Ao revelar a composição do preço da gasolina, deputado Wellington do Curso desafia Flávio Dino a reduzir ICMS

Devido aos últimos acontecimentos e de tanto o povo brasileiro ser lesado com tanto tributo e impostos para cobrir  e pagar uma fatura infinita de roubos e desvios do dinheiro público, principalmente a nível federal, o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) desafiou o governador do Maranhão, Flávio Dino, a reduzir o ICMS no estado. O imposto incide no preço dos combustíveis e, ao fazer a cobrança, Wellington relembrou que o governador Flávio Dino já fez isso em outra ocasião para beneficiar aliados políticos, reduzindo de 17% para 2% o ICMS do óleo diesel.

Ao lançar o desafio, Wellington destacou que o preço final pago pelo consumidor, ao comprar gasolina, depende de impostos federais e também estaduais.

– Tivemos 4 aumentos no preço de combustível em menos de 10 dias, algo que afetou todo o Brasil. Sabemos também que a questão depende de atos do Governo Federal. O preço final, pago pelo consumidor, depende de impostos federais e também estaduais. No Maranhão, 26% do valor da gasolina são destinados ao imposto estadual (ICMS), o que tem atingindo diretamente o bolso do trabalhador maranhense.
Em 2016, Flávio Dino aumentou o imposto que incide sobre os combustíveis e eu fui contra esse aumento. Agora, desafio o governador Flávio Dino a baixar o ICMS dos combustíveis no Maranhão, algo que é possível, já que em ano eleitoral Flávio Dino baixou de 17% para 2% o ICMS do óleo diesel para beneficiar aliados políticos. Ele já fez isso antes para beneficiar aliados, que faça agora para beneficiar a população – desafiou o deputado Wellington.

Entenda como Juscelino Filho foi eleito deputado federal em 2014 e como será fácil a sua reeleição em 2018

Se por um lado o, hoje, deputado federal Juscelino Filho (DEM) que foi eleito, nas últimas eleições – em 2014 -, graças (totalmente) ao grande apoio, conchavos, convênios e “investimento” do seu sogro, Fernando Fialho – secretário de Desenvolvimento Social (SEDES), na época, no governo Roseana Sarney – e de sua família viciada e histórica na política maranhense, por outro lado, 2018, sendo ano de eleição novamente, como o médico e deputado vai fazer, esse ano, para que as suas bases, iniciadas lá atras, tenham continuidade e lhe garantam mais uma vez a vitória?

FOTO: Antônio Filho – Internet – Campanha eleitoral 2014

Preferi fazer um breve resumo nesse 1° parágrafo e essa indagação porque uma pessoa sair DO NADA, sendo conhecida apenas na sua família, cair de paraquedas numa disputa eleitoral e ser eleito, numa primeira tentativa, a deputado federal, é, no mínimo, motivo de investigação, análises e estudo. (risos)

Quando eu citei, aí em cima, o sogro de Filho, Fernando Fialho, é porque o ex-secretário teve um papel e uma função importantíssima na campanha do genro.
Ah e fora dela claro!

Fernando Fialho estava em uma secretaria que lhe dava uma das maiores visibilidades que outras poucas lhe dariam. Era a secretaria dos convênios, onde facilmente os mesmos poderiam ser firmados com as prefeituras em troca de apoio ao menino Juscelino, que, até então, não sabia nem discursar.

Foi bem aí que Juscelino Filho começou a ser negociado e vendido.

Os convênios da SEDES eram firmados com aquela prefeitura que ainda não tinha “se vendido” a nenhum candidato, daí, o prefeito dava o seu preço, o convênio chegava e o acordo de apoio, de número de votos, começava a ser desenhado.

Tinha prefeitura e liderança que dava, anotado, o número de votos que conseguiria reunir para o candidato.

E, assim, começava a campanha do 4410.

Vamos aos acontecimentos …

Em 2014, Juscelino Filho, que era apenas um menino entrando na fase adulta, nunca, sequer, pensou em disputar um cargo político, mesmo vindo de uma família política.

Seu pai, Juscelino Rezende, já fora deputado estadual e prefeito da cidade maranhense Vitorino Freire, continuando, até os dias de hoje, como uma das maiores lideranças da região.

Seu tio paterno, Stênio Rezende, deputado estadual sem muita visibilidade e conhecido por ser “deputado que atua por necessidade”, também compõe o quadro da família política de Juscelino.

Ah, não posso esquecer também da família Bringel. Um casal de tios que GARANTIU recorde de votos para o “menino candidato”, na cidade de Santa Inês. O casal de médicos, há anos, é a maior liderança política da cidade.

Bringel já fora prefeito de Santa Inês e a sua tia, Vianey Bringel, já teve mandato de deputada estadual e, atualmente, é prefeita da cidade da região do Pindaré.

