Eleições 2018: Dinheiro de empresas para doação em campanha eleitoral está proibida

Este ano, o eleitor brasileiro vai acompanhar uma campanha diferente – pelo menos na teoria -, pois, pela primeira vez, está proibida a doação de empresas para os candidatos, conforme determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Sem o dinheiro das empresas, a saída encontrada por deputados e senadores foi definir novas regras para o financiamento da propaganda eleitoral. Depois de muita polêmica e poucos dias antes do prazo final para a proibição valer em 2018, Câmara dos Deputados e Senado aprovaram a criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, por meio da Lei 13.487/2017, que soma R$ 1,716 bilhão de recursos públicos.

Além desse fundo, as legendas apostam em doações de pessoas físicas e vaquinhas virtuais para aumentar o montante de recursos.

Distribuição

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu como os recursos do fundo serão distribuídos. Uma pequena parcela (2%) será dividida igualitariamente entre todos os partidos. O restante será distribuído conforme a votação do partido e a representação no Congresso. Quanto maior a bancada, mais dinheiro a legenda receberá. A referência é o número de titulares nas duas Casas – Câmara e Senado – apurado em 28 de agosto de 2017.

O partido que mais receberá recursos será o MDB com R$ 234,19 milhões (13,64%), seguido pelo PT, R$ 212,2 milhões (12,36%); e pelo PSDB, com R$ 185,8 milhões (10,83%). O PP (7,63%) ficará com R$ 130,9 milhões e o PSB (6,92%), com R$ 118,7 milhões. Já o Partido Novo, PMB, PCO e PCB (0,57%) serão as legendas com a menor fatia do fundo eleitoral, tendo direito a R$ 980 mil cada.

Os partidos poderão definir internamente os critérios da distribuição dos recursos para os candidatos, desde que com a aprovação da maioria absoluta dos integrantes da Executiva Nacional da legenda. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisará se os requisitos foram cumpridos ou poderá pedir esclarecimentos.

A partir dos critérios estabelecidos, a verba ficará à disposição dos partidos, que devem respeitar o entendimento do TSE de que, no mínimo, 30% serão aplicados para o custeio de campanhas eleitorais de mulheres. As decisões das legendas sobre a distribuição também devem ser divulgadas em suas páginas na internet.

Fundo Partidário

Por decisão da Justiça eleitoral, um outro fundo, o partidário, poderá ser utilizado nas campanhas dos candidatos deste ano. Composto por dinheiro público, o fundo é destinado originalmente ao financiamento de despesas que garantem a sobrevivência das legendas, como a manutenção de diretórios e o pagamento de pessoal. O orçamento aprovado pelo Congresso, no fim do ano passado, garantiu R$ 888,7 milhões a todas as 35 legendas registradas no TSE.

A distribuição segue a proporcionalidade do tamanho da bancada de cada legenda na Câmara dos Deputados.

Outras fontes

Mas nem só com dinheiro público serão bancadas as campanhas em 2018. Doações de pessoas físicas, limitadas a 10% do rendimento bruto do ano anterior ao das eleições, também serão permitidas. Cada pessoa não poderá doar mais que 10 salários mínimos para cada cargo ou chapa majoritária.

A internet também ganhou mais espaço nas eleições de 2018, com a liberação da arrecadação por ferramentas de financiamento coletivo, o crowndfunding ou vaquinhas virtuais, e a legalização do chamado impulsionamento de conteúdo, praticado por meio das redes sociais com empresas especializadas.

Se a internet ganhou espaço, a propaganda no rádio e na televisão foi diminuída para permitir uma campanha mais barata. No segundo turno, em vez de se iniciar 48 horas após a votação, a propaganda só retorna à TV e rádio na sexta-feira seguinte ao resultado, com um tempo menor. Além disso, parte da propaganda partidária em rádio e TV foi extinta para que o dinheiro da renúncia fiscal seja incorporado ao orçamento do fundo de financiamento de campanhas.

P.S – É sempre mais do que recomendável que a Justiça brasileira alargue bem os olhos ou tire aquela famosa “venda” que lhe faz jus à “justiça cega”, pois candidato dá jeito é para tudo. Ainda mais se tratando de dinheiro, investimento ou troca de favores, em campanha eleitoral.

Com orçamento maranhense limitado, governador Flávio Dino vai gastar, do cofre público, quase UM MILHÃO para empresa gerenciar atendimento de WhatsApp

Do Atual 7

O governo Flávio Dino, do PCdoB, vai pagar pouco mais de R$ 820 mil para uma empresa gerenciar o atendimento da Secretaria de Estado da Comunicação Social e Assuntos Políticos (Secap), por meio do aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp.

