Era ano de 2011, quando o Ministro da Educação, Haddad começava a colocar em pauta o Kit Gay para ter livre acesso nas escolas públicas do Brasil

Vídeos elaborados pelo Ministério da Educação (MEC) que tratavam de transexualidade, bissexualidade e da relação entre duas meninas lésbicas deveriam ser debatidos em salas de aula do ensino médio, ainda no ano de 2011.

O objetivo do material, intitulado como Kit Gay, composto de três filmes e um guia de orientação aos professores, era levar para o ambiente de 6 mil escolas, de todo o país, o “tema gay” como forma de reconhecimento da diversidade sexual e enfrentamento do preconceito.

Entenda

Em 2004, o governo federal lançou o programa Brasil sem Homofobia com o objetivo de combater a violência e o preconceito contra a população LGBT (composta por travestis, transexuais, gays, lésbicas, bissexuais e outros grupos). Uma parte dele enfatizaria a formação de educadores para tratar questões relacionadas ao gênero e à sexualidade. Nascia aí o projeto Escola sem Homofobia.

Por meio de um convênio firmado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), foi elaborado o material que seria distribuído às instituições de todo o país. Entretanto, uma polêmica impediu sua circulação. Em 2011, quando estava pronto para ser impresso, setores conservadores da sociedade e do Congresso Nacional iniciaram uma campanha contra o projeto.

Nas acusações feitas, o “kit gay” — como acabou pejorativamente conhecido — era responsável por “estimular o homossexualismo e a promiscuidade.” O governo cedeu à pressão e suspendeu o projeto. 1,9 milhão de reais investido no projeto pareceu perdido.

O kit foi elaborado – mas, vetado, pela presidente Dilma Rousseff -, após a realização de seminários com profissionais de educação, gestores e representantes da sociedade civil.

– Lembram-se do material preparado pelo Ministério da Educação, sob o comando de Fernando Haddad, para ser veiculado nas escolas? Um deles fazia a apologia da bissexualidade: dizia que um bissexual tem 50% a mais de chance de ter com quem sair no fim de semana já que gosta de meninas e meninos.
Bem, não dando para consertar o pensamento, conserte-se a matemática: teria 100% a mais de chance.
Outro filme tratava da personagem “Bianca”, uma “transgênera” (como diz Laerte). E ali se defendia o “direito” de usar o banheiro feminino. Os filmes resultaram tão primitivos e prosélitos que Dilma Rousseff vetou. Foi mais um dos esforços de Fernando Haddad em favor da educação e do bom uso de recursos públicos – escreveu um dos maiores jornalistas e comentadores de política da atualidade, Reinaldo Azevedo.

Impossível Fernando Haddad negar as suas origens, ou seja, em 2011 era, de fato, ministro da Educação e foi permissivo no “Kit Gay”

P.S – A minha opinião em relação à toda essa polêmica do “Kit Gay”, elaborado e vetado em 2011, por causa do enfrentamento da bancada evangélica e conservadora, do, na época, Congresso Nacional, voltou com força total agora, principalmente, por causa da dualidade dos candidatos mais fortes, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), que disputam, em 2° turno, a presidência do país.

Se de um lado o candidato Jair Bolsonaro defende o direito das crianças serem crianças; defende as famílias; defende o direito dos pais na criação de seus filhos, o candidato do PT, Haddad, é aquele candidato da esquerda que, assim como os seus pares, defende um tipo de governo totalmente libertino, sem valores, sem moral familiar e social. Esse tem sido o modelo de defesa do movimento da esquerda no Brasil.

