Família Coutinho divulga estado de saúde do deputado Humberto Coutinho

NOTA PÚBLICA

A equipe médica que acompanha o tratamento do Presidente da Assembleia Legislativa, deputado Humberto Coutinho, solicitou que todas as visitas ao parlamentar sejam suspensas até a completa  recuperação do quadro infeccioso.

De acordo com o médico, as visitas que Dr. Humberto tanto gosta de receber provocam muita emoção ao nosso amigo, exigindo esforços que, no momento, não são bons para a sua recuperação.

A Dra. Cleide Coutinho e família agradecem a todos pela compreensão e assim que o ‘Grandão’ voltar ao seu pleno restabelecimento, ficará muito feliz de receber as visitas que tanto o emocionam e agradam.

                                                      Caxias, 20 de novembro de 2017

                                                      CLEIDE BARROSO COUTINHO

Em tempo

O deputado estadual Humberto Coutinho, presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, está afastado de suas atribuições políticas por ordem médica, para tratar problema de saúde considerado “delicado”.

Humberto está em Caxias, junto a familiares e amigos, para dar prosseguimento ao seu tratamento de saúde, que, segundo a família, é um quadro infeccioso.

P.S – O deputado Humberto Coutinho já esteve internado na UTI.

Eu, particularmente, como titular do blog, oro pela recuperação do marido, pai e filho, Humberto Coutinho! Que o Senhor Jesus tenha misericórdia de sua vida e toque nele com saúde.

Jornalista que considera evangélicos “gente incômoda” é processado por advogado cristão

Essa gente incômoda – J.R. GUZZO

REVISTA VEJA

A ‘fé evangélica’, em grande parte, é composta do ‘tipo moreno’, ou ‘brasileiro’, que vem sendo visto com crescente horror pela gente bem do Brasil

Um advogado cristão decidiu se manifestar de forma objetiva contra a revista Veja pela veiculação do artigo “Essa gente incômoda”, escrito pelo jornalista J. R. Guzzo, na edição de 04 de Outubro último e abriu um processo pedindo a remoção da matéria do portal da revista na internet e uma indenização por danos morais.

Marco Vinicius P. de Carvalho abriu a ação na Comarca de Taió, em Santa Catarina, processando o jornalista José Roberto Guzzo e a revista Veja. Uma audiência conciliadora foi marcada para o dia 05 de março de 2018, segundo informações do portal JM Notícia.

No polêmico artigo, Guzzo desdenha dos evangélicos, considerando essa parcela da sociedade um público de intelecto menos desenvolvido que os adeptos do “progressismo”, militantes de esquerda e a, assim chamada, “elite cultural”.

Ao longo do texto, o jornalista dispara contra os evangélicos de forma generalizada e expõe toda sua irritação com a liberdade religiosa, aparentando apoiar o fim desse direito. A certa altura, suas palavras tomam uma conotação ainda mais preconceituosa: “Esse povo, em grande parte do ‘tipo moreno’, ou ‘brasileiro’, vem sendo visto com horror crescente pela gente de bem do Brasil”, escreveu, sugerindo de forma pejorativa um estereótipo racial para os fiéis.

Na teoria de J. R. Guzzo, a “gente de bem” não é necessariamente um grupo de pessoas honestas com conduta irrepreensível: “Sabe-se quem são: os mais ricos, mais instruídos, mais viajados, mais capacitados a discutir política, cultura e temas nacionais. São geralmente descritos como esclarecidos, liberais, intelectuais, modernos, politizados, sofisticados e portadores de diversas outras virtudes. Toda a esquerda nacional, por definição, está aí dentro”, argumenta.

Assim, “gente de bem”, para J. R. Guzzo, seria o oposto do que são os evangélicos e o jornalista não se contenta com pouco no que se refere à crítica a esse setor da sociedade: “Retrógrados, reacionários, repressores, fascistas e inimigos da democracia. Já foram condenados como machistas, homofóbicos e fanáticos”.

Indo além, o colunista da revista Veja diz que o que torna os evangélicos incômodos “está nas suas convicções como cidadãos”. Confira neste link a repercussão do artigo polêmico entre líderes cristãos e artistas gospel, que usaram as redes sociais e até a tribuna do Plenário da Câmara dos Deputados para se posicionarem.

Revista Veja é processada pela “gente incômoda”

José Sarney ironiza Flávio Dino: “Me dá um sorvete aí”

É uma glória para o nosso Estado a descoberta que acaba de ser feita no Maranhão — o penúltimo estado comunista no mundo depois que a Albânia acabou com esse sistema —, de que descobrimos aquilo que nunca tinha sido achado na mesa dos cientistas: o medicamento universal que liquida com qualquer doença.

A Sociedade Internacional de Medicina, com sede em Londres, acaba de tomar conhecimento de que aqui foi descoberto o remédio final para a saúde, que causa verdadeiro milagre: o Sorvete Milagroso!

A Operação Pegadores, deflagrada pela Polícia Federal, que há quinze meses acompanhava os trabalhos estatais, tornou transparente o programa governamental para salvar a Saúde Pública.

