Que Deus nos guarde! A violência é que está regendo o Maranhão

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Já dizia o trecho de uma música do cantor Gabriel o Pensador “A criminalidade toma conta da cidade. A sociedade põe a culpa nas autoridades” (…)

Baseada nesse trecho, enquanto a violência toma conta da nossa cidade, do nosso estado e invade as nossas ruas e dias, a população temerosa tenta recorrer à segurança, às autoridades.
Ei, espera .. Mas e se as autoridades e/ou segurança nada ou pouco fazem para assegurar tranquilidade e sentinela das pessoas? Nesse caso, a quem recorrer? De onde poderá vir o socorro?

Podem até me tecer críticas, mas eu sou adepta a pedir segurança de Deus, se Ele não nos guardar, em vão trabalham os que “nos fazem segurança”.

Já não é a 1° vez que eu vou dizer, mas viver nesse mundo está a cada dia mais difícil, mais arriscado, mais temeroso. Ninguém tem mais segurança nem mesmo dentro de casa.

Os últimos casos registrados aqui em nossa cidade e interior do estado são de uma barbaridade absurda. O crime se espalhou e não tem mais quem dê jeito. Sinceramente, para mim, é falácia quem ‘prega’ ou ‘pregou’ que mudaria a nossa triste realidade. Mudou e não vai mudar nada. As coisas, principalmente a violência, não são tão fáceis de serem resolvidas. Enquanto as autoridades continuarem acreditando que violência se combate em colocar bandido atrás das grandes (apenas), só para engordar e menor infrator passar alguns dias aloprando em detenção, tudo vai continuar do mesmo jeito. É como se trocasse 6 por meia dúzia.

É preciso que as autoridades se atentem para o desenvolvimento da educação no nosso estado, na nossa cidade, no nosso país. É preciso ocupar esses jovens, dar-lhes oportunidades, inserção no campo de aprendizado em uma profissão. E quanto aos “velhos” que já estão “perdidos”? É preciso que as Leis sejam endurecidas.
Bom, quanto a esses é necessário que as punições e penalidades sejam levadas a sério, sejam mais duras e cumpridas. Enquanto isso não acontecer, vamos ter todos os dias casos bárbaros, como o que aconteceu na tarde de ontem, 4, com um jovem, dentro de um ônibus aqui na capital.

O jovem foi baleado na cabeça simplesmente porque se assustou com uma tentativa de assalto cometida por um menor de idade. Às pressas foi levado para o Hospital Socorrão II, onde não resistiu e acabou falecendo.

Nesse caso de menores de idade matadores, sim, essa é a palavra, o sistema precisa cumprir sua função social de controle, reinserção e reeducação desses agentes da violência. Nem que seja a base de colocar eles para correrem todos os dias debaixo do sol quente, o dia inteiro ou colocarem os mesmos para realizarem atividades que suguem todas as suas forças. Claro! É necessário fazer algo. O que não pode é menor de idade matar e ficar por isso mesmo. Nos casos mais graves, impor a privação de liberdade mesmo.

 Com o perdão das palavras, mas é quase utópico o que eu estou falando, visto que o sistema é corrompido e, se o sistema é corrompido, quem vai pagar por isso? E pagar, às vezes com a própria vida? O jovem inocente, pai ou mãe de família dentro de casa ou na rua.

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Precisamos de políticas de segurança que não sejam hipócritas. Que não ajam como se tudo fosse melhorar da noite para o dia, mas que a falta de segurança e violência seja combatida tecnicamente e não politicamente.
A polícia precisa estar ostensivamente nas ruas, nos ônibus, nos becos, fardada e pronta para assumir a responsabilidade a qual lhe foi designada – levar segurança às pessoas.

Acima de tudo, queria dizer também que não é sorte que temos todos os dias em sermos guardados da violência deste século, mas é a proteção de um Deus Grande que se importa com cada um de nós.

Que Deus nos guarde!

Qual é a sua opnião sobre essa matéria?