E se os supermercados maranhenses começassem a cobrar pelas sacolinhas?

Já diz um ditado que “não há nada ruim que não possa piorar”. Ditado que está sendo vivido ‘ao pé da letra’ pelos consumidores dos estabelecimentos comerciais em São Paulo.

Se já não bastasse tudo estar “os olhos da cara”, mais um gasto está mexendo, principalmente, com o bolso das donas de casa na cidade paulista.

É que desde o último dia 5, entrou em vigor a lei sancionada na gestão do ex-prefeito, Gilberto Kassab (hoje PSD) e agora, regulamentada pelo atual prefeito, Fernando Haddad (PT) – a Lei das Sacolinhas (15.374) – a qual proíbe o uso de sacolas de plástico ‘normais’ e obriga que o novo material seja padronizado em todos os estabelecimentos comerciais da cidade.

A nova regulamentação impõe que essas sacolas sejam 40% maiores que as utilizadas atualmente, renováveis, mais resistentes (capacidade para 10 quilos) e com função extra de ajudar na reciclagem do lixo. Sacolinhas nas cores verde serão usadas para descarte de lixo reciclável e, na cor cinza, para não-reciclável. A sacolinha branca comum está mesmo proibida.

Mas, a curiosidade é que a lei não ordena que os supermercados cobrem pela nova embalagem, a qual está saindo ao preço de 0,08 a 0,10 centavos pela unidade. Mas como a marca registrada do empresariado é sempre cobrar e se dar bem …

Modelo de sacola vendida nos supermercados de São Paulo. E se a moda pegar aqui?
Modelo de sacola vendida nos supermercados de São Paulo. E se a moda pegar aqui?

Em entrevistas a tv’s e sites de São Paulo, a diretora do Procon/SP se manifestou de forma contrária à cobrança e afirma que o ‘valor’ das sacolinhas já estaria embutido no preço dos produtos.

“No cômputo dos valores das mercadorias já está embutido o custo da sacola. Seria excessivo porque é uma cobrança dupla. Ou os supermercados dão um desconto para quem levar a própria sacola ou forneçam uma forma gratuita e segura para o consumidor transportar suas compras, seja por meio de caixas ou sacolas plásticas”, defendeu Ivete Ribeiro.

P.S – Quero deixar claro que eu não sou contra a aplicação da Lei aqui no estado. Acho de grande valia e importância. Até por que é para frente que se anda e o nosso cuidado com o meio ambiente e as nossas próximas gerações precisa ter prioridade.

O que eu discordo é a comercialização das sacolas, as quais são de utilidade e de necessidade dos clientes em suas compras.

E se a ‘graça’ da venda pegar aqui? Eu já queria era saber como o PROCON/MA reagiria. (tema para próxima matéria)

Com a palavra, o órgão!

Baseada em informações do site EBC Notícias e G1.

Qual é a sua opnião sobre essa matéria?