Uma Assembleia Legislativa omissa e de joelhos ao ditador Flávio Dino, que deve e teme!

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), pode dar agora umas respiradas aliviado. Afinal, o que é meia dúzia de deputados estaduais resistentes ao modo mais opressor e violento de governar do comunista, que a maior parte de seus asseclas não resolva na Assembleia Legislativa do Maranhão?!

Eu costumo dizer que quem faz o trabalho sujo, seja do país, do estado ou do município, não são nem os seus líderes majoritários, mas, sim, as Câmaras e Assembleias. Ora, tudo o que é aprovado, em definitivo, passa nas mãos dos tais representantes do bolso, ops, povo. Sorry!

Na AL do Maranhão não é diferente!
Há pouco mais de um ano, um dos deputados estudais chegou a afirmar na Tribuna que, de toda a legislatura que já passou pela Casa, ele nunca vira um plenário tão acovardado e ajoelhado ao Governo do Estado. Foram mais ou menos essas as suas palavras.

Entenda

O Maranhão está em polvorosa desde que “vazaram” alguns memorandos que determinavam o recolhimento de informações pessoais de políticos não alinhados ao projeto de reeleição do comunista. Os memorandos partiram do Comando de Policiamento do Interior da Polícia Militar.

No documento da Secretaria de Segurança Pública do Estado, estava determinada a identificação de adversários e um ‘levantamento eleitoral’ das forças de segurança do Estado.

– Ditadura: Ordem de Flávio Dino é para que sua Polícia Militar se mobilize em espionar adversários políticos em todo o Estado

Diante disso, parlamentares da base de apoio do governo Flávio Dino (PC do B) na Assembleia Legislativa rejeitaram, nesta quinta-feira (26), requerimento, de autoria do deputado Eduardo Braide (PMN), através do qual havia sido solicitada a convocação de oficiais da Polícia Militar do Maranhão, cujas assinaturas, constam em três memorandos que davam ordens para espionar quem não fosse adepto ao projeto de reeleição de Flávio Dino.

Logo que os documentos foram conhecidos pela imprensa e população, os tenentes coronéis Emerson Farias e Antônio Markus Lima, responsáveis pelo Comando de Policiamento do Interior e da Área do município de Barra do Corda, respectivamente, além do major Jadiel Sousa, da Área de Caxias, foram afastados dos cargos por determinação do governador e do secretário estadual de Segurança Pública, Jefferson Portela, os quais negam, com veemência, o suposto esquema de espionagem.

O deputado Eduardo Braide lamentou a “força bruta” da base governista em não dar a oportunidade para que os oficiais pudessem publicizar suas versões acerca do assunto.

A verdade é que os deputados que fazem oposição ao governo mais parecem um voz no deserto, clamando/gritando e ninguém os ouvindo, exatamente por serem em menos quantidade.
A força-bruta já começa no “cabeça” da Casa, presidente Othelino Neto.

Os deputados tendo essa atitude em, mais uma vez, trabalharem a fim de abafar caminhos tortuosos e prejudiciais à população, dão mostras claríssimas de que, realmente, as suas preocupações parlamentarem passam é longe do que diz respeito à transparência e ao bem do povo.

E outra, quem não deve, não teme!
Já que o governador grita aos 4 cantos de que isso é armação e perseguição política, essa não seria uma ótima oportunidade de provar isso?

Pois é! Mas pelo visto, eles devem, por isso, eles temem!

Retrato do vergonhoso Plenário Simão Estácio da Silveira

Intervenção Federal

Na última terça-feira, 24, dez partidos de oposição protocolaram na Procuradoria Geral da República, em Brasília, documento solicitando intervenção federal no sistema de Segurança Pública do Maranhão até o fim das eleições de outubro.

CPI´S – Continuam tramitando na Assembleia propostas da oposição que visam instalar pelo menos duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI´S).

