Flávio Dino deve estar incluso: Governadores do Nordeste visitarão Lula amanhã, 10 de Abril

Os governadores de estados do Nordeste estão se preparando para realizar uma visita em conjunto ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está em preso desde o último sábado (7) na carceragem da Polícia Federal em Curitiba

Todo mundo sabe, até porque sempre deixei muito claro, que não tenho nenhum tipo de afinidade política, pessoal e nem partidária com o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).
Mas, por ironia da vida, somos do mesmo lado, no que diz respeito ao ex-presidente Lula.
Se tem uma coisa, talvez a única, que – mesmo de longe – estamos alinhados é quando se trata do maior político (mesmo encarcerado) do Brasil.
Flávio Dino e alguns outros governadores do Nordeste estão se preparando para amanhã, 10 de Abril, fazer uma visita ao ex-presidente.
De acordo com informações do Portal Vermelho, apenas o governador de Pernambuco ainda não confirmou a sua ida à Curituba. A visita está sendo organizada pelo governador petista do Ceará, Camilo Santana.
Flávio Dino, como ex-Juiz de Direito, sempre se mostrou contrário à prisão do ex-presidente do PT e, na maioria das vezes, recorreu ao seu passatempo preferido, onde funciona, hora para esbravejamentos, hora para muro das lamentações, hora para ironias e deboches, hora para recados diretos, etc… (TWITTER).
Na última quinta-feira, 5 de Abril, dia em que o Juiz de Direito Sérgio Moro, decretou a prisão de Lula, o governador comunista, conhecedor de Leis, escreveu no Twitter que a “prisão antes mesmo de esgotados recurso em 2° instância e antes de finalizado o debate constitucional no Supremo, só se explica por ansiedade ou parcialidade. Ou os dois erros, simultaneamente”.

A impressão que tenho é a de que o Brasil deu errado desde o começo ; como se os problemas estivessem arraigados na sua história

O Brasil afundou tanto que, pela primeira vez, desde a volta à democracia, em 1985, os comandantes do Exército se permitem fazer pronunciamentos políticos e lançar ameaças veladas. Agora descobre-se que muitos brasileiros “perderam a vergonha” de defender a ditadura, como diz Clóvis Rossi na Folha de S. Paulo. São os que colocaram em segundo lugar nas pesquisas para a eleição de outubro o ultradireitista Jair Bolsonaro, um sujeito que se negou a condenar o assassinato da vereadora e ativista Marielle Franco, no Rio de Janeiro, outra recente comoção no país.

O maior presidente que esse País já viu, aclamado pelo povo!

El País – com alterações

“Em que momento o Brasil se ferrou? Em 1500, quando os portugueses chegaram”.
A ironia do jornalista brasileiro, Clóvis Rossi, poderia ser ecoada por milhões de compatriotas. É uma sensação muito comum, como se algo estivesse dado errado desde o princípio, como se seus problemas estivessem tão arraigados na história que dificilmente terão uma solução. O saque colonial, um sangrento regime escravista que chegou até quase o século XX, uma independência sem heróis proclamada pelo herdeiro de um rei português. Com uma bagagem assim, são muitos os que pensam que seu país já nasceu ferrado e que a desigualdade social, a violência e a corrupção fazem parte de sua natureza.

Há apenas uma década, tudo era muito diferente. Em 2008, enquanto a Europa e os Estados Unidos mergulhavam numa crise econômica, o Brasil batia recordes de crescimento – 7,5% ao ano. O velho mito do país do futuro parecia a ponto de se tornar realidade. Aquilo era uma potência que despontava, um gigante com uma população de 200 milhões de pessoas que aspirava a desempenhar um papel crucial à frente da coalizão de nações emergentes. O mundo confiava tanto no Brasil, e os brasileiros estavam tão seguros de si mesmos, que de uma só tacada organizaram a Copa do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos. E no comando, um herói popular, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cortejado pela elite da política mundial.

Como se tudo aquilo tivesse acontecido em 1500, e não anteontem, o Brasil é hoje um país arrasado pela crise política e moral. Nem sequer o anúncio da retomada da economia, após três anos desastrosos, conseguiu aliviar os ânimos. O Brasil tem um presidente, Michel Temer, rejeitado por mais de 90% dos cidadãos. Tem um Congresso com dezenas de parlamentares, incluindo os líderes dos principais partidos, investigados por corrupção. Registra 60.000 homicídios por ano, com uma guerra cotidiana nas favelas e 725.000 presos amontoados nas cadeias – a terceira maior população carcerária do mundo. Até mesmo Lula, agora preso, condenado por corrupção e deixando para trás a imagem de um país devastado, entre a raiva de seus seguidores e a euforia dos que comemoram sua desgraça. Tudo isso em meio a um dos momentos mais frágeis da democracia e com uma atividade econômica que ainda não entrou no círculo virtuoso que um dia este país experimentou.