Eu continuo batendo na tecla de que por muitos anos votei PT, já fui PT, quando via no partido um aliado dos menos favorecidos, das famílias, daquela gente sem oportunidade, dos trabalhadores, enfim.
Hoje percebo que o partido se perdeu. Se perdeu de suas propostas, de sua ideologia e tem um discurso de divisão. Um discurso de inversão de valores. Um discurso de deturpamento do corpo. Um discurso que prega a libertinagem. Não, o Brasil não é e nem deve se considerar e se conformar em ser um país imoral, do tudo pode.
As crianças precisam ser defendidas e, enquanto crianças, viverem como tal. As mulheres precisam e devem ser respeitadas. Precisam e devem aprender sobre responsabilidades e moral. Enfim ,,
Fora todos os outros aspectos políticos e sociais que o partido que continuar transformando o Brasil.

Não quero ser conhecida e taxada de ter um discurso homofóbico. Não tenho e não sou e, quer saber, não tenho o porquê de ser homofóbica, visto que as diferenças e decisões das pessoas cabem à elas e todas merecem ser respeitas. Mas, o que não dá para aceitar calada é que apenas direitos gays, imposições forçadas e imorais sejam empurradas goela abaixo da sociedade. Aqui não!

Informação histórica

As pessoas precisam entender que o Brasil, por mais que se julgue um país laico, é, culturalmente, religioso.

O cristianismo, a mais importante tradição do Ocidente. A formação das Américas e da Europa é o cristianismo, permeando a vida de todos esses continentes.

O Ocidente vive, desde sempre, o modelo judaico-cristão.
Mas o que estamos vivenciando?
Um movimento de esquerda que quer implantar uma cultura que vai contra todos os valores da sociedade brasileira, por isso, a sociedade tem rejeitado.

Quando eu digo sociedade brasileira, independente de ser de família religiosa ou não, não é apenas coisa de cristão.
Falo de família de ateu, de espírita, católicos, umbandistas, evangélicos. Qual é a família que quer ter os seus lares invadidos por um modelo onde eles percam total autoridade dentro de suas casas na criação de seus filhos?

A escola ensina aos alunos o que é técnico.
É dentro de casa que as pessoas aprendem sobre educação, sobre valores morais e sociais.

São Luís: “Apoio Bolsonaro pelo bem do Brasil”, declarou o vereador Francisco Chaguinhas em apoio ao presidenciável

O vereador de São Luís, Francisco Chaguinhas (PP), declarou apoio ao candidato Jair Bolsonaro. O parlamentar usou a tribuna da Câmara Municipal, onde reafirmou o compromisso em eleger o presidenciável no segundo turno.

– Apoio o Bolsonaro pelo bem do Brasil. Precisamos de alguém que tenha compromisso com o povo e com toda a Nação Brasileira. Jair mostra que tem condições de colocar o Brasil no rumo certo – defendeu o vereador Francisco Chaguinhas.

EM TEMPO

O vereador Francisco Chaguinhas esteve participando da uma reunião organizado pelo presidente Estadual do PSL no Maranhão, vereador Chico Carvalho, que reuniu na noite de ontem, terça-feira, 9, apoiadores do presidenciável de seu partido, Jair Bolsonaro, para traçar estratégias de campanha do candidato no Maranhão.

Em São Luís, por exemplo, o PSL e Bolsonaro terá o apoio de 10 vereadores, que durante a reunião já se comprometeram em levar o nome do presidenciável as suas comunidades.

Entre os parlamentares de São Luís que se reuniram com Chico Carvalho estão Estevão Aragão (PSDB), Francisco Chaguinhas (PP), Isaías Pereirinha(PSL) Genival Alves (PRTB), Cézar Bombeiro (PSD), Marquinhos Silva (DEM), Antônio Garcez (PTC) e Edson Gaguinho (PHS).

Os vereadores anunciaram que farão carreatas, adesivação, caminhadas e outras atividades de campanha para fortalecer o nome de Jair Bolsonaro na capital maranhense.

– O momento exige empenho, dedicação e união para que todos que querem Jair Bolsonaro na Presidência do Brasil vejamos vencedores dia 28 de outubro. Nós, não. Toda a sociedade brasileira – disse Chico Carvalho.