Maranhão: O médico Allan Garcês está integrado na Equipe de Transição pela Saúde no governo Bolsonaro

Alfinetando alguns veículos de comunicação do estado, que atribuíram a sua indicação como “ter passado por cima” de apoiadores bem mais declarados ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), no Maranhão, a exemplo da ex-candidata ao governo do estado Maura Jorge o o presidente do PSL Chico Carvalho, o médico Allan Garcês, morador e profissional da saúde no Maranhão, também do partido do presidenciável e candidato derrotado à deputado federal, se manifestou em sua rede social para com, o que chamou de “alegria”, anunciar a sua integração na Equipe de Transição pela Saúde no governo Bolsonaro.

O profissional que já está em Brasília, afirmou não estar intencionado em disputar poder, pelo contrário, declarou que “o único poder que me preocupo é em poder ajudar a saúde do nosso país e do Maranhão”. (sic)

Confira abaixo a Nota completa do médico

Médico do Maranhão Allan Garcês na equipe de transição do novo governo

“É com alegria que faço parte da Equipe de Transição pela Saúde no Governo Bolsonaro. Alguns blogs publicaram matérias onde escreveram que eu furei a frente de políticos importantes do nosso Estado como se eu estivesse disputando poder, não é isso, nem tenho esta intenção, no entanto, gostaria de deixar claro que o único “poder” que me preocupo, é em poder ajudar a saúde do nosso país e do Maranhão. Acredito que minha nomeação seja motivo de alegria e esperança de uma saúde melhor, para todos os maranhenses. Ter um Médico do Maranhão, fazendo parte da equipe de transição em uma pasta tão importante, como é a saúde, é uma forma de prestigiar um Estado do nordeste como o nosso.

Tenho uma missão a ser cumprida em Brasília: ajudar o Brasil e o Maranhão a construir e ter uma política pública de saúde melhor, afim beneficiar todo o povo desta grande nação”.

Allan Garcês

Em tempo

Sempre denunciando o (des) governo Flávio Dino e a saúde do estado, o médico Allan Garcês foi candidato à deputado federal pelo PSL, na eleição deste ano e obteve mais de 20 mil votos.

Mais uma para a conta: Prefeita e vice-prefeito de Santa Luzia têm mandatos cassados

Por 4 a 2, o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão cassou o mandato da prefeita de Santa Luzia, Francilene Paixão Queiroz, mais conhecida como França do Macaquinho e o seu vice, Juscelino Júnior.

A Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão (PRE/MA) se manifestou favorável à cassação do mandato dos gestores, com base no recurso eleitoral interposto pelo candidato a prefeito Airton Chagas Cavalcante, em desfavor da sentença proferida pela juíza da 70ª Zona Eleitoral, Clécia Pereira Monteiro, que julgou improcedente os pedidos veiculados na ação de investigação judicial eleitoral por captação ilícita de sufrágio por ele ajuizada em face da prefeita.

França do Macaquinho teria comprado votos com a promessa de contribuição sindical, doação de cesta básica e de material de construção. Além disso, a prefeita ofereceu serviço de aluguel de veículo e prestação de serviços médicos.

A prefeita foi acusada de crimes eleitorais, entre eles a captação ilícita de sufrágio, compra de votos e abuso do poder político-econômico cometidos nas eleições municipais de 2016.

O julgamento foi iniciado na terça-feira (6) e ficou 3×1 pela cassação.

Os primeiros votantes: uma vez que votaram pela cassação, o relator do caso, o juiz eleitoral Itaércio Paulino da Silva, que votou de acordo com o parecer do Ministério Público Eleitoral e os juízes Wellington Cláudio de Castro e José Eduardo Moreira também votaram pela cassação de França do Macaquinho. Apenas Tyrone José da Silva teve um entendimento diferente.

Término do julgamento

Na volta do julgamento, na tarde de quarta-feira, 07, o juiz eleitoral Júlio César Praseres, que havia pedido vista do processo, acompanhou o voto do relator e confirmou a cassação de França do Macaquinho.

Eu avisei que Flávio Dino “quebraria” o Estado para garantir vitória em seu projeto de reeleição: Benefícios de pensões e aposentadorias não vão ser pagos em 2019

Com compromissos de ordem no estado que somam 2,4 bilhões para 2019, Governo Flávio Dino, após campanha eleitoral, assume que só tem 2 milhões de reais no caixa, com isso, técnicos da administração comunista admitem que não tem como pagar benefícios de pensões e aposentadorias ano que vem.