O Brasil afundou tanto que, pela primeira vez desde a volta à democracia, em 1985, os comandantes do Exército se permitem fazer pronunciamentos políticos e lançar ameaças veladas. Agora descobre-se que muitos brasileiros “perderam a vergonha” de defender a ditadura, como diz Clóvis Rossi na Folha de S. Paulo. São os que colocaram em segundo lugar nas pesquisas para a eleição de outubro o ultradireitista Jair Bolsonaro, um sujeito que se negou a condenar o assassinato da vereadora e ativista Marielle Franco, no Rio de Janeiro, outra recente comoção no país.

Mas, sem voltarmos a 1500, quando foi que realmente tudo começou a dar errado? Há uma data fundamental: 2013. Já com Dilma no poder, a estratégia do PT de se proteger da crise mundial injetando dinheiro público na economia dava sinais de cansaço. E, de repente, o mal-estar explodiu. A fagulha foi algo que parecia insignificante: o aumento da tarifa do transporte público. Mas aquilo acendeu um pavio que se espalhou pelo país inteiro, com mobilizações protagonizadas por jovens de esquerda. Dilma ainda venceu as eleições do ano seguinte com a diferença de votos mais apertada da História, mas a situação piorou rapidamente. O Brasil mergulhou na pior crise econômica em 100 anos. Para completar o que Rossi chama de “combinação letal”, as investigações dos contratos da Petrobras revelaram que o sistema político se alimentava de um gigantesco esquema de corrupção.

“Nos anos anteriores o consumo havia se ampliado e surgia uma nova mentalidade de exigência da qualidade dos produtos”, explica a socióloga Fátima Pacheco. “Essa ideia se trasladou à política. O antigo ditado “rouba, mas faz” se transformou em “se rouba, não faz”. A tensão ganhou as ruas entre 2015 e 2016. Agora os manifestantes eram outros: a classe média, que sofria a crise e se indignava com os escândalos.

Os até então sócios de centro-direita do PT reagiram destituindo Dilma. Para a esquerda, foi o equivalente a um golpe de Estado, golpe este que seria completado agora, segundo Lula, com a sua prisão. A presidenta foi substituída por alguém tão impopular quanto ela, seu vice, Michel Temer. “E a perda de credibilidade se estendeu por todo o sistema político”, afirma Pacheco.

Clóvis Rossi tem 75 anos e eu, Mônica Alves, com meus 32 anos, pela primeira vez na vida, assistiremos, em Outubro a uma eleição direta sem Lula. Com a ausência daquele que, apesar de tudo, continuava sendo favorito. Ninguém tem a menor ideia do que pode acontecer. Com um debate público cada vez mais violento e a ameaça de Bolsonaro, muitos brasileiros temem que o pior ainda está por vir.

Lula decide não se entregar e será protegido pelo povo brasileiro

Brasil 247

Para cumprir sua ordem ilegal de prisão, que fere o trânsito em julgado até mesmo na segunda instância, Sergio Moro terá que mandar furar o bloqueio de milhares de pessoas que cercam o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e protegem Lula, o melhor presidente da história do Brasil.

Segundo o senador Roberto Requião (MDB-PR), Moro agiu fora da lei e está a serviço de interesses internacionais. Estradas foram bloqueadas em vários estados e o Brasil pode estar à beira da guerra civil, graças à ação antinacional da Rede Globo e à irresponsabilidade da ministra Cármen Lúcia.

O jornalista Ricardo Kotscho publicou na Folha, nesta manhã, 6, um artigo com o título Lula decide não ir para Curitiba. Diz ele:

“Às 8h30 da manhã desta sexta-feira (6), a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) era não ir a Curitiba para se entregar à Polícia Federal.

Lula passou a noite no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP), em companhia dos filhos, amigos e dirigentes do partido, e lá pretende ficar durante o dia”.

Em tempo

Mesmo discordando com o mandado de prisão ao ex-presidente Lula, discordo, na mesma forma, ele não se entregar.

Lula precisa evitar que haja mais transtornos em torno de seu nome e pessoa. Uma rebelião ou guerra civil precisa ser evitada, pois em nada isso nos agrega ou melhora a democracia no Brasil.

Não concordo com a sua prisão, com a perseguição desavergonhada e seletiva unicamente com o intuito de lhe parar. Mas, já que chegou nesse limite, pode-se lutar de outra forma.

