Cuba decide não se submeter às exigências do Brasil e acaba com o “Programa Mais Médicos”

“Além de explorar seus cidadãos ao não pagar, integralmente, os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos” – presidente eleito Jair ‬Bolsonaro

O Brasil sempre foi conhecido por ser um país “casa da mãe Joana”, principalmente, pelos próprios brasileiros, como eu mesma que me sinto, em muitos momentos, incomodada, com a tamanha liberdade que o país “fecha os olhos” para tanto descontrole, tanto dos de dentro de casa, quanto dos “da rua”, ou seja, imigrantes.

Jair Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil para terror dos movimentos e partidos de esquerda e, até, também, para países “compadres” nosso, como a Cuba e a Venezuela.

Pois bem, tínhamos aqui, em várias localidades do território brasileiro, médicos cubanos trabalhando no Programa Mais Médicos, idealizado pelo governo PT.

O Mais Médico foi lançado no Brasil no dia 08 de Julho de 2013, pelo governo Dilma Rousseff (PT), cujo objetivo, na teoria, era suprir a carência de médicos nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades do país e, sinceramente, acredito que supriu, ajudou e não sou de um todo contra.
Só que existem meios de fazer as coisas, valorizando e incentivando o profissional.

Infelizmente, o Programa Mais Médicos, além de ter tido uma boa razão por um lado, por outro, usava os profissionais para suprir deficiências financeiras do país dos médicos estrangeiros.

Como pode gente, um profissional sair de seu país para trabalhar  – diretamente com vidas – em outro país e a maior parte do seu salário, 70%, voltar para o seu país de origem, deixando o médico vivendo com apenas 30%.
Isso é desumano! Isso sim precisava de um basta!

De acordo com matéria do site El País, uma médica cubana, que atuou por três anos no Mais Médicos em São Paulo, conta que a notícia tem deixado os companheiros que ainda estão no programa “muito abatidos”.

Sem informações oficiais de como será a transição, eles acreditam que só trabalharão mais este mês antes de retornar à Cuba. Considerada desertora depois que conseguiu o visto de residente no Brasil, a médica pediu para não ser identificada por medo de represálias do governo cubano à sua família. “O verdadeiro motivo dessa decisão é o salário. Como todos sabem, 70% do nosso salário ficava com o governo e 30% com a gente. Eu recebia em torno de 2.900 reais. Só consegui viver em São Paulo porque tinha ajuda da prefeitura com a moradia”, contou. “Mesmo assim, compensava pra gente”, acrescentou.

Diante disso, os questionamentos sobre a formação profissional dos médicos cubanos e as condições impostas pelo presidente Jair Bolsonaro para dar continuidade ao programa Mais Médicos no Brasil com os profissionais da ilha comunista levou o Governo cubano a encerrar sua participação no programa no país e solicitar o retorno à ilha dos 8.332 mil especialistas que atuam no Brasil.

As condições impostas por Bolsonaro — de exigir a revalidação do diploma e contratar individualmente os profissionais cubanos — foram consideradas inaceitáveis.

Em Nota divulgada nesta quarta-feira, o Ministério de Saúde Pública de Cuba considerou “inaceitável” que se questione a competência e o altruísmo dos colaboradores cubanos, que atuam em 67 países atualmente.

Cuba tomou a decisão de solicitar o retorno dos mais de 11 mil médicos cubanos que trabalham, atualmente, no Brasil depois que Bolsonaro questionou a preparação dos especialistas, condicionou sua permanência no programa “à revalidação do diploma” e impôs “como via única a contratação individual”.

No Twitter, Bolsonaro lamentou que o governo cubano não tenha aceitado as condições.

Volto a falar, o Programa poderia ter sido usado, aproveitado de uma outra forma e, por isso, com a saída do governo petista do poder, o Programa começou a definhar, já no início deste ano, 2018.

Para o futuro presidente, Bolsonaro, “além de explorar seus cidadãos ao não pagar, integralmente, os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos”.

Críticas ao Programa

Na época, a vinda dos médicos cubanos causou muito transtorno e duras críticas de associações representativas da categoria, sociedade civil, estudantes da área da saúde e, inclusive, do Ministério Público do Trabalho.

A Associação Médica Brasileira (AMB) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal ainda em 2013, alegando que o programa promovia “o exercício ilegal da medicina” pela não exigência dos exames de revalidação de diploma pelos estrangeiros. No final do ano passado, o STF negou o pedido por 6 votos a 2.
A verdade é que os médicos brasileiros nunca aceitaram dividir espaço com profissionais da área de outros países.

Mas, a verdade também, é que muitos médicos cubanos chegaram onde muitos dos nossos brasileiros se opuseram a ir. Atenderam muitas famílias em locais que os nossos brasileiros rejeitavam para aceitação da tarefa.

