Veja a milionária relação: Candidatos a deputado federal já receberam repasses do Fundo Eleitoral para financiar campanha

Aluísio Mendes – R$500 mil – Podemos
André Fufuca – R$1,7 milhão – PP
Davi Alves Júnior – R$250 mil – PR
Gastão Vieira – R$405 mil – PROS
Hildo Rocha – R$1,5 milhão – MDB
João Marcelo – R$1,5 milhão – MDB
Juscelino Filho – R$500 mil – DEM
Luana Costa – R$1,3 milhão – PSC
Márcio Jerry – R$400 mil – PCdoB
Rubens Júnior – R$400 mil – PCdoB
Simplicio – R$1,05 milhão – SD
Victor Mendes – R$1,5 milhão – MDB
Waldir Maranhão – R$500 mil – PSDB
Três deputados federais mais do que privilegiados por seus partidos no repasse de fundo eleitoral para financiamento de suas campanhas 2018. Dezenas de candidatos – do mesmo partidos destes tais – estão só na vontade, ou seja, há privilégios claros de investimento e preferência

Vários candidatos a deputado federal já receberam repasses dos diretórios nacionais para a campanha eleitoral. Até agora, o MDB foi o partido mais generoso, destinou R$4,5 milhões aos seus candidatos a reeleição – Hildo Rocha, João Marcelo e Victor Mendes. No entanto, individualmente quem mais recebeu foi André Fufuca do PP, ele foi contemplado com R$1,7 milhão. Luana Costa do PSC e Simplício do Solidariedade também garantiram mais de um milhão de reais cada um.

Criado no ano passado para regulamentar o repasse de recursos públicos entre os partidos, o Fundo distribuiu R$ 1,716 bilhão de dinheiro público, dividido proporcionalmente entre os partidos, levando em conta, principalmente, o número de representantes no Congresso Nacional. O MDB, por exemplo, recebeu R$ 234,2 milhões; o PT teve para distribuir R$ 212,2 milhões; e o PSDB nada menos que R$ 185,8 milhões.
Os chamados nanicos ficaram com R$ 980 mil cada.

André Fufuca, candidato à reeleição, recebeu quase DOIS MILHÕES do PP

Outros candidatos a deputado federal também já receberam repasses, apesar dos valores mais modestos, caso de Aluísio Mendes (Podemos) e Waldir Maranhão (PSDB), que receberam R$500 mil cada um. Gastão Vieira ganhou R$405 mil do PROS. Já os comunistas Rubens Pereira Júnior e Márcio Jerry receberam R$400 mil, cada. Davi Alves Júnior do PR, recebeu R$250 mil.

Livres para utilizar a grana como querem, os partidos injetaram dinheiro em campanhas estaduais de acordo com seus critérios internos. O PCdoB, por exemplo, investiu 13% da sua cota em Flávio Dino, o equivalente a R$ 4 milhões  e seuComitê Central já tinha deixado claro que o principal objetivo de 2018 é reeleger o comunista, em documento que dispunha sobre critérios para distribuição de recursos

O que chama atenção é que outros companheiros de partidos dos candidatos citados acima não foram ainda agraciados.
No PP, por exemplo, Ildon Marques e Paulo Marinho Júnior não receberam nada. No PCdoB, as mulheres ficaram fora da partilha do fundo eleitoral. No PSDB, Madeira ainda não foi contemplado. Assim como no PR nem Josimar e Jr Lourenço receberam repasses.

Outros candidatos de nome forte também não receberam nada dos seus partidos, caso de Pedro Lucas Fernandes (PTB); Gil Cutrim, Deoclides e Julião Amim, todos do PDT; Júnior Marreca do Patriotas; Zé Carlos do PT, Edilázio do PSD e outros.

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