A notícia sobre a prisão do ex-presidente Lula de uma forma diferente

Eu sei que mesmo me recusando em dar a informação mais polêmica da noite e que toda a imprensa noticiou com a maior agilidade possível, a realidade dos fatos não vai mudar só porque eu não concordo, noticio ou não.

Se a democracia do País hoje foi violentada e estuprada, o que seria apenas a minha voz em meio a tantos leões vorazes sedentos pelo Poder?

Não, eu não quero dar a mesma informação sobre o pedido de prisão expedido pelo Juiz Sérgio Moro, ao ex-presidente Lula, como todo mundo deu. Até porque já diz a minha mãe desde que eu me entendo por gente, “tu não é todo mundo”.

Por eu não ser todo mundo é que eu não sou obrigada a ir pela cabeça dos outros ou pela lavagem cerebral que a grande imprensa faz na cabeça de muitos dos meus colegas brasileiros, condenando um ex-presidente, sem provas. Podem me julgar!

Por eu não ser todo mundo é que eu não sou obrigada – por ser jornalista – a odiar Lula e bradar que ele merece ir para a cadeia para que o Brasil volte a sonhar.

Eu não acredito em contos de carochinha e muito menos acredito em falácias batidas e clichês de quem só sabem repetir o que ouve os outros falando.

Eu já falei em uma notícia anterior (reveja AQUI) que a corrupção no país não vai acabar com a prisão ou não de Lula.
A prisão de Lula só vai servir para massagear o ego de homens poderosos e que nunca se conformaram em como o Brasil virou o país do povo na gestão do ex-presidente.

O problema não é a corrupção que assola a Nação desde o nascimento dela e que, além de estar na Justiça, no Congresso, no Senado, nos Palácios, nas Câmaras e nas Assembleias, está também na quitanda da rua da periferia, está também com os grandes empresários, quando estes se recusam a pagar impostos e dão jeitinho brasileiro com as suas notas frias.
A corrupção está também quando você recebe um troco a mais do que deveria e não devolve.
A corrupção está quando você quer usar um cartão de plano de saúde que não é seu.
A corrupção está no jeitinho brasileiro que todo brasileiro batedor de panela quer ter de privilégios. A corrupção está também no uso do cartão do bolsa-família que você usa e nem precisa!

Enfim! A corrupção não nasceu com Lula e nem vai morrer com ele.
O Brasil é sujo e continuará sendo enquanto eu achar que a responsabilidade de fazer as coisas certas é apenas do meu vizinho, colega de trabalho, do meu próximo. De todo mundo, menos minha.

Eu mais uma vez volto a afirmar que não estou dando a minha cara à tapa tentando defender cegamente o Lula.
Assim como clamam, invocam que ele pague por um preço de algo errado que possa ter cometido, porque essa mesma “sangria” e sede de vê-lo atrás das grades não se atém a tantos outros políticos que, descaradamente e comprovadamente, estão depenando os cofres públicos?

O que realmente parece é que só se fortalece a tese de que a Lava Jato seletiva foi criada, realmente, só com o intuito e o disfarce para perseguir, até prender, o maior presidente que esse país já viu e, que, agora, com a sua prisão, pronto, todos podem continuar a tocar as suas vidas sossegados. É quase que um orgasmo alheio, sabe? Principalmente do Juiz de Direito que a maioria dos modistas brasileiros já o elegeram como o “salvador da Pátria”.

Já até escrevi sobre isso também.
Como o povo brasileiro é carente em ter um herói. Isso só me reflete a necessidade de ter aquilo que não se é.

Qual foi o mal tão grande que Lula fez para que os brancos poderosos o odiassem tanto?

Compartilho abaixo de um pensamento que li em uma rede social e que, de fato, o ódio fascista está explicado:

“Lula não foi condenado pelo tríplex (esqueçam isso!).
Lula foi condenado quando decidiu que cada brasileiro deveria fazer três refeições ao dia.
Lula foi condenado quando tirou o Brasil do mapa da fome mundial.
Lula foi condenado quando milhões ascenderam socialmente.
Lula foi condenado quando decidiu que pobres poderiam chegar à universidade e às escolas técnicas.
Lula foi condenado quando a filha do pedreiro virou engenheira, o filho do garçom virou advogado e o negro favelado deixou de ser bandido para ser médico: invertendo, assim, a lógica dessa porra toda.
Lula foi condenado quando começou a dar show pelo mundo, no g-20, nas nações unidas e nos cambau a quatro. Lula foi condenado quando investiu mais em educação e saúde que todos os outros presidentes.
Lula foi condenado quando investiu no Nordeste brasileiro, sempre esquecido.
Lula foi condenado quando mostrou à elite deste país que um operário sabia governar.
Lula foi condenado quando alcançou 80% de aprovação popular.
Lula foi condenado por suas virtudes, não por seus eventuais pecados.
Lula é imenso, do tamanho do Brasil.
Lula é a história.” (@diego_iphone)

Em tempo – Decretação

O TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) enviou ofício no começo da noite desta quinta-feira (5), ao juiz Sérgio Moro, autorizando que seja dado início ao cumprimento da pena do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dando claros sinais de que o despacho já estava pronto.