A primeira terá como objetivo apurar justamente o suposto esquema de fichamento de políticos não alinhados à Flávio Dino.

A segunda atinge a gestão do comunista e o próprio Jefferson Portela, acusado pelo deputado Raimundo Cutrim (PC do B) de ter obrigado um policial militar a envolver seu nome em um esquema de milicianos.

O grupo criminoso foi desarticulado no mês passado. Vários policiais civis e militares foram presos, dentre eles o ex-superintendente estadual de Investigações Criminais, delegado Tiago Bardal.

Os pedidos de CPI´S ainda não contam com as 14 assinaturas necessárias para as suas instalações.

Justiça determina imediata suspensão de provimento de vagas reservadas em concurso da Polícia Militar do Maranhão

A Ação proposta pela Defensoria Pública do Maranhão requereu tutela cautelar em caráter de urgência, em desfavor do Estado e a imediata suspensão da 2° fase do concurso
 

A Vara de Interesses Difusos e Coletivos da Comarca da Ilha de São Luís, que tem como titular o juiz Douglas Martins, deferiu tutela de urgência determinando ao Estado do Maranhão a imediata proibição do provimento de 5% (cinco por cento) do total geral das vagas destinadas aos cargos de 1º Tenente do Quadro de Oficiais de Saúde da Polícia Militar (ambos os sexos) e de Soldado do Quadro de Praça da PMMA (ambos os sexos), no concurso regido pelo Edital 01 – PMMA, de 29 de setembro de 2017. A decisão determina que essas vagas permaneçam reservadas e na condição de sub judice até que a Justiça decida, em caráter definitivo, sobre a ilegalidade de item do Edital de abertura do concurso.

A ação, proposta pela Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE), requereu tutela cautelar em caráter de urgência em desfavor do Estado e a imediata suspensão da segunda fase do Concurso Público da Polícia Militar do Maranhão (denominada Curso de Formação), até que seja analisada, pelo Poder Judiciário, de forma definitiva, a legalidade do item 9.16 e seus subitens do referido Edital, em cujo dispositivo a Junta Médica da Secretaria Estadual de Gestão e Previdência – SEGEP/CEBRASPE fundamentou a exclusão de todos os candidatos que participavam do certame na condição de pessoa com deficiência (PDC).

Ao decidir pela suspensão do concurso em relação ao percentual de cinco por cento, antes reservado para pessoas com deficiência, o juiz fixou multa diária, em caso de descumprimento, no valor de R$ 10 mil, a ser revertida ao Fundo Estadual de Direitos Difusos. Ele designou audiência de conciliação para o dia 3 de maio próximo.

A DPE narrou que o Estado do Maranhão, por meio da SEGEP, está realizando concurso público para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para os cargos de “Primeiro Tenente do Quadro de Oficiais de Saúde da Polícia Militar do Maranhão” (cargo de nível superior) e “Soldado do Quadro de Praça” (cargo de nível médio). “Para ambos os cargos, o Edital previu que 5% das vagas seriam destinadas a pessoas com deficiência. Nesse sentido, relata que, no dia 11 de dezembro de 2017, teria sido publicada a relação final dos candidatos que tiveram inscrição deferida para concorrerem aos cargos na condição de pessoa com deficiência”, explica a decisão.

A DPE alega que, quando da convocação para participação no Curso de Formação, nenhum dos candidatos com deficiência, aprovados nas outras etapas do certame, foi convocado.

A Defensoria atribui a não convocação ao obstáculo imposto pelo item 9.16 do Edital nº 01, o qual retiraria do candidato PCD a condição de permanecer no certame no rol de pessoas com deficiência, e que teria servido de base para a Junta Médica eliminar todos os candidatos PCD do concurso público, impedindo-os de participar da segunda fase que é composta pelo Curso de Formação.