A contratada é a Ideia Inteligência e Pesquisa Ltda, do Rio de Janeiro, que tem como proprietários, segundo dados da Receita Federal, os sócios Maurício José Serpa Barros de Moura e Fernando Everton Pinheiro de Aquino. O contrato, de n.º 015/2018, foi assinado no último dia 25, pelo subsecretário Daniel Fernandes Merli, respondendo pela Secap e por Viviane de Lurdes Henz, representando a empresa — baixe o contrato.

No documento, a cláusula primeira, que diz respeito ao objeto, é omitido o nome do aplicativo, dificultando ou até mesmo impossibilitando a transparência da contratação.

Levantamento do ATUAL7 no processo administrativo n.º 0026066/2018, que diz respeito à realização do pregão n.º 001/2018, porém, constatou a omissão. Além da criação de um painel administrativo e do treinamento da equipe da pasta para uso dessa interface, a Ideia Inteligência e Pesquisa deverá ainda enviar até 900 mil mensagens pelo aplicativo.

“Envio de mensagens instantâneas multiplataforma para smartphones e tablets (canal interativo de comunicação e atendimento “whatsapp”), além do montante anual possibilitado pelo quantitativo da franquia da solução”, detalha trecho do edital sobre os produtos/serviços contratados — baixe o edital.

Por dia, segundo a especificação dos serviços que consta Termo de Referência do edital, pelo menos, até três mil mensagens deverão ser disparadas, tanto para pessoas físicas como jurídicas. Deverá ainda haver um filtro, para disparos de mensagens de acordo com a renda específica dos contatos de profissionais, representantes de empresas e da sociedade.

A vigência contratual vai até o último dia de 2018.

Hábitos de consumo

Não é o primeiro contrato fechado entre a Comunicação comunista e a Ideia Inteligência e Pesquisa. Em 2015, primeiro ano do governo Flávio Dino, quando a Secap ainda atendia apenas como Secom (Secretaria de Estado da Comunicação Social), a empresa foi contratada por pouco mais de R$ 114 mil para realizar um levantamento de hábitos de consumo de mídia pela população.

Também como nesse novo contrato, de gerenciamento do WhatsApp, na publicação da Resenha no Diário Oficial do Estado (DOE), o Palácio dos Leões omitiu no objeto que a contratação havia sido celebrada para a realização da pesquisa sobre os hábitos de consumo de mídia pela população maranhense.
“Vem filho amado, vem em meus braços” (…)
P.S – É importante salientar que a SECAP é administrada pela “menina dos olho de Flávio Dino”, o, também, comunista e guru, Márcio Jerry. Cidadão que detém toda a simpatia, aval e aprovação do governador maranhense e por quem o governador faz até o impossível, a esse exemplo, deixando de investir no que realmente vale a pena, para gastar com ilusórias mensagens virtuais de seu governo.

Deputado Júnior Verde palestra em Conferência sobre Trabalho Escravo no Brasil, que debateu políticas de reparação e danos causados às minorias

O deputado Júnior Verde (PRB) ministrou nesta sexta, 08, palestra sobre o tema “Trabalho Escravo no Brasil” durante a 1ª Conferência de Igualdade Racial, que debateu as políticas de reparação, despertando nas pessoas a necessidade de reflexão e posicionamento em relação aos danos causados às minorias.

Júnior Verde conduz palestra sobre trabalho escravo

Verde abriu o ciclo de palestras destacando a importância de se discutir a temática, principalmente no Maranhão. “O município de Codó é considerado um dos principais fornecedores de mão-de-obra escrava para todo o país. Infelizmente, estamos cada vez mais enveredando para o caminho de crescimento desses dados”, disse.

Em seguida, o parlamentar apresentou gráficos que comprovam a redução no número de fiscalização do trabalho escravo no Brasil, se comparado a anos anteriores. Para Júnior Verde, essa ausência de monitoramento causa o aumento de trabalhadores submissos.  “Precisamos intensificar e efetivar, de fato, as fiscalizações no Brasil, porque é por meio delas que detectamos esse tipo de trabalho”, acentuou.

Por fim, o deputado enfatizou que a geração de emprego e renda pode mudar a realidade dessas minorias “As pessoas só precisam de uma oportunidade e a falta dela pode levá-las a se submeterem ao trabalho escravo na atividade rural, o que ainda é muito comum, já que fazendeiros e patrões os tratam como propriedade e não lhes dão o direito a documentação e, muito menos, ao registro no Ministério do Trabalho”, disse.