Moro expediu o mandado de prisão do ex-presidente, dando à ele o prazo de até às 17h desta sexta-feira, 6, se entregar na Sede da Polícia Federal, em Curitiba.

Governo Temer suspende, por 5 anos, abertura de novas turmas do curso de Medicina no Brasil

A medida vale tanto para escolas públicas, quanto particulares

O Ministério da Educação anunciou nesta quinta-feira (5), o congelamento de vagas de Medicina no País. A abertura de novos cursos está suspensa.

Cursos que já estão em andamento também estão proibidos de aumentar o número de vagas. A medida vale tanto para escolas públicas quanto particulares. Mesmo instituições estaduais, que, pela regra atual, têm autonomia para criação de vagas, ficarão sujeitas às regras de suspensão. O ministro da Educação, Mendonça Filho, afirmou que duas portarias serão publicadas nesta sexta-feira, 6, sobre o assunto e, numa delas, há regras específicas para vincular as instituições estaduais à proibição de abertura de vagas.

O ministro classificou a medida como uma espécie de “freio de arrumação” do setor. Repetindo um discurso feito por associações médicas, que desde a Lei dos Mais Médicos lutam contra a ampliação de vagas na área.

Mendonça afirmou que em 15 anos o número de escolas de Medicina dobrou no País. “Essa é uma parada necessária para que assegurar que todos os cursos tenham a qualidade necessária”, disse.

 A medida, no entanto, vale para todos os cursos, mesmo para aqueles que estão muito bem avaliados. Pesquisas sobre distribuição de médicos indicam haver, ainda no País, bolsões onde a oferta de profissionais é muito precária.

Questionado se a suspensão de abertura de vagas não dificultaria ainda mais o provimento de postos médicos nesses locais, Mendonça afirmou: “A demanda será atendida com os cursos já criados. A abertura de postos já superou a demanda”, disse. Atualmente, há 302 cursos de Medicina no Brasil.Mendonça já havia anunciado a decisão de fazer uma moratória para abertura de cursos de Medicina no fim do ano passado. Como ele havia dito na ocasião, a suspensão de vagas tem duas exceções: cursos de Medicina já autorizados para funcionar em dois editais formulados pelo MEC (no total de 67) vão poder expandir as vagas e cursos federais que já estão em processo de implantação.

Além da moratória, Mendonça anunciou a criação de um grupo de trabalho encarregado de fazer a avaliação de escolas que atualmente estão em funcionamento. A comissão será integrada por representantes do ministério, entidades médicas e professores. “Nosso zelo é com a formação do médico. Ele não é um profissional como outro qualquer. Um profissional malformado compromete vidas humanas”, afirmou.

Desde a Lei dos Mais Médicos, a abertura cursos de Medicina por instituições particulares é regulada de forma rígida pelo MEC. As propostas têm de obedecer critérios estabelecidos pelo ministério e apresentadas em locais considerados com maior demanda. Quando foi perguntado se a moratória era um sinal de que o sistema proposto pelo próprio MEC não havia funcionado de forma adequada, Mendonça foi evasivo.

O acompanhamento dos cursos por esse comitê de avaliação será feito por meio de visitas nos centros, análise das condições de infraestrutura e de hospitais e centros de apoio.

Rapidonoar

O grande acordo nacional: Cármen Lúcia, que salvou Aécio e tomou chá com Temer, condena Lula

Quando Cármen Lúcia decidiu pautar o habeas corpus de Lula já sabia o resultado.
Fachin liberou o processo tabelado com a presidenta. Sabia como Rosa Weber votaria.
Quem tem o poder só marca o dia da batalha se tiver certeza da vitória!

A decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), de negar na madrugada desta quinta-feira (5) o habeas corpus preventivo ao ex-presidente Lula, está sendo o principal assunto de toda a mídia brasileira e estrangeira, além de rodas de conversas, do dia de hoje.

