O Mecanismo: O seriado que quer mostrar para os brasileiros como a política e a politicagem está falindo o Brasil

Assisti ao seriado O Mecanismo, exibida pela Netflix, dirigida pelo Padilha.
Como aparece no início de todo episódio, ela narra, com efeitos dramáticos, a operação Lava-Jato – o maior esquema de corrupção já visto no Brasil.
Antes de mais nada, quero dizer que gostei muito da série. Quando falo gostei, quero elogiar a produção, roteiro, efeitos sonoros, trilha (espetacular), fotografia e a atuação dos atores (principalmente do Selton Mello, mesmo preferindo no lugar dele o meu queridíssimo Wagner Moura)
Como compreender um país com a sexta economia mundial sendo considerado como um dos piores em qualidade de vida?

O problema realmente do Brasil se resume basicamente em algo que deveria funcionar como algo nobre de organização, emancipação e que servisse ao povo por meio de políticas públicas: a Política.
Mas, ao contrário de toda essa definição bonitinha e ilusória, a forma como esta é explorada pelos representantes do povo e seus asseclas vem decepando e falindo todo o sistema público DE ALGUMA COISA brasileiro.

A política e a ‘coisa pública’ virou um negócio para os maiores ladrões da Nação e eles nem usam máscaras e nem armas. Eles usam gravatas e ternos!

Ontem eu finalizei os oito episódios da 1° temporada do seriado O mecanismo, da Netflix e, como eu já “desconfiava” (foi meio irônica essa parte “desconfiava), o câncer, realmente, do País é a politicagem.
Óóóóóóhh … que descoberta! (Eu já sabia)

Não, eu não quero escrever aqui tudo o que eu penso e tudo o que eu já vi nesse meio, nesses bastidores, no meio dessa corja. Se a ojeriza toma conta de todo o meu ser só por causa do que eu já vi e ouvi, imagina se eu realmente pudesse, por uma hora, ter acesso a todo o esquema de corrupção que tomou de conta de TODO O SISTEMA BRASILEIRO.

Não, não há partido. Não há ideologia. Não é apenas esse ou aquele!
Entrou, meu filho, tem que se sujar, porque a raiz é suja e a roda tem que girar! Não há quem se salve.

Eu posso até estar errada e, de já, peço perdão à Deus, pois eu, sinceramente, não consigo ver algum tipo de mudança ou melhora para isso. O problema está na raiz e precisa ser tratado nele.
Não há como fazer apenas remendos. Não há como tentar apenas fazer reformas, pois os mesmos que aprovam alguma coisa, são os mesmos que estão, por detrás, fazendo as maiores negociatas financeiras em troca de suas canetadas.

Enquanto a Justiça continuar parceira dos maiores saqueadores do dinheiro público. Continuar do lado dos maiores assassinos da saúde, educação e segurança pública, o retrato do País continuará sendo de desgraça, pobreza, fome e violência.

A parte da população é agir com consciência. É não se deixar ser comprado ou corrompido por ofertas/misérias passageiras a curto prazo.
É necessário que haja uma consciência de homens e mulheres que se levantem para romper com todo esse fermento de malícia e de maldade e de ladroagem. Aí sim, quando isso começar acontecer, eu posso dizer que há esperança para os nossos próximos dias .. para as nossas próximas gerações!

É necessário denunciar! É necessário perder cargo! É necessário pagar pelo que cometeu! É necessário nunca mais ser eleito a alguma coisa!

A política é o que diz respeito ao poder em uma sociedade. O poder em uma sociedade  sempre terá regras a serem respeitadas, como “Não matarás” e que concernem às decisões da coletividade para sobreviver. A liberdade não é algo espontâneo e utópico, do tipo “tudo pode”, mas decorre de decisões responsáveis sobre a própria coletividade – tem, pois, um fundamento ético. Ou seja, a população também é uma grande protagonista na história dos nossos dias.

Ou seja, de novo, os sujeitos precisam ser responsáveis pelo seu destino, decisões, regras, constituindo uma sociedade em que predomine autonomia e não dependência heteronômica.

Com todo esse posicionamento que escrevo a partir do seriado, não quero “comprá-lo” como se ele fosse a grande descoberta da sujeira na política brasileira, ou que fosse 100% de certeza de que os envolvidos e citados, mesmo que por meio da ficção, trabalhassem e atuassem daquela forma como foi mostrado.

Assisti-lo só me deu mais um ânimo de escrever e a certeza de que a corrupção no Brasil não existe lado e nem partido. O que existe é uma roda geral que gira e que é constantemente alimentada em prol de interesses de todas as formas, menos em prol das necessidades públicas da sociedade.