Sobre o processo

Segundo a decisão, o Estado do Maranhão se manifestou alegando que não condiz com a realidade os fatos mencionados no pedido da DPE, citando alguns candidatos inscritos na condição de pessoa com deficiência que teriam sido convocados para a segunda fase do certame. Por isso, requereu o indeferimento do pedido de tutela de urgência. No caso em tela, o Ministério Público também se manifestou e requereu o deferimento do pedido de tutela de urgência.

Para o Judiciário, o Estado equivoca-se ao referir que alguns candidatos inscritos na condição de PCD teriam sido convocados para o curso de formação. “Em verdade, os candidatos referenciados pelo Estado em sua manifestação, embora inscritos na condição de PCD e aprovados nos exames médicos, não foram considerados pela Perícia Médica como pessoas com deficiência, conforme item 6.1 do Edital nº 10 – PMMA, de 23 de março de 2018. Daí que figuraram no resultado final da primeira etapa do concurso (edital 11 – PMMA) na lista geral de aprovados”, entendeu o juiz, enfatizando que os candidatos que possuíam alguma deficiência foram considerados inaptos nos exames médicos e não chegaram a passar pela Perícia Médica. “A perícia médica do concurso extrapolou os limites de sua atuação prevista no edital e, nesta etapa, procedeu a verdadeiro exame de compatibilidade da deficiência apresentada com as atribuições do cargo, em desacordo com a legislação de regência que prevê que este exame se dará durante o estágio probatório, nos termos do que preveem o Decreto Federal nº 3.298/1999, em seu art. 43, §2º, e a Lei Estadual nº 5.484/1992”.

Douglas Martins explica que o próprio edital do concurso público deixa claro que o exame de compatibilidade da deficiência apresentada com as atribuições do cargo será feito durante o estágio probatório, ressalvando a exoneração como consequência para os casos em que seja verificada a incompatibilidade. “Portanto, resta evidenciado que a perícia médica, ao proceder com esse exame em etapa anterior do concurso, violou a legislação de regência e as próprias normas do edital do certame, que preveem que esta avaliação se dará durante o estágio probatório, em caso de eventual aprovação do candidato nas demais etapas, naturalmente”, relatou na decisão.

Para o magistrado, o perigo da demora é evidente, visto que o concurso está em andamento, atualmente em sua segunda fase, que é o curso de formação iniciado no dia 2 deste mês, advindo disso grande prejuízo aos candidatos que se inscreveram na condição de PCD.

Deputado Júnior Verde coordena reunião com comissão de sub judice do concurso da PM

O presidente da Comissão de Administração Pública, Seguridade Social e Relações de Trabalho, deputado Júnior Verde (PRB), participou, na manhã desta quinta-feira (26), de uma reunião com integrantes da comissão de sub judice do concurso da Polícia Militar do Estado.

Durante o encontro, realizado no Auditório Neiva Moreira do Complexo de Comunicação da Assembleia Legislativa, o deputado fez um relato dos entendimentos mantidos com órgãos do Governo do Maranhão para garantir a convocação e nomeação dos sub judice.

Júnior Verde explicou que continuam em andamento os pleitos formulados à Secretaria de Estado da Gestão, Patrimônio e Assistência dos Servidores (Segep) e à Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan).

“Graças à luta destes jovens dedicados e abnegados, que hoje são uma verdadeira família, a família sub judice, obtivemos muito recentemente mais uma conquista: agora já mais 59 sub judice com a convocação bem adiantada, e apenas aguardando a nomeação”, declarou o deputado.

O deputado ainda foi foi enfático ao dizer que a assessoria jurídica de seu gabinete vem acompanhando diretamente a situação dos sub judice, para que todos tenham a chance de ser convocados e nomeados.

Júnior Verde assinalou que, progressivamente, mediante entendimentos com o Governo do Estado, está sendo resolvida a situação jurídica dos classificados no concurso da Polícia Militar realizado em 2012.