Eu não sei se me assusta tantos “disparates” que tenho lido e ouvido ou, se, fico com medo de uma sociedade tão modista, efêmera e de pseudos-entendedores de política e defensores da Nação.

Sim, porque é surreal os conceitos das pessoas acerca da decisão do STF. Muitos, na verdade, não sabem nem o que significam essas 3 letrinhas. Mas, mesmo não sabendo, estão lá feito papagaios repetindo as mesmas coisas que ouvem da grande imprensa ou até mesmo do vizinho ou amigo que, também, escutou de uma outra pessoa. Enfim! É uma cadeia de informações rasas e sem consciência.

Outros, mais entendidos, que já vi e li se manifestando acerca do assunto, muitos deles, é em total defesa de suas ideologias, de seus partidos, de seus ideais e interesses. Cada um por si e Deus por todos!
É assim que “a coisa” tem funcionado.

Mais um triste capítulo na história do país. A marcha da insanidade seguirá destruindo a nação.

Eu não falo baseada totalmente em uma defesa cega a favor do ex-eterno-presidente Lula. Eu falo do triste capítulo de uma “vitória” que não é para os brasileiros, como esses iludidos estão achando.

As pessoas têm crido que a corrupção acaba a partir do momento em que Lula estiver atrás das grandes. Ledo engano!

Ontem li a seguinte frase em um comentário de uma foto de um deputado daqui do Maranhão:
“agora o Brasil está nos trilhos”. Não me contive e respondi: “trilho só se for de trem”.

Que trilho, garoto! A coisa vai muito além de prender o ex-presidente. Vai muito além de fazer impeachment contra uma presidente sem nenhuma prova concreta de corrupção e, sim, no apenas “ouvi falar”.

O Brasil não está entrando em trilho nenhum. O País não está saindo vitorioso em nada.
Vitória sim de um sistema onde quem está com o Poder e os cofres nas mãos é quem está ditando o que é o certo e o errado. Vitória maiúscula da Aliança do Coliseu, bloco liderado pela Globo com setores antinacionais da burocracia estatal. O fortalecimento da “Cruzada Salvacionista”. Um duro golpe na democracia.

Lula cai em desgraça porque toda uma oposição (que a cada dia só se fortalece) tem se rendido e se vendido aos mais tipos de preços NÃO tabelados que emana do próprio Poder.

Ao contrário do que diz a Constituição “que todo poder emana do povo”, aqui no Brasil isso não acontece há muito tempo.

É isso que as pessoas têm chamado de vitória? Uma troca de 6 por meia dúzia?
Prende uns 2 gatos pingados e deixa um Congresso um Senado e uma Justiça aqui fora como Operadores e Negociantes?

As pessoas têm chamado de vitória e se prostrado diante de uma ministra que condena um ex-presidente mediante a provas totalmente embaraçosas e “salva” um Senador do PSDB de ter o seu mandato cassado, mesmo sendo denunciado pela Procuradoria Regional da República por ser acusado – mediante a provas claríssimas e contundentes – de receber DOIS milhões como propina da JBS, a fim de atuar, com o presidente Temer, para impedir o andamento da Lava Jato.

É a essa ministra que eu vou proclamar como heroína? É esse país que está andando nos trilhos?

Os personagens só mudam. Os figurões só vão passando o bastão!
A coisa funciona hierarquicamente!

A quem interessa a Operação Lava Jato?

Às vésperas de completar quatro anos, a primeira fase da Operação Lava Jato foi lançada em 17 de março de 2014. De lá para cá, a Operação acerta, se omite e, eu diria, até seleciona.

De acordo com algumas leituras que eu fiz, a Operação Lava Jato continua enfrentando críticas por possível seletividade, porque, até hoje, nenhum político do PSDB foi preso ou condenado, apesar de a legenda figurar em quarto lugar em número de investigados.

Por coincidência, um inquérito a que respondia o senador tucano José Serra, foi arquivado por prescrição pela ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber. A investigação tratava de denúncia de caixa dois.
Rosa Weber é a mesma ministra que votou ontem para a prisão e condenação do ex-presidente Lula.

O PT, que comandou o governo de 2003 a 2016, lidera em número de políticos condenados e investigados e tem seu principal representante, o ex-presidente Lula, à beira da prisão. Porém, em comparação ao MDB, partido de Temer, apresenta o mesmo número de investigados, que só possui 16,6% de condenados.

Enfim .. A resposta desse subtítulo fica com vocês!