Em tempo

O Ministério da Saúde afirma ter recebido, na manhã desta quarta-feira, 14, o comunicado da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) com a informação da saída do Mais Médicos no Brasil e que está adotando todas as medidas para garantir a assistência dos brasileiros atendidos pelas equipes da Saúde da Família. O órgão também informa que, desde 2016, vem trabalhando na diminuição de médicos cubanos no programa. “Até aquela data, cerca de 11.400 profissionais de Cuba trabalhavam no Mais Médicos. Neste momento, 8.332 das 18.240 vagas do programa estão ocupadas por eles”, destaca. O ministério também vem estudando a negociação com os alunos formados através do FIES (Programa de Financiamento Estudantil) para suprir as vagas. “Essas ações poderão ser adotadas, conforme necessidade e entendimentos com a equipe de transição do novo governo”, salientou a Nota.

Dito e feito: Devido ao atraso em seus salários, médicos maranhenses param atividades em cidades do Maranhão

Por motivo de atraso no pagamento de salários dos médicos prestadores de serviços para o Governo do Maranhão e devido a uma portaria editada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), profissionais da saúde afirmaram, por meio de Nota, que estão suspensos os atendimentos ambulatoriais e cirurgias eletivas em Hospitais do interior do estado, além de algumas UPAS.

São eles: Coroatá, Matões do Norte, Pinheiro, Peritoró e Caxias.pode culminar com a redução do valor dos plantões de médicos que atendem na rede estadual de Saúde.

“Devido ao atraso no pagamento dos médicos prestadores de serviços para o Governo do Estado do Maranhão, estão suspensos os atendimentos ambulatoriais e cirurgias eletivas nas seguintes hospitais: Coroatá, Matões do Norte, Pinheiro, Peritoró e Caxias, além de algumas UPAS.

Está insustentável essa situação, pois além dessa redução do valor dos plantões através do decreto 1044 / 18, chega a ser desumana e imoral esse atraso sem justificativa com prejuízos reais para a população.

Os médicos e a sociedade não merecem esse tratamento”.

Ass. Médicos do Maranhão

Com redução nos valores dos plantões, médicos param trabalhos em 5 cidades do Maranhão; Governo Flávio Dino não se pronunciou até o momento

A Secretaria Estadual de Saúde, no uso de suas atribuições, estabeleceu a redução do teto das despesas com a prestação dos serviços assistenciais da rede estadual de saúde.
PORTARIA SES/MA n° 1.044, de 30 de Outubro de 2018

As reduções nos valores dos plantões, anunciadas pelo Governo do Maranhão por meio da Portaria número 144, de 30 de Outubro de 2018 e divulgadas no Diário Oficial do Estado (DOE), levaram parte dos médicos do interior do estado a cruzar os braços por tempo indeterminado. De acordo com o que apurou O Estado, o fato – corroborado pela Associação dos Médicos do Maranhão, em nota publicada na tarde de ontem (12) -, ocorreu em pelo menos cinco cidades: Coroatá, Matões do Norte, Pinheiro, Peritoró e Caxias. Até o fechamento desta edição, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) não se manifestou sobre o assunto.

O motivo da insatisfação da classe médica tem como base o artigo número 2 da portaria. Segundo o texto, “as
especialidades médicas, decorrentes dos contratos de gestão da rede estadual de saúde deverão apresentar redução linear de, no mínimo, 10% [dez por cento] sobre os valores atualmente pactuados”.

Na prática, os plantões dos profissionais médicos nas áreas de ginecologia, cirurgia geral, anestesiologia, pediatria e
ortopedia sofreriam uma redução que deve variar entre R$ 200 e R$ 300. “Esta é uma situação irreversível, pelo que a classe recebe de informações. Logo, a suspensão das atividades infelizmente parece ser o único caminho para reverter o quadro, pois a SES ainda não se manifestou até o momento” , disse o médico Érico Cantanhede.

Ainda de acordo com a publicação no DOE, a Portaria número 144 “deverá produzir efeitos a partir do dia 1° de Novembro de 2018”. Segundo o texto, “alterações contratuais necessárias ao efetivo cumprimento desta Portaria deverão ser ajustadas no prazo de 60 dias”. Apesar da possibilidade de mudanças no texto, a priori, a pasta estadual não dá sinais preliminares de que tomará medidas neste sentido.

Em nota encaminhada a O Estado e divulgada no dia 5 de novembro de 2018, a SES apontou que “era equivocada a notícia sobre a suposta redução dos valores pagos para plantões médicos”.

Na ocasião, segundo a pasta, o que aconteceu foi o estabelecimento de parâmetros para o teto do valor pago às empresas médicas.

Por fim, de acordo com a SES, a “medida é uma exigência legal diante da expansão da rede de serviços e das
regras da Emenda Constitucional número 95”. A pasta credita as mudanças no repasse aos profissionais a “cortes nas
verbas federais”.