Durante a reunião desta quinta-feira, que contou com a participação de um colegiado representativo da categoria, Júnior Verde reafirmou a sua disposição de resolver a situação dos sub judice da PM. Ele destacou que é uma situação legítima e justa, pois é preciso aumentar o contingente policial do estado.

– O Governo tem demonstrado que possui a intenção de resolver esse problema. Inclusive, quando da entrega da pauta de trabalho da nossa Comissão de Administração Pública, colocamos em destaque os encaminhamentos para se resolver o problema dos sub judice – frisou Júnior Verde.

Ele lembrou que, desde a criação da Comissão dos Sub Judice, foram realizadas reuniões com a Procuradoria Geral do Estado, com o Tribunal de Justiça do Estado e com a Segep, Seplan e a Secretaria de Estado da Segurança Pública.

– O mais importante de tudo é que avança cada vez mais esta nossa luta em prol da convocação e da nomeação de todos vocês – afirmou Júnior, para a plateia, que lotou o Auditório Neiva Moreira. Ao final da reunião, integrantes da Comissão dos Sub Judice fizeram questão de manifestar agradecimentos pelo apoio e empenho do deputado Júnior Verde.

– Não podemos deixar de reconhecer este esforço do deputado Júnior Verde em favor da nossa causa. Ele está o tempo todo do nosso lado, e isto nos anima e nos encoraja a não desistir da luta – declarou Bernardo Júnior, que falou em nome da Comissão dos Sub Judice.

Dez partidos políticos do Maranhão pedem intervenção federal na Segurança Pública do estado

Dez partidos de oposição ao governo Flávio Dino (PCdoB) pediram nesta terça-feira (24) à Procuradoria Geral da República a decretação de intervenção federal na Secretaria de Segurança Pública do Maranhão.

Os partidos alegam o ofício expedido pelo comando da Polícia Militar ordenando que todos os batalhões do Estado monitorassem os adversários políticos do governo. O pedido se baseia no artigo 34 da Constituição, diferente da argumentação legal usada para a intervenção militar no governo do Rio de Janeiro, baseada no artigo 84 da Carta.

A representação é assinada por MDB, PSDB, PSD, PV, PHS, PMB, PODEMOS, PRTB, PSDC e PSC. O documento do Comando de Policiamento do Interior da PM maranhense determina a identificação de políticos opositores “ao município” ou ao “Estado” que possam “causar embaraços no pleito eleitoral” e ainda manda transferir policiais envolvidos com política.

Assim que o caso veio à tona, Dino ordenou a exoneração de dois oficiais da PM responsáveis por emitir e depois distribuir o ofício. Na segunda, ao saber do pedido de intervenção, o governador reagiu no Twitter acusando a “máfia” do Maranhão de usar o episódio de forma política.

“A máfia maranhense agora quer intervenção federal no Maranhão com base em papel assinado por um oficial de quinto escalão da PM. Não querem eleições, querem ‘tapetão’. Devem ter saudade do tempo da ditadura militar, quando mandavam sem ter votos”, disse o governador.

Igreja da Colheita, em São Luís, está sendo ponto de apoio para arrecadação de donativos às famílias atingidas pelas fortes chuvas

Com o objetivo de servir e socorrer as famílias atingidas pelas fortes chuvas, A Igreja da Colheita de São Luís, se uniu à Cruz Vermelha, INAMA e UNIPAS-MA, na Campanha de arrecadação de donativos às vítimas das fortes chuvas que, ultimamente, têm ‘caído’ na capital, comprometendo casas, alimentos e deixando muitas destas famílias até mesmo sem água para beber.

Funcionando como mais um ponto de apoio, a Igreja da Colheita, presidida pelo bispo Renato Chaves, se comprometeu com a iniciativa das instituições acima citadas e entrou na Campanha desde ontem, domingo, 22. Ontem mesmo a igreja já começou a contribuir, levando doações à sede, localizada no Recanto Vinhais.