Na luta: Deputado Júnior Verde se une à mães de alunos e luta por reabertura de escola da rede municipal no bairro Santa Bárbara

O deputado estadual Júnior Verde (PRB) reuniu-se, na tarde desta terça-feira (3), com um grupo de mães de alunos da UEB-Castelinho, no bairro Santa Bárbara, a quem apresentou Indicação de sua autoria, já encaminhada ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior e ao secretário de Educação do município, Moacir Feitosa, no sentido de que ambos busquem alternativas para a reabertura daquela unidade de ensino, desativada desde a semana passada.

Deputado Júnior Verde se une à mães de alunos da UEB Castelinho e luta por reabertura de escola

De acordo com o grupo de mães, uma das coordenadoras da Secretaria de Educação do Município esteve na UEB Castelinho, na semana passada, para anunciar a desativação do prédio, sob o argumento de que o colégio estava funcionando com apenas 45 estudantes, número considerado insuficiente para a manutenção de uma unidade escolar.

Os alunos foram transferidos para a UEB  Enedina Santos Paixão, que, mesmo funcionando no mesmo bairro, agrega estudantes dos bairros Tajaçuaba, Vila Vitória e Vila Magril, de acordo com a dona-de-casa Lisângela Mendonça Bezerra, que é mãe de um dos estudante.

– A diretora foi transferida também para a outra escola, mas, dos 45 estudantes, apenas cinco estão frequentando as aulas na UEB Enedina Santos. Nosso objetivo é fazer com que a escola Castelinho seja reaberta, porque fica próximo às nossas residências e está com suas instalações em perfeitas condições. Por isso é que solicitamos o apoio  do deputado Júnior Verde – afirmou Leidimar Monroe Costa, outra mãe de aluno.

O conselheiro tutelar Edvaldo Oliveira da Silva, que atendeu ao convite das mães dos estudantes, relatou que somente nesta terça-feira tomou conhecimento do fechamento da escola. O deputado Júnior Verde tranquilizou a comunidade local, afirmando já haver entrado em contato com o secretário de Educação municipal.

Moacir Feitosa,  com quem terá uma audiência, juntamente com representantes de pais dos alunos, nesta quinta-feira (5), às 15h. “Acredito numa solução negociada para a reabertura do colégio. Já apresentei uma indicação e vamos dialogar com o secretário Moacir Feitosa, porque é importante a manutenção de uma unidade de ensino próximo à residência dos alunos, principalmente em área de zona rural”, afirmou o parlamentar.

Preso por quase 30 anos de forma injusta revelou como suportou a prisão: “Minha Bíblia me ensina a não odiar”

“Jesus foi processado e acusado falsamente por coisas que não fez, mas tudo o que Ele fez foi tentar amar e salvar este mundo. Ele morreu e sofreu. Se eu tiver que morrer por algo que não fiz, que assim seja. Minha vida não está nas mãos do juiz. Minha vida está nas mãos de Deus”, declarou, segundo informações da CBN News.

Condenado à morte é libertado após 30 anos preso nos EUA

O caso de Anthony Ray Hinton, atualmente com 61 anos, é de causar indignação e revolta, mas ao mesmo tempo inspiração de fé e certeza de que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Romanos 8:28), por mais incrível que pareça, até para quem passou quase três décadas preso injustamente em uma prisão.

Ray foi condenado a 28 anos de prisão, entrando no corredor da morte dos presídios norte-americanos por ter sido acusado de matar dois funcionários de uma lanchonete localizada no bairro de Birmingham, estado do Alabama (EUA), em 1985. A segregação racial no país ainda era muito forte nessa época, o que pode ter contribuído para um julgamento equivocado do caso.

Os investigadores disseram que encontraram as capsulas das balas que mataram os funcionários e que elas eram compatíveis com uma arma encontrada na casa da mãe de Ray. Todavia, não havia qualquer evidência de que Ray estava na cena do crime, como digitais ou testemunhas do caso. O julgamento se baseou na simples comparação de compatibilidade dos artefatos, sem vínculo direto com o atirador.

A organização Equal Justice Initiative entrou no caso, defendendo Ray por longos 16 anos. Eles conseguiram posteriormente comprovar que as capsulas não eram compatíveis com arma encontrada. Apenas no ano de 2015 a Suprema Corte americana declarou Ray inocente, retirando todas às acusações contra ele.

O que mais chamou atenção da mídia, no entanto, foi a maneira como Ray tratou a questão durante esses anos e também após sair da prisão. Em sua primeira coletiva de imprensa, ele declarou: “Todos que estão segurando as câmeras, eu quero que vocês saibam que existe um Deus […]. Foi um erro judiciário não apenas para mim, mas para as famílias da vítima também”, disse ele, após lembrar que orou pela família das vítimas enquanto estava na prisão.