Baixa demanda

Levantamento divulgado pela Universidade de São Paulo (USP) aponta que o Maranhão é o estado brasileiro com menor densidade de médicos por habitante do país. De acordo com a pesquisa, o estado tem média de 0,87 por mil habitantes. O estado que mais se aproxima do dado negativo é o Pará, com 0,97 por mil habitantes.

Problema salarial

Em junho deste ano, veículos de comunicação já vinham dando voz aos médicos de diversas unidades de saúde administradas pelo Governo do Maranhão, pois estavam com salários atrasados há vários meses.

De acordo com entidades médicas, profissionais lotadas no Hospital Regional de Matões do Norte e nos hospitais Presidente Dutra, Juvêncio Matos e Carlos Macieira estavam sem receber.

À época, a SES negou o atraso e informou que o pagamento “já havia sido efetuado”.

Maranhão é destaque em casos de mortes de blogueiros, aponta relatório

Folha de São Paulo

Ítalo Diniz, 30, era blogueiro em Governador Nunes Freire, cidade de 25 mil habitantes no oeste do Maranhão.

Blogueiro escrevia sobre política e denunciava políticos da localidade de Governador Nunes Freire

À época, da morte de ítalo, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, chegou a condenar a morte do blogueiro através de nota oficial.

– Eu apelo às autoridades para que investiguem esse crime e levem os perpetradores rapidamente à Justiça. A liberdade de expressão é um direito humano básico e temos que fazer tudo para aprimorar a segurança dos jornalistas – afirmou Bokova.

Sem filiação partidária, ele escrevia artigos denunciando políticos da região e recebia ameaças públicas, como a de um ex-prefeito que prometeu sua morte e a de um guarda municipal que o hostilizou durante sessão da Câmara de Vereadores, fatos que relatou à polícia.

No dia 13 de novembro de 2015, Ítalo foi atingido por quatro disparos feitos por dois homens em uma motocicleta, que fugiram. Morreu antes de receber atendimento médico.

Na véspera do crime, ele havia relatado a colegas de imprensa ameaças feitas por “prefeitos, vereadores, capachos e seguranças”, sem citar nomes. Uma semana antes a mãe dele também fora ameaçada.

Passados quase três anos, o inquérito sobre a morte de Ítalo não foi concluído e mandantes e executores não foram identificados. A investigação é acompanhada pelo Judiciário, uma vez que um dos suspeitos tem foro privilegiado.

O caso faz parte do relatório “O ciclo do silêncio: impunidade em homicídios de comunicadores”, lançado nesta quinta-feira (8 de Novembro) pela ONG Artigo 19. De acordo com o documento, metade dos profissionais de comunicação assassinados no país nos anos de 2015 a 2016 atuava como blogueiro.

O estudo apresenta o monitoramento dos 22 assassinatos de comunicadores no país no período de 2012 a 2016. Doze deles constavam na análise anterior, apresentada há dois anos, sobre mortes no período de 2012 a 2014 –foram 3 blogueiros, 3 radialistas, 4 jornalistas, 1 proprietário e 1 fotógrafo.

Dos dez novos casos, 5 eram blogueiros, 3 radialistas, 1 jornalista e um proprietário de veículo de comunicação, crimes praticados em cidades que tinham em média 50 mil habitantes. Ou seja, cresceu a proporção de blogueiros entre as vítimas.

– Faz sentido que os blogueiros sejam os mais atacados, porque em boa parte das cidades menores do Brasil não existem jornais impressos estruturados. Nesses locais, quem acaba fazendo a comunicação são os blogueiros e radialistas comunitários, só que esses perfis de profissionais acabam ficando mais vulneráveis à lógica da violência – afirma o coordenador do relatório e assessor do programa de Proteção e Segurança da Artigo 19, Thiago Firbida.

Segundo ele, uma característica comum entre os crimes é o planejamento e a participação de intermediários na execução. Cerca de metade dos casos envolve ainda agentes do Estado, como políticos, policiais e funcionários públicos, o que dificulta a investigação. Além disso, muitas delegacias não têm estrutura para fazer as perícias necessárias.

– Essa falta de estrutura é um grande problema não só nos crimes contra comunicadores, mas em todo o processo de investigação de homicídios no Brasil. O que é diferente nesses casos é que, como os mandantes são pessoas poderosas, além da falta de estrutura das polícias, [a impunidade] também é influência dessas pessoas – diz.

Décio Sá, blogueiro maranhense, assassinado em 2012

Firbida aponta que mais da metade das investigações (59%) teve andamento insatisfatório, ou seja, após anos o inquérito não foi aberto, foi arquivado ou não chegou a ser concluído. Em 41%, o andamento foi satisfatório, com a abertura da ação penal e sentença. Em apenas um caso, porém, houve condenação do mandante, caso da morte do blogueiro Décio Sá, em São Luís (MA), em 2012.