Outras palestras

Palestraram ainda: Gerson Pinheiro, secretário de Estado de Igualdade Racial, com o tema “Políticas públicas para a população negra”; Raquel Correia, coordenadora de Igualdade Racial do Mato Grosso, que falou sobre o tema “A rota do combate à discriminação”; e a deputada federal Tia Eron (PRB-BA), coordenadora Nacional da Igualdade Racial do PRB, que tratou tema “Desafios no Caminho da emancipação”.

Grupo Saga adquire revendas do Grupo Luz e passa a representar dez marcas em São Luís

A partir desta segunda-feira (04), as revendas de automóveis do Grupo Luz – Grancar (Peugeot), Gran Line (Citröen) e Gran Premiê (Hyundai) – passam a ser administrada pelo Grupo Saga, que havia fechado a transação há cerca de um mês, porém somente neste final de semana fez o anúncio. O Grupo Luz continua representando a marca de caminhões chineses Foton, pela Gran Truck, mas o seu proprietário, Nonato Luz, está a procura de um comprador.

Com o fechamento dessa transação, o Grupo Saga passa a representar dez marcas em São Luís. São elas: Fiat, General Motors (Chevrolet), Jeep, Renault, Kia, Peugeot, Citröen, Hyundai (importados) e as chinesas Lifan e Chery, que embora ainda estejam sob comando de Carlos Gaspar, já foram negociadas.

Nonato Luz faz reservas sobre o valor da transação e diz que está saindo do mercado no melhor momento de suas empresas e acredita ter dado uma grande contribuição ao setor automotivo local ao ampliar a representação de marcas que tinham desempenho tímido antes de assumir. Ele diz que agora vai investir no ramo de construção.

Ano passado, Nonato Luz se desfez da marca que era seu carro chefe em vendas, a Hyundai Nacional, que tem como principais modelos HB20 e Creta. Numa transação com o Grupo Pavir, trocou pela Peugeot. Com a venda das outras bandeiras para a Saga, restou a marca de caminhões Foton, com a qual ficará “por enquanto”.

 

Expansão – Com a aquisição dessas três revendas, o Grupo Saga está em cinco endereços. No bairro do Jaracati, onde funcionou a Auvepar e depois a Euromar, revenda as marcas Renault, Fiat e Jeep; no mesmo bairro, no Jaracati Shopping, montou sua revenda GM; na Avenida dos Holandeses (Calhau) está onde funcionou a Auvepar, com a marca Kia, e Gran Car (Citröen e Peugeot); e nesta mesma avenida, no Olho d´Água, a Gran Premie (Hyundai).

Esta é a terceira transação em que substitui tradicionais empresários maranhenses. Primeiro foi Roberto Albuquerque, do Grupo Dalcar, que detinha a marca GM; depois Carlos Gaspar, ex-concessionário da Kia; e agora Nonato Luz.

O anúncio de sua expansão está nas placas dos prédios de suas novas aquisições, que agora ostentam o nome Estação.

 

Maranhão Hoje 

Mais de 30 bairros de São Luís vão ficar sem água na próxima segunda e terça-feira (04 e 05)

A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) informa que realizará a interligação do Novo Sistema Paciência.

Para realizar a operação, o fornecimento de água será suspenso das 8h de segunda-feira (4) até 18h de terça-feira (5). A interligação trará melhorias para o abastecimento na região da Cohab e Cohatracs.

Bairros beneficiados pela obra: Cruzeiro do Anil, Residencial Santos Dumont, Vila Militar (Anil), Rancho Dom Luís, Conjunto Jaguarema, Conjunto Alvorada, Aurora, Conjunto Planalto Pingão (Aurora), Jardim São José (Aurora), Parque Guanabara (Aurora), Residencial Turmalina (Aurora), Residencial Tábata (Aurora), Residencial Planalto Anil IV (Aurora), Vila Noronha, Residencial Centauros (Aurora), Parque Icaraí (Aurora), Parque São Luís (Aurora), Forquilha, Parque das Acácias, Conjunto SMV, Residencial Granada, Conjunto Esmeralda, Conjunto São Bernardo, Parque Sabiá, Cohab Anil I, II II e IV, Residencial Planalto Anil I, II, III (Cohab), Jardim de Fátima, Jardim das Margaridas, Loteamento Casaca, Parque Aurora (Cohab), Vila Isabel Cafeteira (Cohab), Itapiracó, Cohatrac I, Vilagio do Cohatrac V, Jardim Alvorada, Residencial Araçagy I (Cohatrac), Residencial Itaguará I, II, e III (Cohatrac), Residencial Primavera (Cohatrac), Residencial Santiago e Vila Humaitá (Cohatrac).

