Igreja da Colheita, em São Luís, está sendo ponto de apoio para arrecadação de donativos às famílias atingidas pelas fortes chuvas

Com o objetivo de servir e socorrer as famílias atingidas pelas fortes chuvas, A Igreja da Colheita de São Luís, se uniu à Cruz Vermelha, INAMA e UNIPAS-MA, na Campanha de arrecadação de donativos às vítimas das fortes chuvas que, ultimamente, têm ‘caído’ na capital, comprometendo casas, alimentos e deixando muitas destas famílias até mesmo sem água para beber.

Funcionando como mais um ponto de apoio, a Igreja da Colheita, presidida pelo bispo Renato Chaves, se comprometeu com a iniciativa das instituições acima citadas e entrou na Campanha desde ontem, domingo, 22. Ontem mesmo a igreja já começou a contribuir, levando doações à sede, localizada no Recanto Vinhais.

Segundo o bispo Renato, socorrer significa correr em detrimento de um GRITO e é exatamente por ouvir o grito de milhares de famílias que estão ao nosso redor precisando de ajuda, que a igreja se disponibilizou em ir ao encontro do grito de socorro destes afetados.

Ajudar é mais do que um ato de solidariedade. É entender que, como seres humanos, nossa vida de nada vale nessa terra se não servirmos para melhorar a vida do próximo, se não formos alimento que sacia “as suas fomes”.

Quem puder e quiser contribuir, pode estar doando roupas, sapatos, alimentos, água e material de higiene.
A Igreja da Colheita fica localizada na Rua Santo Antônio, 14, Recanto Vinhais – Curva do 90.

O horário para as doações pode ser feito todos os dias, em tempo comercial.

Reino dividido: PM preso acusa secretário de Flávio Dino de forçá-lo a envolver deputado, da base governista, em esquema de contrabando

O governo comunista de Flávio Dino parece desmoronar com bombas diárias, graças aos seus próprios aliados e funcionários

Preso preventivamente em São Luís (MA) desde fevereiro, acusado em operação contra contrabando de armas, cigarros e bebidas, o policial militar Fernando Paiva Moraes Júnior afirmou, em depoimento à Justiça Federal do Maranhão, que foi coagido pelo secretário de Segurança Pública do governo Flávio Dino (PCdoB), Jefferson Portela, a fazer delação premiada e envolver, em irregularidades, o deputado estadual Raimundo Cutrim (PCdoB). A coação, segundo ele, ocorreu durante reunião no Ministério Público Federal, sem a presença de seus advogados. Portela o induziu a mentir. O PM moveu queixa-crime contra Portela.

No início do depoimento à Justiça Federal, Paiva dispensou auxílio da Defensoria Pública e, questionado sobre sua colaboração pelo juiz, denunciou: “Meritíssimo, eu fui coagido a fazer esta delação premiada, fui coagido pelo secretário de segurança Jefferson Portela e por um coronel que me conduziu”.

O soldado diz que foi tirado de sua cela à noite. “Primeiro, eu perguntei o motivo de estar sendo tirado da cela. Disseram que captaram a ligação de alguém e que eu corria risco de vida”. 

Depois recolheram uma rede da cela sob a alegação de que ele poderia se enforcar, “e fui colocado numa cela separada no comando geral, onde fazia as necessidades em um balde. Fui tratado como um lixo”.

Ele diz ter sido levado para o Ministério Público Federal, sem contato com seus advogados e, lá, teria se encontrado com o secretário de Segurança Pública do Maranhão. “Quando eu cheguei lá, o secretário de segurança pública Jefferson Portela começou a dizer que eu devia colaborar com ele, porque eu era o mais novo que tinha sido preso, que estaria correndo grande risco de perder minha farda e todos os meliantes que eu já prendi poderiam tomar ciência disso e depois atentar contra minha vida”.

Segundo o PM, Fernando Paiva, o secretário de Segurança do Maranhão, Jefferson Portela, o ameaçou para acusar o deputado estadual Raimundo Cutrim em caso de contrabando

Jefferson ainda diz que o chefe da pasta tentou induzi-lo a “falar nomes de pessoas”. “Queria formar um circo, um teatro, para que pudesse inserir as pessoas que estivessem sendo investigadas e algumas que não estivessem para que fossem envolvidas na situação do contrabando”.

– Ele queria o tempo todo que eu dissesse que o delegado Tiago Bardal estivesse dentro do sítio. Ele queria o tempo todo que eu dissesse que o delegado Raimundo Cutrim, que é o atual deputado, tivesse dentro do sítio também. Ele queria que eu falasse. Por ele, eu poderia contar a história mais mirabolante que fosse, mas envolvendo eles, entendeu? O delegado Ney Anderson, que eu não conheço. Eu não conheço o deputado Raimundo Cutrim. Também não conheço o delegado Bardal – relatou.

O Ministério Público Federal garante que a versão do soldado é inverídica. Por meio de sua conta de Facebook, o secretário de Segurança Pública do Maranhão reagiu: “o Soldado Paiva, preso por integrar a Ocrim, agora se diz coagido a delatar seus comparsas. Será processado por mais um crime”.