Segundo o bispo Renato, socorrer significa correr em detrimento de um GRITO e é exatamente por ouvir o grito de milhares de famílias que estão ao nosso redor precisando de ajuda, que a igreja se disponibilizou em ir ao encontro do grito de socorro destes afetados.

Ajudar é mais do que um ato de solidariedade. É entender que, como seres humanos, nossa vida de nada vale nessa terra se não servirmos para melhorar a vida do próximo, se não formos alimento que sacia “as suas fomes”.

Quem puder e quiser contribuir, pode estar doando roupas, sapatos, alimentos, água e material de higiene.
A Igreja da Colheita fica localizada na Rua Santo Antônio, 14, Recanto Vinhais – Curva do 90.

O horário para as doações pode ser feito todos os dias, em tempo comercial.

Reino dividido: PM preso acusa secretário de Flávio Dino de forçá-lo a envolver deputado, da base governista, em esquema de contrabando

O governo comunista de Flávio Dino parece desmoronar com bombas diárias, graças aos seus próprios aliados e funcionários

Preso preventivamente em São Luís (MA) desde fevereiro, acusado em operação contra contrabando de armas, cigarros e bebidas, o policial militar Fernando Paiva Moraes Júnior afirmou, em depoimento à Justiça Federal do Maranhão, que foi coagido pelo secretário de Segurança Pública do governo Flávio Dino (PCdoB), Jefferson Portela, a fazer delação premiada e envolver, em irregularidades, o deputado estadual Raimundo Cutrim (PCdoB). A coação, segundo ele, ocorreu durante reunião no Ministério Público Federal, sem a presença de seus advogados. Portela o induziu a mentir. O PM moveu queixa-crime contra Portela.

No início do depoimento à Justiça Federal, Paiva dispensou auxílio da Defensoria Pública e, questionado sobre sua colaboração pelo juiz, denunciou: “Meritíssimo, eu fui coagido a fazer esta delação premiada, fui coagido pelo secretário de segurança Jefferson Portela e por um coronel que me conduziu”.

O soldado diz que foi tirado de sua cela à noite. “Primeiro, eu perguntei o motivo de estar sendo tirado da cela. Disseram que captaram a ligação de alguém e que eu corria risco de vida”. 

Depois recolheram uma rede da cela sob a alegação de que ele poderia se enforcar, “e fui colocado numa cela separada no comando geral, onde fazia as necessidades em um balde. Fui tratado como um lixo”.

Ele diz ter sido levado para o Ministério Público Federal, sem contato com seus advogados e, lá, teria se encontrado com o secretário de Segurança Pública do Maranhão. “Quando eu cheguei lá, o secretário de segurança pública Jefferson Portela começou a dizer que eu devia colaborar com ele, porque eu era o mais novo que tinha sido preso, que estaria correndo grande risco de perder minha farda e todos os meliantes que eu já prendi poderiam tomar ciência disso e depois atentar contra minha vida”.

Segundo o PM, Fernando Paiva, o secretário de Segurança do Maranhão, Jefferson Portela, o ameaçou para acusar o deputado estadual Raimundo Cutrim em caso de contrabando

Jefferson ainda diz que o chefe da pasta tentou induzi-lo a “falar nomes de pessoas”. “Queria formar um circo, um teatro, para que pudesse inserir as pessoas que estivessem sendo investigadas e algumas que não estivessem para que fossem envolvidas na situação do contrabando”.

– Ele queria o tempo todo que eu dissesse que o delegado Tiago Bardal estivesse dentro do sítio. Ele queria o tempo todo que eu dissesse que o delegado Raimundo Cutrim, que é o atual deputado, tivesse dentro do sítio também. Ele queria que eu falasse. Por ele, eu poderia contar a história mais mirabolante que fosse, mas envolvendo eles, entendeu? O delegado Ney Anderson, que eu não conheço. Eu não conheço o deputado Raimundo Cutrim. Também não conheço o delegado Bardal – relatou.