Ele contou que durante esse tempo escreveu um livro contando sua história. A obra deverá impactar milhares de vidas com seu testemunho de fé e coragem. No livro, intitulado O Sol Brilha: Como Encontrei Vida e Liberdade no Corredor da Morte ele diz: “Eu tenho orado a Deus pelo promotor, pelo juiz e especialmente pelas vítimas”.

Ray agora ensina o quanto o ódio poderia lhe fazer mal e lhe afastar de Deus. No lugar disso, ele preferiu perdoar e fazer da sua condição de injustiça um meio de evangelizar outras pessoas com seu testemunho: “Eu não posso odiar porque minha Bíblia me ensina a não odiar. O que me ajudaria odiar?”, disse ele.

“Jesus foi processado e acusado falsamente por coisas que não fez, mas tudo o que Ele fez foi tentar amar e salvar este mundo. Ele morreu e sofreu. Se eu tiver que morrer por algo que não fiz, que assim seja. Minha vida não está nas mãos do juiz. Minha vida está nas mãos de Deus”, declarou, segundo informações da CBN News.

Notícias Gospel

O Mecanismo: O seriado que quer mostrar para os brasileiros como a política e a politicagem está falindo o Brasil

Assisti ao seriado O Mecanismo, exibida pela Netflix, dirigida pelo Padilha.
Como aparece no início de todo episódio, ela narra, com efeitos dramáticos, a operação Lava-Jato – o maior esquema de corrupção já visto no Brasil.
Antes de mais nada, quero dizer que gostei muito da série. Quando falo gostei, quero elogiar a produção, roteiro, efeitos sonoros, trilha (espetacular), fotografia e a atuação dos atores (principalmente do Selton Mello, mesmo preferindo no lugar dele o meu queridíssimo Wagner Moura)
Como compreender um país com a sexta economia mundial sendo considerado como um dos piores em qualidade de vida?

O problema realmente do Brasil se resume basicamente em algo que deveria funcionar como algo nobre de organização, emancipação e que servisse ao povo por meio de políticas públicas: a Política.
Mas, ao contrário de toda essa definição bonitinha e ilusória, a forma como esta é explorada pelos representantes do povo e seus asseclas vem decepando e falindo todo o sistema público DE ALGUMA COISA brasileiro.

A política e a ‘coisa pública’ virou um negócio para os maiores ladrões da Nação e eles nem usam máscaras e nem armas. Eles usam gravatas e ternos!

Ontem eu finalizei os oito episódios da 1° temporada do seriado O mecanismo, da Netflix e, como eu já “desconfiava” (foi meio irônica essa parte “desconfiava), o câncer, realmente, do País é a politicagem.
Óóóóóóhh … que descoberta! (Eu já sabia)

Não, eu não quero escrever aqui tudo o que eu penso e tudo o que eu já vi nesse meio, nesses bastidores, no meio dessa corja. Se a ojeriza toma conta de todo o meu ser só por causa do que eu já vi e ouvi, imagina se eu realmente pudesse, por uma hora, ter acesso a todo o esquema de corrupção que tomou de conta de TODO O SISTEMA BRASILEIRO.

Não, não há partido. Não há ideologia. Não é apenas esse ou aquele!
Entrou, meu filho, tem que se sujar, porque a raiz é suja e a roda tem que girar! Não há quem se salve.

Eu posso até estar errada e, de já, peço perdão à Deus, pois eu, sinceramente, não consigo ver algum tipo de mudança ou melhora para isso. O problema está na raiz e precisa ser tratado nele.
Não há como fazer apenas remendos. Não há como tentar apenas fazer reformas, pois os mesmos que aprovam alguma coisa, são os mesmos que estão, por detrás, fazendo as maiores negociatas financeiras em troca de suas canetadas.

Enquanto a Justiça continuar parceira dos maiores saqueadores do dinheiro público. Continuar do lado dos maiores assassinos da saúde, educação e segurança pública, o retrato do País continuará sendo de desgraça, pobreza, fome e violência.

A parte da população é agir com consciência. É não se deixar ser comprado ou corrompido por ofertas/misérias passageiras a curto prazo.
É necessário que haja uma consciência de homens e mulheres que se levantem para romper com todo esse fermento de malícia e de maldade e de ladroagem. Aí sim, quando isso começar acontecer, eu posso dizer que há esperança para os nossos próximos dias .. para as nossas próximas gerações!

É necessário denunciar! É necessário perder cargo! É necessário pagar pelo que cometeu! É necessário nunca mais ser eleito a alguma coisa!