Deputado Júnior Verde conduz reunião para discutir Plano de Ação da Pesca e Aquicultura

O presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Pesca e Aquicultura do Maranhão, deputado Júnior Verde (PRB), presidiu e coordenou, na tarde desta terça-feira (29), na Sala das Comissões, mais uma reunião para debater a elaboração de um plano de ação para alavancar o desenvolvimento desse setor produtivo no Maranhão.

Foi a segunda reunião realizada neste semestre e a pauta de discussão foi a constituição de um grupo de trabalho, com a indicação de titular e suplente por parte dos segmentos de produtores, poder público, organizações não governamentais e iniciativa privada, direta e indiretamente vinculados à cadeia produtiva da pesca e aquicultura. E também consolidar a integração e parceria entre as instituições.

– Esta reunião é a concretização de um dos encaminhamentos decididos na primeira, qual seja, o da constituição de um grupo de trabalho para elaborar um plano de ação capaz de alavancar a cadeia produtiva da pesca e aquicultura em nosso estado – esclareceu o parlamentar ao abrir a reunião.

Participaram representantes da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima); Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Sempab); Secretaria de Estado de Indústria e Comércio; Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged); Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae);  Agência Estadual de Pesquisa, Agropecuária e Extensão Rural (Agerp); Universidade Estadual do Maranhão (Uema); Banco do Nordete (BN); Vyva Consulting – empresa de assessoria e consultoria técnica na área de piscicultura e aquicultura e, ainda, os produtores e psicicultores Flávio Teixeira e Júnior, respectivamente, de Igarapé do Meio e Bom Lugar.

Debate e propostas

Shielbert Santos, da Vyva Consulting, defendeu a instalação de uma Câmara Setorial da Pesca e Aquicultura. “A instalação da Câmara Setorial do Leite do Maranhão, tempos atrás, passou pelas mesmas dificuldades que estamos enfrentando para constituir a Câmara Setorial da Pesca e Aquicultura. Mas estamos avançando e acho que essa reunião, definitivamente, vai tornar realidade esse anseio de muitos gestores e produtores maranhenses”, assinalou.

O engenheiro de pesca da Sagrima, Hélio dos Santos, sugeriu que seja criada a Secretaria de Estado da Pesca e Aquicultura, alegando que fica mais difícil se elaborar e executar uma política pública para o setor quando faltam as condições mínimas como, por exemplo, autonomia financeira e de gestão. “Todas as vezes que vinculam o setor de Pesca e Aquicultura a outro órgão, temos um retrocesso nas ações de desenvolvimento dessa cadeia produtiva”, ressaltou.

O produtor e piscicultor Flávio Teixeira cobrou mais apoio por parte do poder público e a criação da Câmara Setorial. “Precisamos de incentivo por parte do governo. Estamos, por conta e risco, expandindo a piscicultura no Maranhão. A criação da Câmara Setorial é uma reivindicação dos piscicultores do Maranhão, deliberada em recente encontro realizado em Balsas”, acrescentou.

Avaliação

“A cada momento que a gente discute a cadeia, avançamos um pouco com as políticas públicas voltadas para o segmento. Acho que, hoje, demos o ponta pé para conduzir todo um trabalho no campo, que é planejar estrategicamente a cadeia. E o Sebrae está engajado e acompanhará esse trabalho junto às outras instituições e entidades. Precisamos direcionar a todos para um único propósito”, avaliou Larissa Leite, coordenadora de Agronegócios do Sebrae.

Para o deputado Júnior Verde, houve avanços nas discussões com o aprimoramento de algumas propostas. “Vamos realizar a oficina de elaboração do planejamento estratégico dessa cadeia produtiva e buscar, junto à Sema, a facilitação dos procedimentos para a concessão da outorga da água. Nós precisamos mostrar para o governo as necessidades do setor. Vamos, conjuntamente, formalizar um Termo de Cooperação Técnica para que, de fato, possamos chegar ao produtor e dizer que os órgãos, cada um, estão com suas competências bem definidas no sentido de alavancar essa cadeia produtiva”, salientou.

– Achei a reunião muito proveitosa. Daqui, acho que sairão muitas coisas boas para a piscicultura do Maranhão. Espero que as propostas apresentadas sejam concretizadas e que esse setor produtivo, que tem um imenso potencial, possa, finalmente, receber o apoio do Governo do Estado – afirmou Flávio Teixeira.