Diário do Poder

Em Brasília, deputado Júnior Verde busca investimentos para setores produtivos do Estado

Cumprindo agenda em Brasília, durante toda a semana passada, o deputado estadual Júnior Verde (PRB) participou de diversas reuniões em busca de investimentos para pescadores e avanços nos setores produtivo do Estado.

Na terça-feira, 17, o deputado foi recebido pelo secretário nacional da Pesca e Aquicultura, Dayvison Sousa, com quem discutiu sobre o Decreto 9330, que entra em vigor no próximo mês e regularizou a Secretaria Especial da Agricultura e Pesca, dotando a pasta de autonomia para desenvolver mais projetos na área.

– Foi um esforço que valeu a pena. Agora, o setor está mais organizado, com um novo sistema que vai dar mais segurança aos pescadores que precisam ter acesso aos benefícios sociais – explicou o deputado.

O sistema foi desenvolvido em Brasília e fez uma atualização cadastral, além de cruzar informações dos trabalhadores.

Já na quarta-feira, 18, o parlamentar se reuniu com o diretor da Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Ministério das Cidades, Francisco Araújo e o deputado federal Cleber Verde.

– Foram reuniões extremamente positivas, nas quais cobrei mais atenção para nossos trabalhadores e investimentos nos setores produtivos. Com essas articulações, vamos conseguir resultados concretos e positivos para nosso Estado – concluiu Verde.

Ato público em favor do secretário de Saúde Carlos Lula ; quem vai pagar essa conta no Hotel?

Ontem recebi a seguinte mensagem no celular:
“Rapaz, esse povo tá (sic) pra ficar louco com esse Ato em favor de Carlos Lula.
Ninguém quer Lula, coitado. Tá sendo enxotado de tudo que é lugar, que nem ….” (sic)

Após ser vetado em dois locais, o Ato em apoio ao secretário Carlos Lula, vai acontecer em um espaço privado de São Luís

Não seria preciso eu terminar de escrever a mensagem que recebi. Deu para ter uma noção do final dela.
Enfim!

A mensagem (que me abriu ideia para escrever esta matéria) diz respeito ao Ato que, desde a semana passada, pessoas (??) em solidariedade ao secretário de saúde, Carlos Lula, querem fazer nesta segunda-feira, 23, a fim de apoiá-lo e desmistificar uma suposta onda de investigação que inclui o secretário de saúde, após o mesmo ser citado pelo ex-médico Mariano de Castro, sobre o caso de corrupção na Saúde do Maranhão. Esquema este, que já foi revelado e que começou desde o ex-secretário Marcos Pacheco, que, inclusive, foi exonerado do cargo exatamente por desvios do dinheiro público.

O mais cômico é que, é esse mesmo Marcos Pacheco, exonerado e ex-secretário, que está encabeçando o Ato em apoio ao colega.
Lula nega tais acusações e, talvez, seja por isso que o ex-secretário tenha tomado tal iniciativa por saber que, realmente, o “bolo” caiu no colo de Carlos Lula, de graça.

O Ato quer passar a impressão para as pessoas de que Carlos Lula está sendo perseguido pela Polícia Federal, Ministério Público Federal (MPF) e Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), como ele mesmo já disse isso em entrevista, ao vivo.

A verdade é que, como dizia na mensagem que recebi, “ninguém quer Carlos Lula”

E, ao que parece, não querem mesmo.

Primeiro saiu a informação de que o Ato aconteceria (hoje) na sede do Conselho Regional de Medicina – CRM. Horas depois o Presidente da Associação dos Médicos do Socorrão I e II, Érico Cantanhede, publicou em sua rede social que não concordava com o Ato em apoio ao secretário, visto que, segundo ele, “há uma insatisfação de uma maioria esmagadora da minha categoria, haja visto o grau de insatisfação e reclamações nas mídias sociais após a divulgação desse “ato de apoio” não só pelas denúncias envolvendo a pasta da saúde, que devem ser exaustivamente investigadas para que se tenha seu amplo direito de defesa que é reservado para todos sob a luz constitucional brasileira”.

Após esse fora dado pelo médico e Presidente, o jeito foi “rebocar” a agenda para um espaço na OAB/MA, ainda para a mesma data, 23.

Só que a Diretoria da Seccional Maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também vetou o uso da estrutura da instituição para o Ato. Ou seja, nos dois locais programados e divulgados para o evento, médicos e advogados se revoltaram e protestaram em redes sociais e rodas de conversas. Afinal, o que uma atividade política dessa natureza tem a ver com esses locais?

Sendo duplamente despachado, o jeito foi procurar um local privado para a realização do Ato político, o qual já está marcado para acontecer no Gran Hotel São Luís, hoje, a partir das 18h30.

A pergunta que fica é: – quem é mesmo que vai pagar essa conta?
Não vou nem dizer a minha suposição.

Enfim!