O Ministério Público Federal garante que a versão do soldado é inverídica. Por meio de sua conta de Facebook, o secretário de Segurança Pública do Maranhão reagiu: “o Soldado Paiva, preso por integrar a Ocrim, agora se diz coagido a delatar seus comparsas. Será processado por mais um crime”.

Diário do Poder

Em Brasília, deputado Júnior Verde busca investimentos para setores produtivos do Estado

Cumprindo agenda em Brasília, durante toda a semana passada, o deputado estadual Júnior Verde (PRB) participou de diversas reuniões em busca de investimentos para pescadores e avanços nos setores produtivo do Estado.

Na terça-feira, 17, o deputado foi recebido pelo secretário nacional da Pesca e Aquicultura, Dayvison Sousa, com quem discutiu sobre o Decreto 9330, que entra em vigor no próximo mês e regularizou a Secretaria Especial da Agricultura e Pesca, dotando a pasta de autonomia para desenvolver mais projetos na área.

– Foi um esforço que valeu a pena. Agora, o setor está mais organizado, com um novo sistema que vai dar mais segurança aos pescadores que precisam ter acesso aos benefícios sociais – explicou o deputado.

O sistema foi desenvolvido em Brasília e fez uma atualização cadastral, além de cruzar informações dos trabalhadores.

Já na quarta-feira, 18, o parlamentar se reuniu com o diretor da Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Ministério das Cidades, Francisco Araújo e o deputado federal Cleber Verde.

– Foram reuniões extremamente positivas, nas quais cobrei mais atenção para nossos trabalhadores e investimentos nos setores produtivos. Com essas articulações, vamos conseguir resultados concretos e positivos para nosso Estado – concluiu Verde.

Ato público em favor do secretário de Saúde Carlos Lula ; quem vai pagar essa conta no Hotel?

Ontem recebi a seguinte mensagem no celular:
“Rapaz, esse povo tá (sic) pra ficar louco com esse Ato em favor de Carlos Lula.
Ninguém quer Lula, coitado. Tá sendo enxotado de tudo que é lugar, que nem ….” (sic)

Após ser vetado em dois locais, o Ato em apoio ao secretário Carlos Lula, vai acontecer em um espaço privado de São Luís

Não seria preciso eu terminar de escrever a mensagem que recebi. Deu para ter uma noção do final dela.
Enfim!

A mensagem (que me abriu ideia para escrever esta matéria) diz respeito ao Ato que, desde a semana passada, pessoas (??) em solidariedade ao secretário de saúde, Carlos Lula, querem fazer nesta segunda-feira, 23, a fim de apoiá-lo e desmistificar uma suposta onda de investigação que inclui o secretário de saúde, após o mesmo ser citado pelo ex-médico Mariano de Castro, sobre o caso de corrupção na Saúde do Maranhão. Esquema este, que já foi revelado e que começou desde o ex-secretário Marcos Pacheco, que, inclusive, foi exonerado do cargo exatamente por desvios do dinheiro público.

O mais cômico é que, é esse mesmo Marcos Pacheco, exonerado e ex-secretário, que está encabeçando o Ato em apoio ao colega.
Lula nega tais acusações e, talvez, seja por isso que o ex-secretário tenha tomado tal iniciativa por saber que, realmente, o “bolo” caiu no colo de Carlos Lula, de graça.

O Ato quer passar a impressão para as pessoas de que Carlos Lula está sendo perseguido pela Polícia Federal, Ministério Público Federal (MPF) e Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), como ele mesmo já disse isso em entrevista, ao vivo.

A verdade é que, como dizia na mensagem que recebi, “ninguém quer Carlos Lula”

E, ao que parece, não querem mesmo.