Encaminhamentos:

Dentre outros, foram aprovados os seguintes encaminhamentos: a) Propor a criação da Secretaria de Estado da Pesca e Aquicultura; b) Fazer tratativas junto à Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), as quais viabilizem procedimentos de facilitação da outorga da água superficiais; c) Realizar uma oficina, coordenada pelo Sebrae, de elaboração do Planejamento Estratégico da Cadeia Produtiva da Pesca e Aquicultura do Maranhão; d) Elaborar um Termo de Cooperação Técnica entre todos os segmentos representados no Grupo de Trabalho para a execução de um Plano de Ação de Desenvolvimento da Pesca e Aquicultura do Maranhão.

Conheça todas as vezes que Juscelino Filho votou contra o povo brasileiro: (Você daria o seu voto para ele esse ano?)

Em uma matéria anterior destrinchei, “por alto”, como o deputado federal Juscelino Filho (DEM) ganhou, de presente, o cargo na Câmara Federal. Mesmo sem ser conhecido no meio político. Mesmo sem saber falar. Mesmo sem nem falar com as pessoas.
É, realmente tem coisas que só o dinheiro faz!

– Entenda como Juscelino Filho foi eleito deputado federal em 2014 e como será fácil a sua reeleição em 2018

Um dos deputados federais que SÓ VOTA contra o povo brasileiro e A FAVOR de Temer

Ao se assentar em uma das 513 cadeiras da Câmara dos Deputados, Juscelino Filho, que também é médico teve, como, além do alto investimento em sua campanha, feito pelos seus pares, a cara de pau de usurpação quando, em, seus fraquíssimos discursos, mentia que era amigo da, na época, presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula, ambos PT.

Se passar como amigo dos petistas e ainda “os e se” chamar de “amigo dos pobres”, o menino ludovicense rico, de amizades da elite, de balada e de vaquejadas, nos interiores e povoados maranhenses enganava quem parava para o ouvir. Sim, se fazer de amigo de Lula e, principalmente, defender causas e lutas pela permanência de projetos sociais do governo de 2014, ia lhe abrindo mais espaços por onde passava.

O que essas mesmas necessitadas pessoas não sabiam era que ao chegar no Poder, o menino ia fazer tudo contrário ao que pregava. Chegou e terminou de vender o outro lado da sua alma egoísta e interesseira aos mais vis opressores da Nação brasileira.

Se uma parte de si tinha sido totalmente comprometida com as velhas e conhecidas práticas de fazer campanha política, em troca de muito dinheiro, convênios e conchavos, a outra começava a ser corrompida com as alianças, troca de favores, vendas de votos, emendas e muitas outras coisas obscuras que só acontecem na facilidade do meio político.

Votos contrários à população

As respostas de Filho para a população começaram a aparecer quando o povo começou a precisar que ele estivesse ao seu lado, justamente nas votações que comprometeriam as famílias mais humildes e o povo trabalhador.

Com a alma agora totalmente de aluguel, o que sobrou de Juscelino Filho?
Simplesmente um homem que age por necessidade e interesses do momento. E eu já aprendi que quem age por necessidade não é confiável.

Prova disso é que logo na 1º votação de grande repercussão, em 2016, Filho votou contra aquela que ele chamava de “minha amiga e “amiga dos pobres”, ex-presidente Dilma Rousseff – na votação do processo de Impeachment.

Juscelino Filho votou A FAVOR da cassação de Dilma Rousseff

 Posteriormente, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.

Em Abril de 2017, votou a favor da Reforma Trabalhista – Juscelino votou contra o povo brasileiro, lhe tirando direitos e a favor do presidente, do golpe, Michel Temer.

 Em agosto de 2017, votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então Presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.
Por causa disso, de deputados federais vendidos e covardes, rendidos ao dinheiro, o Processo por corrupção passiva ficará parado no Supremo enquanto ele exercer o mandato.

Ao revelar a composição do preço da gasolina, deputado Wellington do Curso desafia Flávio Dino a reduzir ICMS

Devido aos últimos acontecimentos e de tanto o povo brasileiro ser lesado com tanto tributo e impostos para cobrir  e pagar uma fatura infinita de roubos e desvios do dinheiro público, principalmente a nível federal, o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) desafiou o governador do Maranhão, Flávio Dino, a reduzir o ICMS no estado. O imposto incide no preço dos combustíveis e, ao fazer a cobrança, Wellington relembrou que o governador Flávio Dino já fez isso em outra ocasião para beneficiar aliados políticos, reduzindo de 17% para 2% o ICMS do óleo diesel.

Ao lançar o desafio, Wellington destacou que o preço final pago pelo consumidor, ao comprar gasolina, depende de impostos federais e também estaduais.