Vai um sorvete aí?

Mais de UM MILHÃO DE REAIS custou a empreitada do Governo do Maranhão.

Foi feito o cálculo de que é um remédio muito barato para os hospitais. O problema é saber se cada paciente precisa de casquinha de uma bola ou de duas bolas e também o sabor, se de coco ou de cocô, de chocolate, de baunilha ou de açaí. Tudo feito aqui.

Foi um número tão exagerado que levou a Polícia Federal a desconfiar. Só um hospital consumiu quinhentos mil casquinhas de sorvete de uma bola, ao custo unitário de dois reais por bola. Assim, em cada cama, quem chegava encontrava o paciente chupando uma casquinha de sorvete. Faltava remédio, algodão, seringa e roupa lavada, mas sorvete jamais. Quinhentos mil sorvetes sabor Dino. Não ficou muito claro se, burlando a pesquisa, a turma também chupava picolé.

Outra coisa fantástica é o fato de que toda essa produção brutal de sorvete (e picolé?) era produzida por uma firma fantasma, que não existia, mas produzia e consumia o dinheiro que, segundo o slogan do governo, deveria ser “de todos nós”. E os marqueteiros ficaram também ouriçados com a possibilidade de substituir o slogan do Governo por “Sorvetes de Todos Nós!” Seria mais atrativo e chamativo.

Mas a coisa não ficou só por aí: para essa comilança de sorvete tinha que ter pessoal e, portanto, houve a contratação de 424 funcionários fantasmas, para preparar e para saborear os sorvetes (e os picolés?).

A operação era tão secreta que de nada sabiam o Secretário de Saúde, Dr. Carlos, o Governador, Dr. Dino, o Secretário da Articulação Política, Dr. Jerry, o Dr. dos Direitos Humanos e Participação Popular — sim, pois tanto sorvete é caso de direitos humanos e dos direitos dos políticos que apoiavam todo o governo do sorvete.

O milagre é que toda a fórmula de feitura do sorvete da trapaça era explicada ao Secretário de Saúde, com folha suplementar mandada preparar por alguém (?) de cima, que também não sabia de nada — só de tudo.

Sendo assim, entre sorvetes, picolés e roubalheira fica o pobre Maranhão com 20 mortes por semana, estradas esburacadas, filas e filas nos hospitais e nas UPAs, sem remédios e algodão. Os doentes, à beira da morte, só podem balbuciar:

— Me dá um sorvete aí!

José Sarney

São José de Ribamar: Prefeitura continua reconstruindo aparelhos públicos da cidade

Em mais uma etapa da maratona de reconstrução de obras e serviços públicos de São José de Ribamar, a prefeitura ribamarense entregou na última sexta-feira (17) mais uma reconstrução. Desta vez, na praça 1º de Setembro, espaço construído na primeira gestão do prefeito Luis Fernando em homenagem às vítimas de um naufrágio na baia de São José, que culminou na morte de 14 jovens e adolescentes que retornavam da cidade de Icatu.

Totalmente reconstruída, a praça voltada ao lazer e turismo estava abandonada e destruída, sem uma única reforma nos últimos seis anos. O local passou por um processo de revitalização para que voltasse a oferecer entretenimento com conforto e segurança aos frequentadores.

De acordo com o prefeito Luis Fernando Silva, a praça 1º de Setembro, entregue à população, tem um toque especial por ter sido feita em homenagem às vítimas do acidente marítimo e em respeito aos familiares. ”A recuperação da praça e das ruas adjacentes, faz parte do plano de governo definido pela nossa gestão, que visa contemplar todas as praças da cidade. E aqui hoje no J. Câmara II, estamos devolvendo um equipamento público que é símbolo de respeito e dignidade. E justamente por isso significa muito mais do que algo material. É também uma forma de lembrar e reverenciar os amigos e irmãos ribamarenses que não estão mais entre nós”, comentou o prefeito.

O espaço recebeu novos bancos, reforma dos canteiros, sistema de iluminação, arborização, entre outras melhorias. “Estamos olhando com muita atenção, não apenas para as praças como também para toda a infraestrutura do município”, destacou o vice-prefeito Eudes Sampaio.

Um dos moradores da localidade, Nilton Silva (44 anos) mostrou-se bastante satisfeito com a reconstrução da praça, ”um sonho de muitos anos, vejo que a cidade está melhorando com a gestão que aí está”, destacou.

Participaram da solenidade de reinauguração da praça, os vereadores Beto das Vilas, Paulo Alencar, Cristiano Pinheiro, além de secretários municipais e comunidade local.

Aniversário

Ainda na agenda de eventos da última sexta-feira, o prefeito Luis Fernando, acompanhado do vice-prefeito Eudes Sampaio e sua comitiva, participou do aniversário da rua 17 de Novembro, onde foi recebido pelos moradores e pela vereadora Nádia Barbosa, moradora e organizadora da festa que iniciou ainda na quinta-feira e contou com brincadeiras, atividades esportivas e culturais, apoiadas pela prefeitura ribamarense.