Os casos também revelam a falta de ação diante das ameaças sofridas pelos comunicadores, relatadas por 77% deles. “Se as autoridades não respondem a ameaças consideradas mais leves, o que a gente percebe é um agravamento até um grau extremo, que é o homicídio”, afirma.

A organização também monitora ameaças a profissionais e aponta que elas podem gerar autocensura, mudança da área de cobertura e até abandono da profissão.

Para evitar o cenário de impunidade, o relatório aponta um conjunto de medidas, como a proteção efetiva dos comunicadores pelo governo federal, o acompanhamento dos casos pelo Ministério Público e o investimento prioritário pelos governos estaduais nas polícias para investigar os crimes.

“São casos que não têm só uma dimensão individual, mas social, porque quando um comunicador é assassinado você está atingindo o direito da sociedade de se informar. Essa é uma dimensão coletiva que os governos atuais precisam ter em mente”, diz Firbida.

Em tempo

A UNESCO tem na sua página social a relação de jornalistas e blogueiros que foram mortos no exercício de suas atividades e sempre defendeu a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa.

ENEM: Presidente eleito Bolsonaro critica modelo atual da prova e diz que exame nacional deve tratar sobre “o que interessa”

Após ser eleito e ter a sua “voz” reproduzida de todas as formas, tons e interpretações, o futuro presidente Jair Bolsonaro (PSL) criticou o ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio -, logo no 1° dia útil após a aplicação da prova em todo território brasileiro.

Para Bolsonaro, a prova realizada no último dia 04 de Novembro, foi considerada como “vexame” e uma “doutrinação exacerbada”. Em entrevista ao jornalista José Luiz Datena, na TV Band, o ex-capitão do Exército Brasileiro afirmou que a questão ideológica é grave no país e que precisa ser enfrentada.

– Tão mais grave que a corrupção, é a questão ideológica no Brasil, que está muito arraigada por parte de alguns aqui em nossa pátria e você tem que lutar contra isso. Até a própria prova do Enem, é um vexame. Você ver o que é uma prova do Enem, o que mede conhecimento, por exemplo, essa primeira parte realizada no domingo passado, ou seja, uma doutrinação exacerbada – declarou.

Questão do Enem 2015 – A citação do trecho de um livro da feminista Simone Beauvior gerou divergências, na época, entre internautas

O presidente disse ainda que o Enem deveria cobrar “conhecimentos úteis” para a sociedade, em vez de tratar de assuntos que possam influenciar os jovens futuramente. “Uma questão de prova que entra na dialética, na linguagem secreta de gays e travestis não tem nada a ver, não mede conhecimento nenhum. A não ser obrigar para que no futuro a garotada se interesse por esse assunto”, afirmou.

Amanhã, 11, o Enem 2018 volta a ser aplicado, com questões sobre ciências da natureza e matemática. Ao todo, 5.513.726 estudantes estão inscritos. 

A questão da imagem acima foi um tema polêmico e desnecessário à uma aplicação de prova que mede conhecimentos, na avaliação de Jair Bolsonaro que considerou como ligação à ideologia de gênero, caracterizando doutrinação nas escolas.

– Essa prova do Enem, vão falar que eu estou implicando, mas pelo amor de Deus, aquela linguagem particular daquelas pessoas, o que nós temos a ver com isso, meu Deus do céu, vamos ver o significado daquelas palavras, é um absurdo.

Bolsonaro decide que no seu governo prova do ENEM vai ser fiscalizada antes

Faltando dois dias para a segunda aplicação da prova do Enem, a se realizar neste domingo, 11, nas específicas de Matemática e Ciências da Natureza, o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou sexta-feira (9) que a partir do ano que vem ele tomará conhecimento do conteúdo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) antes da aplicação da prova.

Bolsonaro deu a declaração em uma transmissão ao vivo no Facebook ao falar sobre uma questão no Enem deste ano que abordou o pajubá, conjunto de expressões associadas aos gays e aos travestis.

O presidente eleito comentou questão do Enem deste ano sobre ‘dialeto secreto’ de gays e travestis. Segundo ele, futuro ministro da Educação deve entender que Brasil é país conservador. Sobre Moro, disse que futuro ministro antes ‘pescava com varinha’ no combate à corrupção e agora vai ‘pescar com rede de arrastão’.

– No Enem do ano que vem, pode ter certeza, fique tranquilo, não vai ter pressão dessa forma no ano que vem. Nós vamos tomar conhecimento da prova antes. Vão ter perguntas sobre Geografia, dissertação sobre História, questões voltadas ao que interessa ao futuro da nossa geração, do nosso Brasil – disse o presidente.

