“Em menos de 5 meses, São Luís já soma 186 assaltos a ônibus, representando mais de 50,8% do total de TODO o ano passado”, traz à tona deputado Wellington do Curso

Em uma manifestação muito pessoal e até de pesar, sim, até porque é de se lamentar toda a violência exagerada e sem freios que tem nos aterrorizando e que cresce a passos largos em todo o estado e, mais ainda, em nossa capital.

O deputado Wellington do Curso (PPS) postou agora há pouco em sua rede social (facebook), o seu parecer sobre essa desenfreada insegurança.

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O desabafo do deputado foi em referência ao mais recente caso bárbaro de assalto a ônibus que chocou a cidade, na última quarta-feira (3), onde na infeliz oportunidade, uma estudante de enfermagem e o assaltante foram mortos.

Hoje, conversando com algumas pessoas, sobre a postagem dessa matéria, pude ter a certeza de que a população está em pânico com tudo o que tem acontecido, como citei anteriormente, com a desenfreada insegurança que tomou conta de todo o canto de nossa terra. Houve uma que disse “eu não tenho mais coragem de pegar um ônibus nem que seja para descer na outra parada”, contou. Uma outra emendou logo dizendo que ao sair em seu carro, precisa se certificar por todos os lados de que não tem ninguém escondido ou que possa aparecer de repente.

E é notório mesmo, por onde andamos, nas ruas, nos lanches, nas paradas, em qualquer lugar, as pessoas expressam um olhar de medo, temerosos se vão conseguir voltar para as suas casas.

Na ocasião do seu post na rede social, Wellington mencionou os quatro assassinatos ocorridos no Estado em menos de 1 mês, além de fazer referência ao fato de que, em menos de 5 meses, São Luís já soma 186 assaltos a ônibus, o que já representa mais de 50,8% do total de assaltos a coletivos de todo o ano passado.

“A vida tem sido cada vez mais banalizada. São sonhos, planos, famílias, futuros que estão sendo destruídos. A morte tem se tornado a regra. E a vida? Bem, essa tem sido a exceção. Não podemos banalizar tal cenário ao ponto de tratar a morte de uma estudante como algo simples e fútil.  Não, não o é. São sonhos que não mais existem, um futuro que tornou-se pretérito da forma mais repentina e cruel e, principalmente, uma lacuna que jamais será suprida na realidade dos familiares que perderam um ente querido. Deixo aqui as minhas condolências e espero que  Deus possa consolar a todos os familiares e amigos da estudante e de todos aqueles que foram vítimas dos conseguintes da insegurança. Ressalto o caráter emergencial de se enfatizar a Segurança Pública em nosso Estado e, assim, zelar por aquilo que o ser humano possui de mais importante: a vida”, declarou Wellington do Curso, que tem se destacado em defesa da Segurança Pública e já apresentou proposições solicitando a nomeação imediata de mais policiais militares e civis, além de projeto que institui a gratificação por arma apreendida.

E enquanto o governador Flávio Dino (PCdoB) e os seus aliados passarem o dia inteiro usando o “governo virtual” (entenda aqui) para criar factoides, apresentar dados, estatísticas e dados e mais dados e, pior, trocando vidas por números, com informações que só existem no país das maravilhas deles, vidas vão continuar se perdendo e sendo banalizadas.

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Quem quer saber de dados quando se trata de vidas, senhor governador?
Quem quer saber de dados quando se trata de vidas, senhor governador?

Aí eu pergunto: e cadê aquele direito que nós, como cidadãos temos, que é de ter garantido o nosso direito à segurança por parte do estado?

Bom, a resposta não é muito difícil de saber, não é mesmo?

Enfim!

 

Qual é a sua opnião sobre essa matéria?