– Tivemos 4 aumentos no preço de combustível em menos de 10 dias, algo que afetou todo o Brasil. Sabemos também que a questão depende de atos do Governo Federal. O preço final, pago pelo consumidor, depende de impostos federais e também estaduais. No Maranhão, 26% do valor da gasolina são destinados ao imposto estadual (ICMS), o que tem atingindo diretamente o bolso do trabalhador maranhense.
Em 2016, Flávio Dino aumentou o imposto que incide sobre os combustíveis e eu fui contra esse aumento. Agora, desafio o governador Flávio Dino a baixar o ICMS dos combustíveis no Maranhão, algo que é possível, já que em ano eleitoral Flávio Dino baixou de 17% para 2% o ICMS do óleo diesel para beneficiar aliados políticos. Ele já fez isso antes para beneficiar aliados, que faça agora para beneficiar a população – desafiou o deputado Wellington.

Entenda como Juscelino Filho foi eleito deputado federal em 2014 e como será fácil a sua reeleição em 2018

Se por um lado o, hoje, deputado federal Juscelino Filho (DEM) que foi eleito, nas últimas eleições – em 2014 -, graças (totalmente) ao grande apoio, conchavos, convênios e “investimento” do seu sogro, Fernando Fialho – secretário de Desenvolvimento Social (SEDES), na época, no governo Roseana Sarney – e de sua família viciada e histórica na política maranhense, por outro lado, 2018, sendo ano de eleição novamente, como o médico e deputado vai fazer, esse ano, para que as suas bases, iniciadas lá atras, tenham continuidade e lhe garantam mais uma vez a vitória?

FOTO: Antônio Filho – Internet – Campanha eleitoral 2014

Preferi fazer um breve resumo nesse 1° parágrafo e essa indagação porque uma pessoa sair DO NADA, sendo conhecida apenas na sua família, cair de paraquedas numa disputa eleitoral e ser eleito, numa primeira tentativa, a deputado federal, é, no mínimo, motivo de investigação, análises e estudo. (risos)

Quando eu citei, aí em cima, o sogro de Filho, Fernando Fialho, é porque o ex-secretário teve um papel e uma função importantíssima na campanha do genro.
Ah e fora dela claro!

Fernando Fialho estava em uma secretaria que lhe dava uma das maiores visibilidades que outras poucas lhe dariam. Era a secretaria dos convênios, onde facilmente os mesmos poderiam ser firmados com as prefeituras em troca de apoio ao menino Juscelino, que, até então, não sabia nem discursar.

Foi bem aí que Juscelino Filho começou a ser negociado e vendido.

Os convênios da SEDES eram firmados com aquela prefeitura que ainda não tinha “se vendido” a nenhum candidato, daí, o prefeito dava o seu preço, o convênio chegava e o acordo de apoio, de número de votos, começava a ser desenhado.

Tinha prefeitura e liderança que dava, anotado, o número de votos que conseguiria reunir para o candidato.

E, assim, começava a campanha do 4410.

Vamos aos acontecimentos …

Em 2014, Juscelino Filho, que era apenas um menino entrando na fase adulta, nunca, sequer, pensou em disputar um cargo político, mesmo vindo de uma família política.

Seu pai, Juscelino Rezende, já fora deputado estadual e prefeito da cidade maranhense Vitorino Freire, continuando, até os dias de hoje, como uma das maiores lideranças da região.

Seu tio paterno, Stênio Rezende, deputado estadual sem muita visibilidade e conhecido por ser “deputado que atua por necessidade”, também compõe o quadro da família política de Juscelino.

Ah, não posso esquecer também da família Bringel. Um casal de tios que GARANTIU recorde de votos para o “menino candidato”, na cidade de Santa Inês. O casal de médicos, há anos, é a maior liderança política da cidade.

Bringel já fora prefeito de Santa Inês e a sua tia, Vianey Bringel, já teve mandato de deputada estadual e, atualmente, é prefeita da cidade da região do Pindaré.

Ou seja, apoio, vícios políticos, maus costumes, agir por ocasião, necessidades e interesses, foram ingredientes que forjaram o caráter político de Juscelino Rezende Filho. Eleito em 2014 contrário ao candidato ao governo do estado, Flávio Dino (PCdoB) e fazendo campanha conjunta ao candidato Lobão Filho, o contraditório Juscelino Filho é hoje um dos maiores entusiastas e participantes no governo comunista,

Quem conheceu Juscelino Filho em 2014, “nascendo na política e sendo instruído pelas raposas”, o analisa hoje e chega a conclusão de que ele vem sendo um ótimo aluno ao longo desses 4 anos.

