando ele assumiu o governo, eu consegui apenas uma vez falar com ele, rapidamente. A conversa foi porque o abordei em uma inauguração que ele realizou na minha cidade e falei que precisava conversar com ele, Flávio apenas me chamou para uma calçada e disse para falarmos ali mesmo. Isso é um desrespeito não só comigo, mas, principalmente, com quem acreditou que o governo dele seria a melhor opção para o estado”, confessou o gestor santaineisense.

É notório que para o governador Flávio perseguidor Dino, o que vale mesmo não é um dos interesses primordiais da população, como a saúde. Mas a picuinha, o ódio e o rancor ao qual está acostumado a levar a vida. Esse tal governador esqueceu de deixar atrás da porta todos esses sentimentos corrosivos que compõem o seu caráter. Esqueceu, também, que ao escolher a política, seria necessário entender que esta não pode ser usada com meio de perseguir desafetos adquiridos pelo meio do caminho, mas usá-la em prol da transformação e benefício da sociedade.

Enfim!

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