A corrupção sempre foi muito bem digerida pelas instituições democráticas. Mas o que é um perigo à democracia é quando aparece alguém dizendo: Se eu for eleito, prometo acabar com a corrupção!

A corrupção tem origem na palavra ruptura, que pode significar o rompimento ou desvio de um código de conduta moral ou social. A corrupção é vista como uma espécie de conduta através da qual o agente, motivado por alguma vantagem, age desvirtuando as regras de determinado objetivo, contrariando o que a sociedade considera como justo e moral.

O que Domingos Dutra quer mesmo é voltar para a Câmara dos Deputados

Já ouvi de alguns moradores do município da Grande Ilha, Paço do Lumiar, que pela primeira vez na história da cidade, um prefeito está de fato fazendo alguma coisa visível pela história.

Acredito que quando os moradores ressaltam isso, é se referindo a questão do asfalto nas ruas e avenidas, principalmente do bairro Maiobão – maior bairro de Paço do Lumiar.

“Há 35 anos a minha rua era completamente esburacada, sem nada de asfalto. Depois de quase 40 anos, eu já nem acreditava mais que aqui poderia ser dignidade de novo e, olha aí, como está a rua”, disse um moradora, mostrando a rua onde mora, no Maiobão

É, mas a alegria dos moradores pode durar pouco, já que, segundo informações do Portal Imirante, o prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra, quer mesmo é voltar a ter uma cadeira cativa na Câmara dos Deputados, lá em Brasília. Aí, meu compadre, ali ninguém faz nada!

Por meio de suas redes sociais, o deputado estadual Zé Inácio (PT) fez a defesa, na manhã desta terça-feira, 3, do retorno de Domingos Dutra, prefeito de Paço do Lumiar, ao PT. Esta volta ao partido de origem, daria espaço para o gestor deixar o Poder Executivo e tentar voltar a Câmara dos Deputados.

Junto com o deputado Zé Inácio – o maior defensor do ingresso do deputado federal Waldir Maranhão no partido – Dutra articula sair do PCdoB, sua atual legenda pela qual foi eleito prefeito de Paço, para voltar ao PT e, assim, conseguir o que mais deseja: voltar a ser deputado federal.

E, ao que parece, não é apenas Zé Inácio (o qual acredito que não se reelege deputado estadual) que quer o retorno do ex-petista ao Partido dos Trabalhadores não.
O atual presidente da legenda, Augusto Lobato também mostra grande interesse em ter o ex- companheiro de volta ao PT.

Como o PT aqui, no Maranhão, tem servido apenas para políticos se “escorarem” e terem alguma chance de eleição, é bem fácil que Dutra realmente retorne à sua antiga Casa. E, mesmo voltando, acho dificílima a sua eleição como Deputado Federal!

Dutra tem até o próximo dia 7, sábado, para conseguir sair do partido comunista e voltar ao PT. Além disso, o prefeito terá que desistir do mandato em Paço do Lumiar, caso prossiga, de fato, com a ideia de querer ser deputado federal.

Se Dutra deixar a Prefeitura de Paço do Lumiar assumirá Maria Paula Azevedo (SD), vice-prefeita.

Em tempo

Com uma gestão polêmica e extremamente critica em Paço do Lumiar, Dutra já foi acionado duas vezes pelo Ministério Públicos Estadual por ato de improbidade administrativa e 16 inquéritos também do MP.

Deputado Júnior Verde conduz discussões no II Fórum de Apicultura do Alto Turí

O deputado estadual Júnior Verde (PRB) participou da programação do II Fórum de Apicultura do Alto Turí, realizado no último final de semana, no município de Governador Nunes Freire. O evento foi promovido pela Federação dos Apicultores do Estado do Maranhão (FEMAMEL) e contou com a presença de centenas de apicultores da região do Alto Turí e outras localidades do Estado.

O encontro foi realizado no Centro Educacional Professor Hamilton Wernek, onde, também, participaram das discussões, representantes do Governo do Estado e instituições financeiras. O objetivo foi dar continuidade aos debates sobre a criação de uma Lei que possa disciplinar a atividade da apicultura migratória no Maranhão.

Júnior Verde representou a Assembleia Legislativa e destacou a importância do momento para a regulamentação e a modernização tecnológica da apicultura e tudo que envolve a cadeia produtiva do mel de abelha, bem como o fortalecimento de parcerias.

Durante o Fórum, o deputado Júnior Verde ressaltou a importância dos encontros com os apicultores, a fim de que seja discutido melhorias que fortaleçam a atividade no Estado

– Na primeira edição do evento, propus que o Fórum fosse realizado todos os anos. Agora, estamos reunidos em mais uma edição, avaliando os avanços que conseguimos e discutindo as ações que vão fortalecer essa importante atividade em toda a região produtora – garantiu o parlamentar.