Primeiro saiu a informação de que o Ato aconteceria (hoje) na sede do Conselho Regional de Medicina – CRM. Horas depois o Presidente da Associação dos Médicos do Socorrão I e II, Érico Cantanhede, publicou em sua rede social que não concordava com o Ato em apoio ao secretário, visto que, segundo ele, “há uma insatisfação de uma maioria esmagadora da minha categoria, haja visto o grau de insatisfação e reclamações nas mídias sociais após a divulgação desse “ato de apoio” não só pelas denúncias envolvendo a pasta da saúde, que devem ser exaustivamente investigadas para que se tenha seu amplo direito de defesa que é reservado para todos sob a luz constitucional brasileira”.

Após esse fora dado pelo médico e Presidente, o jeito foi “rebocar” a agenda para um espaço na OAB/MA, ainda para a mesma data, 23.

Só que a Diretoria da Seccional Maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também vetou o uso da estrutura da instituição para o Ato. Ou seja, nos dois locais programados e divulgados para o evento, médicos e advogados se revoltaram e protestaram em redes sociais e rodas de conversas. Afinal, o que uma atividade política dessa natureza tem a ver com esses locais?

Sendo duplamente despachado, o jeito foi procurar um local privado para a realização do Ato político, o qual já está marcado para acontecer no Gran Hotel São Luís, hoje, a partir das 18h30.

A pergunta que fica é: – quem é mesmo que vai pagar essa conta?
Não vou nem dizer a minha suposição.

Enfim!

Representantes de quatorze partidos se rendem ao Poder do governo e à ‘máquina’ do estado em um Encontro político-partidário com Flávio Dino

Representantes de quatorze partidos se renderam ao Poder do governo e à ‘máquina’ do estado e em um Encontro político-partidário mostraram estar ao lado de Flávio Dino (PCdoB), na disputa eleitoral deste ano, onde o governador busca a sua reeleição. O apoio aconteceu regado a um jantar no Palácio dos Leões.
Ou seja, Flávio Dino usando a estrutura da Casa Governamental para fazer campanha antecipada e dar as ordens necessárias aos presidentes em tom de “a campanha já começou”.

O retrato do uso do bem público para a clara demonstração de abuso de poder

Segundo informações de alguns presentes, o governador ouviu, pacientemente, algumas demandas dos presidentes, que em sua maioria, são deputados, além de pedidos de apoio às, também, suas reeleições.

Aproveitando a presença dos dirigentes partidários, Dino lançou os nomes que vai apoiar para as 2 vagas do Senado: Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS).
Um apoio declarado que lhe custou rompimentos políticos e de longas amizades, a exemplo dos Deputados Federais, Zé Reinaldo e Waldir Maranhão.

A verdade é que eu nunca entendi esse apoio, nos 45 minutos do segundo tempo, para a perdida Eliziane Gama, a qual já deveria era pensar em aposentar as saias.

Mas isso já vai ser algo que vai acontecer automaticamente, visto que esta não ganha eleição nem se fosse para outro mandato de deputada – imagine Senadora -, aí, só assim, ela vai aquietar o faxo.
Talvez seja até isso que Flávio Dino esteja mesmo planejando. Fazer a doidinha perder o mandato dela.

Chapa majoritária

Ao que parece, o homem-bibelô Carlos Brandão (PRB), vice-governador de enfeite, vai continuar ao lado do maior ditador do estado, na chapa majoritária.

Participaram do encontro, dirigentes do PCdoB, PT, PPS, PRB, PTB, PTC, SD, PEN, PSB, PP, DEM e PR. Ficou definido que Flávio Dino será candidato à reeleição, Carlos Brandão (PRB) a vice e os deputados Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS) foram dados como favoritos à disputa para o Senado.

Em tempo

Na início da semana, eu mesma, fui uma das blogueiras que publicou a Ação do Ministério Público contra a ex-prefeita de Lago da Pedra Maura Jorge (PSL) e pré-candidata ao Governo do Estado, por antecipação de campanha eleitoral, ao fixar em diversos locais de São Luís outdoors em que aparece ao lado do pré-candidato a presidente, Jair Bolsonaro, com a frase “Unidos somos fortes”. Na ação, o MPE pede à Justiça Eleitoral que a pré-candidata seja punida com multa que varia de R$ 5.000,00 a R$ 20.000,00.