Atualmente no país nem o presidente da República nem o ministro da Educação têm acesso à prova previamente. O material só é acessado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela aplicação do exame.

‘a escola não é pra aprender a fazer sexo’

O militar ainda disse na transmissão ao vivo que “a escola não deve ser um local para o aluno aprender sobre sexo”.

– No Enem não vai ter pergunta como essa no ano que vem. Vão ter questões que interessam ao futuro da nossa nação. Isso [a pergunta] estimula a briga de quem pensa diferente. Nós não queremos isso, queremos pacificar o Brasil. A escola não é pra aprender a fazer sexo. Quando o pai bota o filho na escola, quer que ele aprenda alguma coisa. […] Queremos a normalidade – afirmou.

Maranhão: O médico Allan Garcês está integrado na Equipe de Transição pela Saúde no governo Bolsonaro

Alfinetando alguns veículos de comunicação do estado, que atribuíram a sua indicação como “ter passado por cima” de apoiadores bem mais declarados ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), no Maranhão, a exemplo da ex-candidata ao governo do estado Maura Jorge o o presidente do PSL Chico Carvalho, o médico Allan Garcês, morador e profissional da saúde no Maranhão, também do partido do presidenciável e candidato derrotado à deputado federal, se manifestou em sua rede social para com, o que chamou de “alegria”, anunciar a sua integração na Equipe de Transição pela Saúde no governo Bolsonaro.

O profissional que já está em Brasília, afirmou não estar intencionado em disputar poder, pelo contrário, declarou que “o único poder que me preocupo é em poder ajudar a saúde do nosso país e do Maranhão”. (sic)

Confira abaixo a Nota completa do médico

Médico do Maranhão Allan Garcês na equipe de transição do novo governo

“É com alegria que faço parte da Equipe de Transição pela Saúde no Governo Bolsonaro. Alguns blogs publicaram matérias onde escreveram que eu furei a frente de políticos importantes do nosso Estado como se eu estivesse disputando poder, não é isso, nem tenho esta intenção, no entanto, gostaria de deixar claro que o único “poder” que me preocupo, é em poder ajudar a saúde do nosso país e do Maranhão. Acredito que minha nomeação seja motivo de alegria e esperança de uma saúde melhor, para todos os maranhenses. Ter um Médico do Maranhão, fazendo parte da equipe de transição em uma pasta tão importante, como é a saúde, é uma forma de prestigiar um Estado do nordeste como o nosso.

Tenho uma missão a ser cumprida em Brasília: ajudar o Brasil e o Maranhão a construir e ter uma política pública de saúde melhor, afim beneficiar todo o povo desta grande nação”.

Allan Garcês

Em tempo

Sempre denunciando o (des) governo Flávio Dino e a saúde do estado, o médico Allan Garcês foi candidato à deputado federal pelo PSL, na eleição deste ano e obteve mais de 20 mil votos.

Mais uma para a conta: Prefeita e vice-prefeito de Santa Luzia têm mandatos cassados

Por 4 a 2, o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão cassou o mandato da prefeita de Santa Luzia, Francilene Paixão Queiroz, mais conhecida como França do Macaquinho e o seu vice, Juscelino Júnior.

A Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão (PRE/MA) se manifestou favorável à cassação do mandato dos gestores, com base no recurso eleitoral interposto pelo candidato a prefeito Airton Chagas Cavalcante, em desfavor da sentença proferida pela juíza da 70ª Zona Eleitoral, Clécia Pereira Monteiro, que julgou improcedente os pedidos veiculados na ação de investigação judicial eleitoral por captação ilícita de sufrágio por ele ajuizada em face da prefeita.

França do Macaquinho teria comprado votos com a promessa de contribuição sindical, doação de cesta básica e de material de construção. Além disso, a prefeita ofereceu serviço de aluguel de veículo e prestação de serviços médicos.

A prefeita foi acusada de crimes eleitorais, entre eles a captação ilícita de sufrágio, compra de votos e abuso do poder político-econômico cometidos nas eleições municipais de 2016.

O julgamento foi iniciado na terça-feira (6) e ficou 3×1 pela cassação.

Os primeiros votantes: uma vez que votaram pela cassação, o relator do caso, o juiz eleitoral Itaércio Paulino da Silva, que votou de acordo com o parecer do Ministério Público Eleitoral e os juízes Wellington Cláudio de Castro e José Eduardo Moreira também votaram pela cassação de França do Macaquinho. Apenas Tyrone José da Silva teve um entendimento diferente.

Término do julgamento

Na volta do julgamento, na tarde de quarta-feira, 07, o juiz eleitoral Júlio César Praseres, que havia pedido vista do processo, acompanhou o voto do relator e confirmou a cassação de França do Macaquinho.