A política é o que diz respeito ao poder em uma sociedade. O poder em uma sociedade  sempre terá regras a serem respeitadas, como “Não matarás” e que concernem às decisões da coletividade para sobreviver. A liberdade não é algo espontâneo e utópico, do tipo “tudo pode”, mas decorre de decisões responsáveis sobre a própria coletividade – tem, pois, um fundamento ético. Ou seja, a população também é uma grande protagonista na história dos nossos dias.

Ou seja, de novo, os sujeitos precisam ser responsáveis pelo seu destino, decisões, regras, constituindo uma sociedade em que predomine autonomia e não dependência heteronômica.

Com todo esse posicionamento que escrevo a partir do seriado, não quero “comprá-lo” como se ele fosse a grande descoberta da sujeira na política brasileira, ou que fosse 100% de certeza de que os envolvidos e citados, mesmo que por meio da ficção, trabalhassem e atuassem daquela forma como foi mostrado.

Assisti-lo só me deu mais um ânimo de escrever e a certeza de que a corrupção no Brasil não existe lado e nem partido. O que existe é uma roda geral que gira e que é constantemente alimentada em prol de interesses de todas as formas, menos em prol das necessidades públicas da sociedade.

A corrupção sempre foi muito bem digerida pelas instituições democráticas. Mas o que é um perigo à democracia é quando aparece alguém dizendo: Se eu for eleito, prometo acabar com a corrupção!

A corrupção tem origem na palavra ruptura, que pode significar o rompimento ou desvio de um código de conduta moral ou social. A corrupção é vista como uma espécie de conduta através da qual o agente, motivado por alguma vantagem, age desvirtuando as regras de determinado objetivo, contrariando o que a sociedade considera como justo e moral.

O que Domingos Dutra quer mesmo é voltar para a Câmara dos Deputados

Já ouvi de alguns moradores do município da Grande Ilha, Paço do Lumiar, que pela primeira vez na história da cidade, um prefeito está de fato fazendo alguma coisa visível pela história.

Acredito que quando os moradores ressaltam isso, é se referindo a questão do asfalto nas ruas e avenidas, principalmente do bairro Maiobão – maior bairro de Paço do Lumiar.

“Há 35 anos a minha rua era completamente esburacada, sem nada de asfalto. Depois de quase 40 anos, eu já nem acreditava mais que aqui poderia ser dignidade de novo e, olha aí, como está a rua”, disse um moradora, mostrando a rua onde mora, no Maiobão

É, mas a alegria dos moradores pode durar pouco, já que, segundo informações do Portal Imirante, o prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra, quer mesmo é voltar a ter uma cadeira cativa na Câmara dos Deputados, lá em Brasília. Aí, meu compadre, ali ninguém faz nada!

Por meio de suas redes sociais, o deputado estadual Zé Inácio (PT) fez a defesa, na manhã desta terça-feira, 3, do retorno de Domingos Dutra, prefeito de Paço do Lumiar, ao PT. Esta volta ao partido de origem, daria espaço para o gestor deixar o Poder Executivo e tentar voltar a Câmara dos Deputados.

Junto com o deputado Zé Inácio – o maior defensor do ingresso do deputado federal Waldir Maranhão no partido – Dutra articula sair do PCdoB, sua atual legenda pela qual foi eleito prefeito de Paço, para voltar ao PT e, assim, conseguir o que mais deseja: voltar a ser deputado federal.

E, ao que parece, não é apenas Zé Inácio (o qual acredito que não se reelege deputado estadual) que quer o retorno do ex-petista ao Partido dos Trabalhadores não.
O atual presidente da legenda, Augusto Lobato também mostra grande interesse em ter o ex- companheiro de volta ao PT.

Como o PT aqui, no Maranhão, tem servido apenas para políticos se “escorarem” e terem alguma chance de eleição, é bem fácil que Dutra realmente retorne à sua antiga Casa. E, mesmo voltando, acho dificílima a sua eleição como Deputado Federal!

Dutra tem até o próximo dia 7, sábado, para conseguir sair do partido comunista e voltar ao PT. Além disso, o prefeito terá que desistir do mandato em Paço do Lumiar, caso prossiga, de fato, com a ideia de querer ser deputado federal.

Se Dutra deixar a Prefeitura de Paço do Lumiar assumirá Maria Paula Azevedo (SD), vice-prefeita.

Em tempo

Com uma gestão polêmica e extremamente critica em Paço do Lumiar, Dutra já foi acionado duas vezes pelo Ministério Públicos Estadual por ato de improbidade administrativa e 16 inquéritos também do MP.