Para tentar “salvar” a situação, mais sacrifícios: alienação de bens do estado, funcionários demitidos, diminuição na frota de aluguéis de carros, menos viagens de trabalho dos funcionários ao interior do estado e etc …

Como eu escrevo memórias, não custa dizer, “eu avisei que Flávio Dino quebraria o estado para satisfazer o seu desejo pessoal de reeleição, além de pagar muito, muito dinheiro, para enfiar goela abaixo dos maranhenses, as duas caricaturas de Senadores que ele inventou e elegeu”.

A fatura de todo esse crime eleitoral começou a chegar e vai, diretamente, para o bolso dos eleitores do comunista e, infelizmente, para aqueles que não têm culpa desse desastre político no nosso estado.

De o Imirante – com alterações

Técnicos da Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) do governo Flávio Dino (PCdoB) admitiram ontem, 07, durante audiência na Comissão de Orçamento, Finanças, Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa que o Estado não tem disponibilidade de caixa para honrar o pagamento de pensões e aposentadorias de
beneficiários no ano que vem.

A revelação foi feita aos deputados integrantes do colegiado, na primeira discussão sobre a Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2019. A relatora da matéria é a deputada Francisca Primo (PCdoB) que deve levar o texto final ao plenário no mês de dezembro.

Ao explanar a proposta aos parlamentares, o subsecretário de Planejamento e Orçamento, Marcelo Duailibe, o secretário adjunto da pasta, Roberto Matos e técnicos do órgão, informaram que, atualmente, a Previdência estadual conta com apenas R$ 200 milhões em caixa. Mas a previsão de gastos com pensões e aposentadorias para o ano que vem é de R$ 2,4 bilhões.

Parte da diferença, informaram os membros do governo, deve ser compensada com a alienação de bens do Estado. Com a venda de terrenos e prédios públicos, por exemplo, a gestão comunista estima arrecadar R$ 502 milhões.

– Com esse mesmo tipo de alienação, em 2018, até agora o governo só arrecadou R$ 788 mil.
Não arrecadou nem R$ 1 milhão. Como se explica o aumento dessa receita em 2019 para meio bilhão? O problema é que ninguém explica objetivamente como isso será feito – reclamou o deputado César Pires (PV) após a reunião. Ele questionou quais seriam os bens a serem alienados e como o governo poderia ter certeza da liquidez dos negócios ao longo do ano.

Em resposta, os enviados da Seplan informaram apenas que, caso não haja sucesso nessas operações, o governo “tem um plano B”.

Aí eu digo, “ah, tem sim, com toda certeza”!
Se o governo realmente tivesse uma saída certeira, não sacrificaria o próprio estado por causa da consequência desastrosa desse governo amador comunista.

Pedido

Após a audiência, Pires já oficializou ao Instituto de Previdência dos Servidores do Estado do Maranhão (Iprev) solicitando as informações sonegadas durante o encontro na Comissão.
– Precisamos ter mais detalhes sobre tudo isso. Vamos votar isso em plenário.
Daremos aval ao governo para executar esse Orçamento, então, não podemos apenas aprovar sem entender
o que vamos autorizar o governador a fazer – completou.

Outro ponto que chamou atenção dos deputados diz respeito à estimativa de receitas oriundas da prestação de serviços pelo Estado.

O governo aponta uma arrecadação de R$ 132 milhões com essa rubrica, mas ainda não informou que tipo de serviço o Estado presta que justifique essa receita.

Previdência do MA em números

R$ 200 milhões é quanto a Previdência estadual dispõe em caixa

R$ 2,4 bilhões é o total a ser gasto com pensões e aposentadorias em 2019

R$ 502 milhões é quanto o Estado estima arrecadar com alienação de bens em 2019

R$ 132 milhões devem ser arrecadados com a prestação de serviços pelo Estado

Mais informações

Durante a audiência na Comissão de Orçamento, Finanças, Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa o deputado Eduardo Braide (PMN) lembrou que o governo Flávio Dino já resgatou mais de R$ 1 bilhão de valores do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadorias (Fepa) que estavam investidos em aplicações financeiras e que rendiam, até 2017, mais de uma centena de milhões de reais anualmente.

Segundo dados oficiais – extraídos das publicações do Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) do Governo do Maranhão e atualizados até o primeiro bimestre de 2018 -, os comunistas receberam o Estado com R$ 1,19 bilhão do Fepa aplicados.

Em 2015, resgataram pouco mais de R$ 20 milhões. No ano seguinte, novos resgates, que, somados, totalizaram algo em torno de R$ 47 milhões.

O ano de 2016 terminou com R$ 1,12 bilhão do Fundo aplicados em instituições financeiras e, em 2017, os saques foram dez vezes maiores: R$ 457 milhões retirados das aplicações.

Em 2018, nos dois primeiros meses do ano, foram sacados mais R$ 50 milhões e, com o recente resgate de R$ 440 milhões, autorizado pela Justiça, estima-se que o Fepa tenha em aplicações pouco mais de R$ 150 milhões.