Eu avisei que Flávio Dino “quebraria” o Estado para garantir vitória em seu projeto de reeleição: Benefícios de pensões e aposentadorias não vão ser pagos em 2019

Com compromissos de ordem no estado que somam 2,4 bilhões para 2019, Governo Flávio Dino, após campanha eleitoral, assume que só tem 2 milhões de reais no caixa, com isso, técnicos da administração comunista admitem que não tem como pagar benefícios de pensões e aposentadorias ano que vem.

Para tentar “salvar” a situação, mais sacrifícios: alienação de bens do estado, funcionários demitidos, diminuição na frota de aluguéis de carros, menos viagens de trabalho dos funcionários ao interior do estado e etc …

Como eu escrevo memórias, não custa dizer, “eu avisei que Flávio Dino quebraria o estado para satisfazer o seu desejo pessoal de reeleição, além de pagar muito, muito dinheiro, para enfiar goela abaixo dos maranhenses, as duas caricaturas de Senadores que ele inventou e elegeu”.

A fatura de todo esse crime eleitoral começou a chegar e vai, diretamente, para o bolso dos eleitores do comunista e, infelizmente, para aqueles que não têm culpa desse desastre político no nosso estado.

De o Imirante – com alterações

Técnicos da Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) do governo Flávio Dino (PCdoB) admitiram ontem, 07, durante audiência na Comissão de Orçamento, Finanças, Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa que o Estado não tem disponibilidade de caixa para honrar o pagamento de pensões e aposentadorias de
beneficiários no ano que vem.

A revelação foi feita aos deputados integrantes do colegiado, na primeira discussão sobre a Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2019. A relatora da matéria é a deputada Francisca Primo (PCdoB) que deve levar o texto final ao plenário no mês de dezembro.

Ao explanar a proposta aos parlamentares, o subsecretário de Planejamento e Orçamento, Marcelo Duailibe, o secretário adjunto da pasta, Roberto Matos e técnicos do órgão, informaram que, atualmente, a Previdência estadual conta com apenas R$ 200 milhões em caixa. Mas a previsão de gastos com pensões e aposentadorias para o ano que vem é de R$ 2,4 bilhões.

Parte da diferença, informaram os membros do governo, deve ser compensada com a alienação de bens do Estado. Com a venda de terrenos e prédios públicos, por exemplo, a gestão comunista estima arrecadar R$ 502 milhões.

– Com esse mesmo tipo de alienação, em 2018, até agora o governo só arrecadou R$ 788 mil.
Não arrecadou nem R$ 1 milhão. Como se explica o aumento dessa receita em 2019 para meio bilhão? O problema é que ninguém explica objetivamente como isso será feito – reclamou o deputado César Pires (PV) após a reunião. Ele questionou quais seriam os bens a serem alienados e como o governo poderia ter certeza da liquidez dos negócios ao longo do ano.

Em resposta, os enviados da Seplan informaram apenas que, caso não haja sucesso nessas operações, o governo “tem um plano B”.

Aí eu digo, “ah, tem sim, com toda certeza”!
Se o governo realmente tivesse uma saída certeira, não sacrificaria o próprio estado por causa da consequência desastrosa desse governo amador comunista.

Pedido

Após a audiência, Pires já oficializou ao Instituto de Previdência dos Servidores do Estado do Maranhão (Iprev) solicitando as informações sonegadas durante o encontro na Comissão.
– Precisamos ter mais detalhes sobre tudo isso. Vamos votar isso em plenário.
Daremos aval ao governo para executar esse Orçamento, então, não podemos apenas aprovar sem entender
o que vamos autorizar o governador a fazer – completou.

Outro ponto que chamou atenção dos deputados diz respeito à estimativa de receitas oriundas da prestação de serviços pelo Estado.

O governo aponta uma arrecadação de R$ 132 milhões com essa rubrica, mas ainda não informou que tipo de serviço o Estado presta que justifique essa receita.

Previdência do MA em números

R$ 200 milhões é quanto a Previdência estadual dispõe em caixa

R$ 2,4 bilhões é o total a ser gasto com pensões e aposentadorias em 2019

R$ 502 milhões é quanto o Estado estima arrecadar com alienação de bens em 2019

R$ 132 milhões devem ser arrecadados com a prestação de serviços pelo Estado

Mais informações

Durante a audiência na Comissão de Orçamento, Finanças, Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa o deputado Eduardo Braide (PMN) lembrou que o governo Flávio Dino já resgatou mais de R$ 1 bilhão de valores do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadorias (Fepa) que estavam investidos em aplicações financeiras e que rendiam, até 2017, mais de uma centena de milhões de reais anualmente.

Segundo dados oficiais – extraídos das publicações do Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) do Governo do Maranhão e atualizados até o primeiro bimestre de 2018 -, os comunistas receberam o Estado com R$ 1,19 bilhão do Fepa aplicados.