E diante dessa escancarada atitude de campanha antecipada de Flávio Dino com os seus surcursais, o que o MPE tem a dizer sobre isso?

Ditadura: Ordem de Flávio Dino é para que sua Polícia Militar se mobilize em espionar adversários políticos em todo o Estado

Segundo afirmou o Jornal O Estadão, de São Paulo“documento da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão determina identificação de adversários e um ‘levantamento eleitoral’ das forças de segurança do Estado.
Comandante geral da PM do Maranhão, Jorge Luongo, afirmou que o documento ‘é um equívoco grave e sem precedentes.”

COAÇÃO: Não é à toa que o governo comunista é considerado o mas abusivo e perseguidor de todos os tempos na política maranhense. A própria ditadura instalada no Maranhão

A Polícia do governo Flávio Dino (PC do B) – candidato à reeleição no Maranhão – emitiu nesta quinta-feira, 19, ordem expressa aos batalhões militares para monitorar opositores políticos durante as eleições de 2018. Documento da Secretaria de Segurança Pública maranhense determina identificação de políticos opositores ‘ao município’ ou ao ‘Estado’ que possam ‘causar embaraços no pleito eleitoral’ e ainda manda transferir policiais envolvidos com política.

A ordem foi emitida pelo Comando de Policiamento do Interior (CPI) aos Batalhões da Polícia Militar e pede um ‘levantamento eleitoral’ das forças de segurança do Estado.

O comandante geral da PM do Maranhão, Jorge Luongo, afirmou que o documento ‘é um equívoco grave e sem precedentes, não autorizado pelo Comando da Instituição Policial Militar’. “Logo que este equívoco foi identificado, tomou medidas imediatas para corrigir tal erro e tornar sem efeito tais medidas, assim como instaurou um procedimento de apuração legal para as devidas providencias que o caso requer”.

Na Assembleia Legislativa, opositores a Dino reagiram com veemência à ofensiva da polícia. “Isso é uma Venezuela, uma Coréia do Norte no Maranhão”, afirmou o deputado Souza Neto (PRP).

Segundo o documento, ‘os comandantes das UPM’s deverão informar as lideranças que fazem oposição ao governo local (ex-prefeito, ex-deputado, ex-vereador) ou ao governo do Estado, em cada cidade, que podem causar embaraços no pleito eleitoral’.

No ‘levantamento eleitoral’ exigido pelo Comando a todas as unidades, há uma tabela com quesitos que devem ser preenchidos, como os nomes dos juízes eleitorais de cada comarca, locais de votação, atuais prefeitos e o delegado regional.

No mesmo documento, em uma ala de ‘informações complementares’, constam outros quesitos, como aquele em que devem ser identificados os opositores, e ainda outro.

“Os comandantes da área deverão informar se existem policiais militares envolvidos com políticas, para que no período eleitoral sejam deslocados para outras cidades, a fim de evitarem transtornos no período eleitoral.”

Nota do Comando Geral da PMMA

“A Polícia Militar do Maranhão vem a público esclarecer que o documento que circula nas redes sociais onde supostamente se determina às Unidades do Interior que identifiquem lideranças antagônicas ao Governo Local e Estadual é um equívoco grave e sem precedentes, não autorizado pelo Comando da Instituição Policial Militar, que na sua gênese procurava tão somente catalogar dados informativos e estatísticos que subsidiassem um banco de dados para a elaboração do planejamento do policiamento das eleições 2018.

Informa que logo que este equívoco foi identificado, tomou medidas imediatas para corrigir tal erro e tornar sem efeito tais medidas, assim como instaurou um procedimento de apuração legal para as devidas providencias que o caso requer”.

Coronel PM Jorge Luongo – Comandante geral da Polícia Militar do Maranhão