Soube ganhar votos andando pelos interiores do Maranhão aprendendo a discursar com uma fala que agradava aos seus ouvintes. Ou seja, pelo palanque que subia, se usurpava de amigo da presidente Dilma Rousseff e Lula, ambos PT, chamando-os de melhores presidentes da história e de “meus amigos”.

Defendia a causa e a forma de fazer política do partido. Além de defender com, veemência, políticas públicas e sociais empregadas pelo governo petista.

Quando chegou à uma das 513 cadeiras de deputado federal, a 1° coisa que fez foi mudar o seu discurso e o que afirmava defender.

Como não precisava mais da presidente Dilma Rousseff, traiu o seu governo e o povo, dezenas de vezes, em canetadas e sendo contrário a políticas públicas e mensagens enviadas à Câmara Federal que poderiam aliviar, apoiar manter o governo que, só de usar o nome, lhe ajudou a vencer seu 1° mandato.

Votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017 votou a favor da Reforma Trabalhista. Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do Presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.

Não se pode esquecer que Juscelino Filho foi um dos políticos que votou a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Na Campanha

Juscelino, também, para defender o seu candidato ao governo do estado, Lobão Filho, achincalhava com o candidato de oposição, Flávio Dino.

Por onde passava, pedia para as pessoas não acreditarem no comunista. Além de taxá-lo de perseguidor dos trabalhadores e ditador.
Hoje, a mesa de Flávio Dino é o local onde o deputado federal e sua família se rende, Come, bebem e se aproveita dos benefícios e troca de favores estabelecidos entre os mesmos para acordos.

Juscelino era PRP – Partido Republicano Progressista -, partido de pequena expressão e força. Hoje é presidente estadual do DEM – Democratas, graças a uma política egoísta, que o fez vender a sua alma, por interesses pessoais e familiares que estão acima de qualquer clamor ou necessidade da população, principalmente daquelas que lhes confiou um voto.

Penso que por ser novo, médico e novato na política, Juscelino Filho fosse um dos diferenciais esperados no cenário prostituído e tão marcado por vício, maldade e corrupção que assola o país.

Não! O pai de família, ao fazer acordos escusos, talvez seja apegado apenas ao presente, esquecendo que existe um futuro, local onde os seus filhos receberão, como herança, as consequências de suas atuais atitudes.

Eleito em 2018

Acredito que o deputado federal Juscelino Filho fará uma campanha, neste ano, muito mais fácil do que foi a sua primeira e invejada por muitos políticos veteranos.

Dinheiro, padrinhos políticos, família política – que só cresceu -, direção estadual de um partido, apoio do governo do Maranhão e prefeitura da capital, é o que não falta de parceria.

Seu pai Juscelino Rezende continua ainda mais forte como liderança na região de Vitorino Freire. Ainda mais depois que Luana Rezende, sua filha e irmã de Juscelino, foi eleita prefeita da cidade.

Dizem que é o pai, que tem mais experiência, é quem, de fato, manda e desmanda na prefeitura.

Seus tios Bringel continuam, também, mandando em Santa Inês. Agora com muito mais força, pois, sua tia, Vianey Bringel, foi eleita, também, prefeita da cidade.

Desde 2016, Filho emplacou a sua sogra Maluda Cavalcanti Fialho como secretaria municipal de Meio Ambiente, de São Luís. Mais um visível retrato de alianças, costuras e acordos políticos, para que o DEM apoiasse a campanha de reeleição do, já prefeito, Edivaldo Holanda Júnior.

O sogro, Fernando Fialho, aquele que foi o maior responsável pela vitória do atual democrata, visivelmente voltou a trabalhar em sua empresa de engenharia META e, com certeza, deve colher frutos maduros de seu investimento.

Já o próprio Juscelino Filho, aliançado com o governo comunista, atua e é beneficiado diretamente pelo governo. Ele e sua família.

Empresas da esposa do deputado, Lia Fialho, presta serviço para o governo, em diversas unidades do estado, a preço de ouro e diamantes raros.

Em suma, uma família de médicos e engenheiros, sem necessidade nenhuma de atuar, de forma escusa, em bastidor político, se rende a uma nociva politicagem de vantagens, de interesses, de corrupção e de uma forma fermentada de maldade e de malícia, onde apenas o povo maranhense é quem sofre com as consequências.

Baseado em toda essa venda, apoios, rendição, dinheiro e interesses, é quase impossível que o menino Juscelino Filho não seja, infelizmente, reeleito ao cargo de deputado federal nas eleições de 2018.