Em 2015, resgataram pouco mais de R$ 20 milhões. No ano seguinte, novos resgates, que, somados, totalizaram algo em torno de R$ 47 milhões.

O ano de 2016 terminou com R$ 1,12 bilhão do Fundo aplicados em instituições financeiras e, em 2017, os saques foram dez vezes maiores: R$ 457 milhões retirados das aplicações.

Em 2018, nos dois primeiros meses do ano, foram sacados mais R$ 50 milhões e, com o recente resgate de R$ 440 milhões, autorizado pela Justiça, estima-se que o Fepa tenha em aplicações pouco mais de R$ 150 milhões.

Com discurso de deboche – o que lhe é comum – Flávio Dino anuncia posse para 1° de Janeiro de 2019

Os próprios eleitores do comunista têm reprovado a atitude infantil, desequilibrada, feia e baixa do líder máximo do Maranhão

… só colocando uma extensão do título aqui no “corpo” do texto, digo, “ainda bem que nessa data de 1° de Janeiro, eu não vou estar aqui nesse triste estado governado por um ser altamente desequilibrado”.

A pauta do discurso de posse – dele para ele mesmo -, no dia 1° de Janeiro de 2019, vai ser, do início ao fim, de ironia, afrontas, deboches e tudo de mais baixo que cabe na vida rasa do governador Flávio Dino (PCdoB) que, ao que parece, vive num eterno ciclo de frustração e insatisfação, a começar no lado pessoal, se estendendo às demais coisas externas.
Isso é notório mediante as atitudes, surtos e palavras manifestadas e ditas pelo comunista.

No afã de se autopromover como o maior opositor do presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro (PSL), o governador do Maranhão tem se tornado uma espécie de bobo da corte ao tentar, da forma mais ridícula, antiética, amoral e estrebuchante, atacar, achincalhar e desejar o mal a um governo que ainda nem começou.
Em outras palavras, “o cara pirou”! É um coitado.

E se tem uma coisa que o povo maranhense não precisa nesse momento é de um governante com atitudes infantis, inconsequentes e egoístas, visando e olhando, unicamente, a partir do seu umbigo.

Flávio Dino é insuportável e, ao contrário de como quer ser conhecido Maranhão afora, não está sendo visto como um opositor que preste e que se preze.

Está sendo sim, reconhecido, primeiramente, pelos seus próprios eleitores, como um chorador que não sabe perder e como alguém, exclusivamente, responsável por qualquer entrave burocrático do estado junto ao governo federal.

Ao contrário dos votos maranhenses que lhe foram confiados, de acordo com a reprovação desses mesmos votantes que têm se mostrado mais sóbrios e com desejos de que o estado trilhe o caminho do progresso acompanhando o restante do país, as pessoas estão dando uma aula de cidadania e civilização para um homem carrancudo, que respira ódio e que está colocando os seus interesses pessoais acima das extremas e urgentes necessidades do estado.

P.S – Me choca ver pessoas que aplaudem, admiram e elogiam uma postura tão decadente de um governador de estado.

No meu ponto de vista, são muito piores!

Artigo de Mônica Alves: Conheça “as vidas” de um caminhoneiro na estrada

Ser caminhoneiro é partilhar de um estilo de vida, com vantagens e, claro, como tudo na vida, com desvantagens também

Quem ainda não se deparou com caminhoneiros nas milhares de rodovias e estradas do Brasil?

Mas, será que todo mundo sabe o cotidiano desses profissionais até que chegue nas prateleiras cada item, objeto e alimentos trazidos pelos verdadeiros guerreiros e “amantes” desta profissão?

Nossa história sobre “as vidas por trás de um caminhoneiro na estrada”, começa com Flávio, morador de Sorocaba, 50 anos de idade, 25 de profissão, motorista autônomo que já rodou por cada canto deste país e que iniciamos uma experiência in loco com o seu mundo de estradas, fretes, cargas, pedágios, perigos, insalubridade, dificuldades  econômicas oriundas de um mercado monopolista, entre muitas outras coisas que apenas um caminhoneiro conhece, sente e enxerga.

A profissão de caminhoneiro sempre foi e é de extrema importância para a economia do país, que desde o governo de Washington Luís, prioriza o transporte rodoviário, em detrimento do ferroviário e fluvial.

A viagem começou com Flávio indo nos encontrar em Arujá, onde, de lá, fomos  entregar 11 toneladas de ração até uma fazenda na cidade de Campo Grande-MS.

Para nos encontrarmos em Arujá, saímos do bairro do Sumaré e, ao longo do caminho, em uma estrada de asfalto em perfeito estado e privatizada, pagamos, uma única vez pedágio de R$ 3,70, mas, nos arredores, em contraste com uma estrada bem sinalizada e asfaltada, favelas, algumas claramente dominadas por traficantes de drogas, horta comunitária e um Centro de Tratamento de esgoto da SABESP.

