Deputado Júnior Verde intervém e discussões para resolver problema dos sub judice da PM avançam

Por meio da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Júnior Verde (PRB) conduziu mais uma reunião, na última quinta-feira (20), com dezenas de candidatos sub judice do último concurso da Polícia Militar (PM) e do Corpo de Bombeiros do Maranhão. A reunião também contou com a presença do deputado Souza Neto (PAN). No dia 2 de maio, a Comissão de Segurança vai ser recebida pelo procurador geral do Estado.

Os candidatos e representantes de entidade ligadas à PM e aos Bombeiros fizeram relatos sobre a situação de vários concursados que entraram na Justiça em busca da nomeação para policial militar ou bombeiro.

Presidente da Comissão, Júnior Verde garantiu que buscará uma audiência com o próprio governador Flávio Dino (PCdoB) na tentativa de garantir a nomeação de 1.432 que estão aptos a assumir, para garantir a segurança jurídica dos concursados.

No dia 11 de abril, foi realizada a primeira reunião em busca de resolver a situação jurídica dos mais de 870 classificados no último concurso da Polícia Militar (PM). O certame foi realizado em 2012. Júnior Verde destacou que é uma situação legítima e justa, pois é preciso aumentar o contingente policial no estado. “O Governo tem a intenção de resolver esse problema. Inclusive, quando da entrega em mãos da pauta de trabalho da Comissão de Segurança da Assembleia ao secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, ele fez questão de afirmar que se ele pudesse, convocaria todos”, informou.

“Prefeitura de São Luís não paga empresa de fiscalização eletrônica e radares são arrancados das avenidas de São Luís”, denuncia deputado Wellington

Dificilmente exista alguém que não tenha percebido a falta de radares por ruas e avenidas de São Luís. Em alguns pontos, a empresa responsável saiu arrancado tudo, deixando “só o local”.

Em uma dessa, é bem fácil pensar, “a prefeitura de São Luís não está pagando nem as empresas de fiscalização eletrônica”.

Um dos únicos deputados que, incansavelmente, denuncia os desserviços da prefeitura de São Luís

Não foi à toa que o deputado estadual Wellington do Curso (PP) aproveitando o ensejo de continuar denunciando os desserviços da prefeitura de São Luís, apresentou, em tribuna, na Assembleia Legislativa, a falta de merenda escolar para alunos da Rede Municipal há uma semana, o que tem feito com que os alunos sejam liberados mais cedo; além disso, há, também, a denúncia da retirada dos radares na capital, em virtude de uma dívida da Prefeitura, no valor de R$3,4 milhões com a empresa de sinalização Arco Sinal. As denúncias feitas pelo deputado serão encaminhadas ao Ministério Público e ao próprio prefeito – a este segundo, com Indicações.

– Nós recebemos várias reclamações de professores e, principalmente, de pais de alunos. Os pais estão insatisfeitos porque seus filhos estão sendo liberados mais cedo das escolas da Rede de Ensino Municipal, por falta de merenda escolar. Segundo os denunciantes, a merenda foi suspensa por falta de pagamento da Prefeitura – destacou Wellington.

Em relação aos radares, de acordo com a empresa Arco Sinal, a sinalização foi retirada porque está há dois anos e sete meses sem receber os pagamentos na gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

A empresa Arco Sinal passou a operar o sistema de fiscalização eletrônica em São Luís desde 2014. De lá para cá, a empresa afirma que a Prefeitura deve cerca de R$3,4 milhões.

– Não estamos interferindo na questão administrativa e orçamentária do município, estamos apenas solicitando que Prefeitura arque com suas responsabilidades, já que quem sofre as consequências, com a falta da sinalização é a população. Esperamos que o prefeito Edivaldo Júnior reapareça e adote providências em caráter de urgência, afinal, por falta de pagamento, alunos ficam sem merenda e radares são retirados das avenidas – denunciou o parlamentar.

Ignorante: “Deficiente mental” estaciona em vaga de deficiente físico

Diz um ditado que a maior deficiência não está no corpo físico, mas, sim, na mente do ignorante imoral.

Infelizmente é o que vemos, quase sempre, no nosso dia a dia, pessoas preguiçosas, sem consciência, sem educação, que não respeitam as vagas especiais.

Na manhã desta terça-feira, 25, no estacionamento da Assembleia Legislativa, um homem para o carro em um vaga especial para cadeirantes. Esperei que dali saísse uma pessoa correspondente à vaga, mas não. Quando desce é um homem “raçudo”, bom das pernas, do corpo, mas deficiente da mente. Como pode ver no vídeo acima, o carro ficou lá na vaga, estacionado e o “cadeirante”, quiçá, recebeu um milagre naquele instante, ou seja, ficou bonzinho das pernas.

Estacionar em vaga para deficientes é multa gravíssima!

Grandes mudanças foram feitas pela Lei nº 13.146, de 06 de julho de 2015, que regulou a inclusão da Pessoa com Deficiência. E também proveu alterações no Código de Transito Brasileiro. Para esse tipo de infração – estacionar em vaga para deficientes – , pode gerar 07 pontos na carteira e multa de R$ 293,47.

Além da Lei 13.146, que aumentou a gravidade da multa que gera prejuízo aos deficientes, também houve alteração pela Lei 13.281, que gerou um aumento no valor das multas superior a 50%.