Essa vida eu não queria: 10 coisas que Meghan – esposa do príncipe Harry – não pode mais fazer (Como não poder dormir antes da Rainha Elizabeth, por exemplo)

O casamento precisou ser aprovado pela toda-poderosa Rainha Elizabeth, para poder se concretizar

A oficialização da união entre Meghan Markle e o, então, Príncipe Harry rendeu a ela o título de Duquesa de Sussex e trouxe, também, algumas proibições.

Para além da abdicação de sua carreira na dramaturgia, a mais nova integrante da família real não poderá mais fazer algumas coisas ‘básicas’, às quais estava acostumada, como tirar selfies, por exemplo. Algumas das regras estão relacionadas a critérios de segurança, enquanto outras podem ter origem nos gostos pessoais da Rainha Elizabeth II.

Confira as 10 mais curiosas:

1- Comer frutos do mar

Adeus, camarão! O protocolo real proíbe a realeza de comer frutos do mar, carnes raras ou alimentos excessivamente condimentados – especialmente durante viagens – para evitar intoxicação alimentar ou qualquer tipo de mal-estar.

2- Dar Autógrafos

Segundo a revista InStyle, os membros da realeza não podem dar autógrafos, para evitar que as assinaturas sejam usadas para falsificações ou violações de segurança.

3- Tirar Selfies

Essa já seria um regra da Rainha Elizabeth II.
De acordo o embaixador dos EUA no Reino Unido, Matthew Barzun, a monarca considera que esse tipo de prática dificulta o contato visual entre as pessoas mais preocupadas em tirar um retrato do que em cumprimentar o outro, por exemplo.

4- Ter Contas nas Redes Sociais

Antes assídua no Instagram, Meghan não pode mais utilizar a rede, bem como quaisquer outra mídia social, como “Facebook” e “Twitter”. O protocolo real estabelece que as únicas imagens que receberemos de Meghan serão as oficiais, aprovadas e divulgadas pelo próprio Kensington Palace.

5- Usar esmaltes coloridos

Meghan não poderá mais ousar nas cores de suas unhas. O protocolo real dita que as mulheres só podem usar rosa bebê ou nude. É por isso que a Rainha Elizabeth II só usa a cor ‘Ballet Slippers’ da marca Essie, há mais de 30 anos.

6- Sentar de pernas cruzadas

Quando você faz parte da realeza, há um jeito “certo” de fazer tudo, inclusive de se sentar. As mulheres da família real devem manter as pernas e os joelhos juntos enquanto estão sentadas ou, então, cruzarem os tornozelos. As pernas não podem ser cruzadas em hipótese alguma.

7- Votar nas eleições britânicas e expressar opiniões de cunho político publicamente

Meghan, que na última eleição presidencial norte-americana saiu em defesa da candidata Hillary Clinton, não poderá mais expressar suas opiniões políticas em público. Assim como qualquer outro membro da família real, ela também não deve votar. O Parlamento do Reino Unido considera o voto inconstitucional para a realeza.

8- Sair com as pernas ‘nuas’

Essa é uma regra defendida com veemência pela Rainha Elizabeth II. A partir de agora, Meghan só pode aparecer publicamente com parte das pernas à mostra se estiver usando meia-calça!
Vestidos curtos também são expressamente proibidos.

9- Sair sozinha

Por razões óbvias, enquanto estiver em público seja por compromissos reais ou particulares, a duquesa será sempre acompanhada por seguranças.

10- Ir Dormir antes da Rainha

Caso esteja no mesmo lugar que a monarca, Meghan terá de esperar a rainha ir se deitar para, só a partir daí, também dormir. Em entrevista ao The Australian, Sir William Heseltine, um dos secretários privados de Elizabeth II, descreveu que a Sua Alteza considera essa quebra de protocolo, algo rude.

Minhas considerações

Algumas das regras estão relacionadas aos gostos pessoais da Rainha Elizabeth II

Para mim, todas essa regras e protocolos beiram à loucura.
Mas, claro, há quem se sujeite. Há quem decida abrir mão de sua vida, seus sonhos, suas vontades e particularidades, em nome de um “amor”.

Não, comigo isso não daria certo, pois amar para mim é ser livre. É onde as regras e protocolos que suprem a expectativa do outro – nesse caso, a Rainha Elizabeth II -, precisa ser considerado mais do que a minha própria vida.

“Votar nas eleições britânicas e expressar opiniões de cunho político publicamente”.
Quanta insanidade, cara!

Como não poder me expressar em pleno século XXI? Que ditadura mascarada.

Como pode existir mulher que ainda se submeta a esse tipo de pressão e opressão psicológica?

Por isso a princesa Diana era detestada pela Rainha, pois, em muitas dessas regras, não se curvava a caprichos totalmente doentis de sua sogra e Rainha.

Para mim, não vale a pena!