Ou seja, apoio, vícios políticos, maus costumes, agir por ocasião, necessidades e interesses, foram ingredientes que forjaram o caráter político de Juscelino Rezende Filho. Eleito em 2014 contrário ao candidato ao governo do estado, Flávio Dino (PCdoB) e fazendo campanha conjunta ao candidato Lobão Filho, o contraditório Juscelino Filho é hoje um dos maiores entusiastas e participantes no governo comunista,

Quem conheceu Juscelino Filho em 2014, “nascendo na política e sendo instruído pelas raposas”, o analisa hoje e chega a conclusão de que ele vem sendo um ótimo aluno ao longo desses 4 anos.

Soube ganhar votos andando pelos interiores do Maranhão aprendendo a discursar com uma fala que agradava aos seus ouvintes. Ou seja, pelo palanque que subia, se usurpava de amigo da presidente Dilma Rousseff e Lula, ambos PT, chamando-os de melhores presidentes da história e de “meus amigos”.

Defendia a causa e a forma de fazer política do partido. Além de defender com, veemência, políticas públicas e sociais empregadas pelo governo petista.

Quando chegou à uma das 513 cadeiras de deputado federal, a 1° coisa que fez foi mudar o seu discurso e o que afirmava defender.

Como não precisava mais da presidente Dilma Rousseff, traiu o seu governo e o povo, dezenas de vezes, em canetadas e sendo contrário a políticas públicas e mensagens enviadas à Câmara Federal que poderiam aliviar, apoiar manter o governo que, só de usar o nome, lhe ajudou a vencer seu 1° mandato.

Votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017 votou a favor da Reforma Trabalhista. Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do Presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.

Não se pode esquecer que Juscelino Filho foi um dos políticos que votou a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Na Campanha

Juscelino, também, para defender o seu candidato ao governo do estado, Lobão Filho, achincalhava com o candidato de oposição, Flávio Dino.

Por onde passava, pedia para as pessoas não acreditarem no comunista. Além de taxá-lo de perseguidor dos trabalhadores e ditador.
Hoje, a mesa de Flávio Dino é o local onde o deputado federal e sua família se rende, Come, bebem e se aproveita dos benefícios e troca de favores estabelecidos entre os mesmos para acordos.

Juscelino era PRP – Partido Republicano Progressista -, partido de pequena expressão e força. Hoje é presidente estadual do DEM – Democratas, graças a uma política egoísta, que o fez vender a sua alma, por interesses pessoais e familiares que estão acima de qualquer clamor ou necessidade da população, principalmente daquelas que lhes confiou um voto.

Penso que por ser novo, médico e novato na política, Juscelino Filho fosse um dos diferenciais esperados no cenário prostituído e tão marcado por vício, maldade e corrupção que assola o país.

Não! O pai de família, ao fazer acordos escusos, talvez seja apegado apenas ao presente, esquecendo que existe um futuro, local onde os seus filhos receberão, como herança, as consequências de suas atuais atitudes.

Eleito em 2018

Acredito que o deputado federal Juscelino Filho fará uma campanha, neste ano, muito mais fácil do que foi a sua primeira e invejada por muitos políticos veteranos.

Dinheiro, padrinhos políticos, família política – que só cresceu -, direção estadual de um partido, apoio do governo do Maranhão e prefeitura da capital, é o que não falta de parceria.

Seu pai Juscelino Rezende continua ainda mais forte como liderança na região de Vitorino Freire. Ainda mais depois que Luana Rezende, sua filha e irmã de Juscelino, foi eleita prefeita da cidade.

Dizem que é o pai, que tem mais experiência, é quem, de fato, manda e desmanda na prefeitura.

Seus tios Bringel continuam, também, mandando em Santa Inês. Agora com muito mais força, pois, sua tia, Vianey Bringel, foi eleita, também, prefeita da cidade.

Desde 2016, Filho emplacou a sua sogra Maluda Cavalcanti Fialho como secretaria municipal de Meio Ambiente, de São Luís. Mais um visível retrato de alianças, costuras e acordos políticos, para que o DEM apoiasse a campanha de reeleição do, já prefeito, Edivaldo Holanda Júnior.

O sogro, Fernando Fialho, aquele que foi o maior responsável pela vitória do atual democrata, visivelmente voltou a trabalhar em sua empresa de engenharia META e, com certeza, deve colher frutos maduros de seu investimento.

Já o próprio Juscelino Filho, aliançado com o governo comunista, atua e é beneficiado diretamente pelo governo. Ele e sua família.

Empresas da esposa do deputado, Lia Fialho, presta serviço para o governo, em diversas unidades do estado, a preço de ouro e diamantes raros.

Em suma, uma família de médicos e engenheiros, sem necessidade nenhuma de atuar, de forma escusa, em bastidor político, se rende a uma nociva politicagem de vantagens, de interesses, de corrupção e de uma forma fermentada de maldade e de malícia, onde apenas o povo maranhense é quem sofre com as consequências.