O local em que os caminhões ficam parados em Arujá é muito grande, um imenso pátio com galpões alugados para empresas multi nacionais, com precárias estruturas para a parada cotidiana dos caminhoneiros.

São aproximadamente uns 20 galpões de empresas que lá descarregam e carregam as mercadorias. Tem caminhões que ficam lá mais de um dia descarregando, como no caso do nosso viajante, que passou 48 horas no local, até a vez de carregar a carroceria do seu caminhão.

Grande parte dos caminhoneiros passa muito tempo nas estradas.
Estamos falando de semanas e até meses, fazendo das rodovias, postos, pequenos restaurantes e, da boleia do caminhão, suas verdadeiras residências!

Uma das  empresas que Flávio presta serviço, vai ter o seu nome ocultado, mas, é uma empresa considerada de grande porte no ramo de transporte.

Flávio recebeu pelo frete R$2.800, 00 (Dois Mil e Oitocentos Reais). Os pedágios, suas eventuais diárias por dias parados, o profissional mesmo paga e depois presta conta com a empresa para o repasse do valor.

A empresa recebeu pelo serviço fretado ao cliente, o valor de 6.500, 00 (Seis Mil e Quinhentos Reais), quase todos atrelados a chancela das duas maiores empresas de seguro de cargas do país que, praticamente, decidem quem trabalhará ou não.

Negociação de pagamento

O pagamento da transportadora para Flávio se dá da seguinte maneira:

– 70% antecipado ao motorista do caminhão;
– 30% após a mercadoria entregue e quando colocada nas mãos do empresário a Nota Fiscal atestando o recebimento da mercadoria.

Mas, diante de tudo isso; O que é preciso fazer para se tornar um caminhoneiro profissional?

Antes de mais nada, é importante que você conheça e decida qual o tipo de veículo que você pretende trabalhar.

Após isso, é imprescindível Carteira de Habilitação Especial (categorias D ou E) – Cadastro da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) – Alguns cursos especializados na área (para alguns tipos de cargas são exigidos cursos obrigatórios por lei – como por exemplo, transporte de produtos perigosos, como combustível e produtos químicos, cargas indivisíveis, que não podem ser dividida em duas ou mais partes para ser transportada, entre outros tipos de cargas.

É importante decidir, também, se o profissional quer ser autônomo, agregado ou funcionário.

No caso de Flávio, ele é motorista autônomo, faz o seu trabalho e por que não dizer, o seu horário?!
Mas não é por isso que o trabalho pode ser visto apenas pelo lado vantajoso, pelo contrário, assim como Flávio, todos os outros colegas caminhoneiros passam por condições, diariamente, que fogem do controle “da vantagem”.

Cansativo e Insalubre

O trabalho pode ser bem cansativo, até porque, além de passar horas dirigindo, o motorista ainda encontra dificuldades para regular seus horários de alimentação, banho e descanso.

Pudemos acompanhar que, geralmente, nos postos de paradas dos motoristas, os locais não têm quase nenhuma estrutura.

– Banheiros sujos; O banho, às vezes, é gratuito, em outros postos pode custar até R$ 8,00 (Oito Reais)
– lanchonetes com alimentos expostos, sem nenhum tipo de vigilância;
– a refeição em algumas paradas sai a R$18, 00 (Dezoito Reais)
– vendedores ambulantes em motos;
– em muitos casos, os motoristas fazem as suas comidas e refeições em cozinhas adaptadas dentro do próprio veículo.
– sem contar com a má qualidade de algumas estradas, principalmente, nas regiões Norte e Nordeste do país. Essa pode ser a maior desvantagem da profissão.

Falar sobre “as vidas” dos profissionais da estrada surgiu da ideia de mostrar uma realidade muito desconhecida
pela maioria dos brasileiros – a realidade nas estradas através da ótica de um caminhoneiro e o nosso acompanhamento ao seu lado -, enfocando o lado econômico do custo rodoviário do frete, as condições insalubres de vida do caminhoneiro, que fica até 36 horas para retirar uma carga e 5 dias para desembarcar (em locais sem a mínima higiene e segurança), sobre a terceirização das cargas por agentes autônomos, que ficam nos postos fiscais e cobram R$ 150,00 por carga, indicando os caminhoneiros autônomos para as transportadoras.
O detalhamento de todas as condições acima citadas serão amplamente pontuadas em uma edição especial de matérias que faremos sobre o dia-a-dia destes profissionais.

Ser caminhoneiro no Brasil é um desafio diário, mas não deixa de ser um estilo de vida para aqueles profissionais que fazem da sua profissão, uma arte!