Baseado em toda essa venda, apoios, rendição, dinheiro e interesses, é quase impossível que o menino Juscelino Filho não seja, infelizmente, reeleito ao cargo de deputado federal nas eleições de 2018.

Essa vida eu não queria: 10 coisas que Meghan – esposa do príncipe Harry – não pode mais fazer (Como não poder dormir antes da Rainha Elizabeth, por exemplo)

O casamento precisou ser aprovado pela toda-poderosa Rainha Elizabeth, para poder se concretizar

A oficialização da união entre Meghan Markle e o, então, Príncipe Harry rendeu a ela o título de Duquesa de Sussex e trouxe, também, algumas proibições.

Para além da abdicação de sua carreira na dramaturgia, a mais nova integrante da família real não poderá mais fazer algumas coisas ‘básicas’, às quais estava acostumada, como tirar selfies, por exemplo. Algumas das regras estão relacionadas a critérios de segurança, enquanto outras podem ter origem nos gostos pessoais da Rainha Elizabeth II.

Confira as 10 mais curiosas:

1- Comer frutos do mar

Adeus, camarão! O protocolo real proíbe a realeza de comer frutos do mar, carnes raras ou alimentos excessivamente condimentados – especialmente durante viagens – para evitar intoxicação alimentar ou qualquer tipo de mal-estar.

2- Dar Autógrafos

Segundo a revista InStyle, os membros da realeza não podem dar autógrafos, para evitar que as assinaturas sejam usadas para falsificações ou violações de segurança.

3- Tirar Selfies

Essa já seria um regra da Rainha Elizabeth II.
De acordo o embaixador dos EUA no Reino Unido, Matthew Barzun, a monarca considera que esse tipo de prática dificulta o contato visual entre as pessoas mais preocupadas em tirar um retrato do que em cumprimentar o outro, por exemplo.

4- Ter Contas nas Redes Sociais

Antes assídua no Instagram, Meghan não pode mais utilizar a rede, bem como quaisquer outra mídia social, como “Facebook” e “Twitter”. O protocolo real estabelece que as únicas imagens que receberemos de Meghan serão as oficiais, aprovadas e divulgadas pelo próprio Kensington Palace.

5- Usar esmaltes coloridos

Meghan não poderá mais ousar nas cores de suas unhas. O protocolo real dita que as mulheres só podem usar rosa bebê ou nude. É por isso que a Rainha Elizabeth II só usa a cor ‘Ballet Slippers’ da marca Essie, há mais de 30 anos.

6- Sentar de pernas cruzadas

Quando você faz parte da realeza, há um jeito “certo” de fazer tudo, inclusive de se sentar. As mulheres da família real devem manter as pernas e os joelhos juntos enquanto estão sentadas ou, então, cruzarem os tornozelos. As pernas não podem ser cruzadas em hipótese alguma.

7- Votar nas eleições britânicas e expressar opiniões de cunho político publicamente

Meghan, que na última eleição presidencial norte-americana saiu em defesa da candidata Hillary Clinton, não poderá mais expressar suas opiniões políticas em público. Assim como qualquer outro membro da família real, ela também não deve votar. O Parlamento do Reino Unido considera o voto inconstitucional para a realeza.

8- Sair com as pernas ‘nuas’

Essa é uma regra defendida com veemência pela Rainha Elizabeth II. A partir de agora, Meghan só pode aparecer publicamente com parte das pernas à mostra se estiver usando meia-calça!
Vestidos curtos também são expressamente proibidos.

9- Sair sozinha

Por razões óbvias, enquanto estiver em público seja por compromissos reais ou particulares, a duquesa será sempre acompanhada por seguranças.

10- Ir Dormir antes da Rainha

Caso esteja no mesmo lugar que a monarca, Meghan terá de esperar a rainha ir se deitar para, só a partir daí, também dormir. Em entrevista ao The Australian, Sir William Heseltine, um dos secretários privados de Elizabeth II, descreveu que a Sua Alteza considera essa quebra de protocolo, algo rude.

Minhas considerações

Algumas das regras estão relacionadas aos gostos pessoais da Rainha Elizabeth II

Para mim, todas essa regras e protocolos beiram à loucura.
Mas, claro, há quem se sujeite. Há quem decida abrir mão de sua vida, seus sonhos, suas vontades e particularidades, em nome de um “amor”.

Não, comigo isso não daria certo, pois amar para mim é ser livre. É onde as regras e protocolos que suprem a expectativa do outro – nesse caso, a Rainha Elizabeth II -, precisa ser considerado mais do que a minha própria vida.

“Votar nas eleições britânicas e expressar opiniões de cunho político publicamente”.
Quanta insanidade, cara!

Como não poder me expressar em pleno século XXI? Que ditadura mascarada.

Como pode existir mulher que ainda se submeta a esse tipo de pressão e opressão psicológica?

Por isso a princesa Diana era detestada pela Rainha, pois, em muitas dessas regras, não se curvava a caprichos totalmente doentis de sua sogra e Rainha.

Para mim, não vale a pena!